Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
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Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
Olá, em casos de ansiedade, nem sempre é preciso passar pelos dois profissionais. Em quadros mais leves, a psicoterapia muitas vezes pode ser suficiente. O psiquiatra seria indicado quando os sintomas são mais intensos ou duradouros, para avaliar uso de medicação. Já em casos de depressão, em geral se recomenda acompanhamento com psicólogo e psiquiatra, articulando cuidado emocional e, se necessário, tratamento medicamentoso. Lembrando que cada caso é individual, precisando ser avaliado para encaminhamentos.
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Ansiedade leve a moderada: muitas vezes a psicoterapia é suficiente.
Depende da intensidade dos sintomas.
Ansiedade moderada a grave, com crises frequentes, prejuízo significativo (trabalho, sono, alimentação) ou sintomas físicos intensos:
→ Geralmente o atendimento combinado psiquiatra + psicólogo oferece melhora mais rápida e completa.
Para ansiedade, você pode começar buscando um psicólogo. Muitas vezes, apenas a psicoterapia já é suficiente. Caso haja necessidade, o próprio psicólogo faz o encaminhamento para um psiquiatra. Em alguns casos, o tratamento combinado entre psicoterapia e psiquiatria é o mais indicado, mas isso é avaliado individualmente.
Olá, tudo bem? Essa dúvida é super comum. A resposta é: não é obrigatório passar nos dois, mas muitas vezes é o melhor caminho.
A psicoterapia, especialmente com TCC , ajuda a trabalhar os pensamentos, comportamentos e gatilhos que alimentam a ansiedade. Já o psiquiatra avalia se há necessidade de medicação, principalmente quando os sintomas estão muito intensos, durando há muito tempo ou prejudicando sua rotina.
Muita gente melhora só com psicoterapia; outras precisam do suporte combinado. O essencial é começar por onde você se sentir mais confortável e ir ajustando conforme sua necessidade.
Espero ter ajudado e pode contar comigo.
A psicoterapia, especialmente com TCC , ajuda a trabalhar os pensamentos, comportamentos e gatilhos que alimentam a ansiedade. Já o psiquiatra avalia se há necessidade de medicação, principalmente quando os sintomas estão muito intensos, durando há muito tempo ou prejudicando sua rotina.
Muita gente melhora só com psicoterapia; outras precisam do suporte combinado. O essencial é começar por onde você se sentir mais confortável e ir ajustando conforme sua necessidade.
Espero ter ajudado e pode contar comigo.
Sim, em muitos casos o tratamento da ansiedade funciona melhor quando há o apoio dos dois profissionais — psicólogo e psiquiatra — porque cada um atua em um nível diferente do sofrimento.
A psicoterapia (com a psicóloga) ajuda você a:
entender as causas emocionais da ansiedade;
identificar gatilhos e padrões de pensamento;
aprender estratégias de regulação emocional;
fortalecer a autoestima e a segurança interna.
Já o psiquiatra avalia se há necessidade de medicação para estabilizar sintomas como insônia, taquicardia, crises de pânico, medo intenso ou ansiedade constante. A medicação não “cura”, mas reduz a intensidade dos sintomas, permitindo que a terapia aconteça de forma mais tranquila.
Nem todas as pessoas precisam de medicação, mas todas se beneficiam da psicoterapia.
Quando os dois profissionais trabalham juntos, o tratamento tende a ser mais completo e eficaz, trazendo melhora mais rápida e duradoura.
A psicoterapia (com a psicóloga) ajuda você a:
entender as causas emocionais da ansiedade;
identificar gatilhos e padrões de pensamento;
aprender estratégias de regulação emocional;
fortalecer a autoestima e a segurança interna.
Já o psiquiatra avalia se há necessidade de medicação para estabilizar sintomas como insônia, taquicardia, crises de pânico, medo intenso ou ansiedade constante. A medicação não “cura”, mas reduz a intensidade dos sintomas, permitindo que a terapia aconteça de forma mais tranquila.
Nem todas as pessoas precisam de medicação, mas todas se beneficiam da psicoterapia.
Quando os dois profissionais trabalham juntos, o tratamento tende a ser mais completo e eficaz, trazendo melhora mais rápida e duradoura.
O que podemos considerar é que psicologia e psiquiatria oferecem caminhos que podem ser complementares, cada um com um foco distinto.
Na psicoterapia, especialmente numa perspectiva fenomenológico-existencial, olhamos para como a ansiedade se apresenta na sua vida, o que ela significa para você, de onde ela ganha força, e como você se relaciona com esse modo de estar no mundo. É um espaço para compreender sua experiência em profundidade, se apropriando um pouco mais do modo como vivencia as coisas e a partir disso construir novos sentidos e formas de lidar.
Já o psiquiatra pode ajudar quando a ansiedade traz impactos muito intensos no corpo ou no cotidiano, avaliando se, naquele momento, a medicação pode funcionar como um apoio, não para substituir a sua capacidade de lidar com a vida, mas às vezes para diminuir o nível de sofrimento e permitir que você possa se movimentar até mesmo em busca da terapia.
Na psicoterapia, especialmente numa perspectiva fenomenológico-existencial, olhamos para como a ansiedade se apresenta na sua vida, o que ela significa para você, de onde ela ganha força, e como você se relaciona com esse modo de estar no mundo. É um espaço para compreender sua experiência em profundidade, se apropriando um pouco mais do modo como vivencia as coisas e a partir disso construir novos sentidos e formas de lidar.
Já o psiquiatra pode ajudar quando a ansiedade traz impactos muito intensos no corpo ou no cotidiano, avaliando se, naquele momento, a medicação pode funcionar como um apoio, não para substituir a sua capacidade de lidar com a vida, mas às vezes para diminuir o nível de sofrimento e permitir que você possa se movimentar até mesmo em busca da terapia.
Cada pessoa e sua situação é única, algumas pessoas precisam de ambos os profissionais, já outras apenas um é necessário. Para saber o que é adequado, é interessante buscar por um bom profissional que pode dar uma orientação adequada a situação específica.
Olá, boa tarde.
Nem sempre é estritamente necessário, mas diria que é sempre bem-vindo quando se há um tratamento multiprofissional. Vai depender de quadro para quadro.
Espero ter ajudado,grande abraço.
Nem sempre é estritamente necessário, mas diria que é sempre bem-vindo quando se há um tratamento multiprofissional. Vai depender de quadro para quadro.
Espero ter ajudado,grande abraço.
Olá, espero que esteja bem. Você não precisa necessariamente dos dois profissionais em todos os casos de ansiedade. Tudo depende da intensidade dos sintomas, do quanto eles estão interferindo na sua vida e do que você sente que precisa no momento.
A psicoterapia costuma ser o primeiro passo para muitas pessoas. Ela ajuda a compreender o que está acontecendo, a reconhecer padrões, a lidar melhor com as situações que despertam ansiedade e a construir formas mais cuidadosas de se relacionar consigo mesma.
A psiquiatria entra quando os sintomas estão mais intensos, persistentes ou quando existe a sensação de que, mesmo com esforços e suporte emocional, você não está conseguindo estabilizar o seu dia a dia. O psiquiatra avalia se há necessidade de medicação e acompanha de perto a resposta do organismo, caso o uso seja indicado.
Há pessoas que se beneficiam muito de um cuidado combinado entre psicóloga e psiquiatra, especialmente quando existe sofrimento mais acentuado. Outras conseguem um bom equilíbrio apenas com psicoterapia. O mais importante é que você não precise enfrentar tudo sozinha. Buscar ajuda, em qualquer uma dessas formas, já é um passo muito significativo.
A psicoterapia costuma ser o primeiro passo para muitas pessoas. Ela ajuda a compreender o que está acontecendo, a reconhecer padrões, a lidar melhor com as situações que despertam ansiedade e a construir formas mais cuidadosas de se relacionar consigo mesma.
A psiquiatria entra quando os sintomas estão mais intensos, persistentes ou quando existe a sensação de que, mesmo com esforços e suporte emocional, você não está conseguindo estabilizar o seu dia a dia. O psiquiatra avalia se há necessidade de medicação e acompanha de perto a resposta do organismo, caso o uso seja indicado.
Há pessoas que se beneficiam muito de um cuidado combinado entre psicóloga e psiquiatra, especialmente quando existe sofrimento mais acentuado. Outras conseguem um bom equilíbrio apenas com psicoterapia. O mais importante é que você não precise enfrentar tudo sozinha. Buscar ajuda, em qualquer uma dessas formas, já é um passo muito significativo.
Olá! Essa é uma dúvida muito comum. Embora não seja obrigatório estar com os dois para todos os casos, a combinação de Psiquiatria + Psicoterapia é considerada o 'padrão-ouro' para o tratamento da ansiedade, especialmente em quadros moderados a graves.
Pense desta forma: o Psiquiatra cuida da parte biológica (regulação química do cérebro), ajudando a reduzir os sintomas físicos intensos. Já o Psicólogo (na TCC) trabalha as causas, os gatilhos e ensina técnicas práticas para lidar com os pensamentos ansiosos. Um prepara o terreno para o outro funcionar melhor. Se você sente que a ansiedade paralisa sua rotina, o ideal é passar pelos dois para uma avaliação completa.
Pense desta forma: o Psiquiatra cuida da parte biológica (regulação química do cérebro), ajudando a reduzir os sintomas físicos intensos. Já o Psicólogo (na TCC) trabalha as causas, os gatilhos e ensina técnicas práticas para lidar com os pensamentos ansiosos. Um prepara o terreno para o outro funcionar melhor. Se você sente que a ansiedade paralisa sua rotina, o ideal é passar pelos dois para uma avaliação completa.
Não, nem sempre é necessário passar pelos dois profissionais ao mesmo tempo.
Muita gente melhora significativamente só com psicoterapia.
Na terapia, já trabalhamos:
regulação emocional,
técnicas de relaxamento e respiração,
mindfulness,
reorganização de pensamentos
mudança de mindset,
compreensão profunda dos gatilhos e padrões que alimentam a ansiedade.
Tudo isso, sozinho, já reduz muito os sintomas.
Se quiser iniciar esse processo e aprender a regular sua ansiedade de forma mais segura e profunda, estou aqui para te ajudar.
Isadora Klamt - Psicóloga CRP 07/323
Muita gente melhora significativamente só com psicoterapia.
Na terapia, já trabalhamos:
regulação emocional,
técnicas de relaxamento e respiração,
mindfulness,
reorganização de pensamentos
mudança de mindset,
compreensão profunda dos gatilhos e padrões que alimentam a ansiedade.
Tudo isso, sozinho, já reduz muito os sintomas.
Se quiser iniciar esse processo e aprender a regular sua ansiedade de forma mais segura e profunda, estou aqui para te ajudar.
Isadora Klamt - Psicóloga CRP 07/323
De preferência, sim. Ambos possuem papeis importantes no cuidado multiprofissional.
A combinação dos dois pode ser muito útil, mas não é uma regra. A psicoterapia ajuda a entender a raiz da ansiedade, trabalhar padrões de pensamento e desenvolver estratégias para lidar com o que desencadeia o desconforto. Já o psiquiatra avalia se a medicação pode ajudar quando os sintomas estão muito intensos ou dificultam a rotina. Muitas pessoas se beneficiam do acompanhamento conjunto, porque cada profissional atua de um jeito complementar. Mas você pode começar por um deles e, conforme a necessidade, incluir o outro no processo.
Olá!
Em muitos casos, o acompanhamento com um psicólogo já pode trazer bastante alívio e ajudar a compreender melhor o que você sente. A psicoterapia trabalha justamente com a história emocional, com os conflitos internos e com maneiras de lidar com o que te causa desconforto.
O psiquiatra, por sua vez, é o profissional responsável pela avaliação médica e pelo uso de medicação quando necessário. Mas nem todos os casos precisam de remédios ou de um acompanhamento psiquiátrico; isso depende muito da intensidade dos sintomas e de como eles impactam a sua rotina.
Espero ter ajudado.
Em muitos casos, o acompanhamento com um psicólogo já pode trazer bastante alívio e ajudar a compreender melhor o que você sente. A psicoterapia trabalha justamente com a história emocional, com os conflitos internos e com maneiras de lidar com o que te causa desconforto.
O psiquiatra, por sua vez, é o profissional responsável pela avaliação médica e pelo uso de medicação quando necessário. Mas nem todos os casos precisam de remédios ou de um acompanhamento psiquiátrico; isso depende muito da intensidade dos sintomas e de como eles impactam a sua rotina.
Espero ter ajudado.
Olá!
Não é obrigatório passar nos dois profissionais, mas na maioria dos casos é o melhor caminho para uma melhora.
O psiquiatra pode avaliar se existe a necessidade de medicação quando a ansiedade está muito intensa, persistente ou atrapalhando o seu dia-a-dia.
A psicoterapia ajuda a entender o que está por trás da ansiedade, quais conflitos internos, medos, padrões de pensamento e emoções não elaboradas estão alimentando esse estado.
Estas ações promovem uma mudança que irá perdurar com o tempo e não apenas trazer algum alívio.
Fico à disposição caso precise de ajuda.
Não é obrigatório passar nos dois profissionais, mas na maioria dos casos é o melhor caminho para uma melhora.
O psiquiatra pode avaliar se existe a necessidade de medicação quando a ansiedade está muito intensa, persistente ou atrapalhando o seu dia-a-dia.
A psicoterapia ajuda a entender o que está por trás da ansiedade, quais conflitos internos, medos, padrões de pensamento e emoções não elaboradas estão alimentando esse estado.
Estas ações promovem uma mudança que irá perdurar com o tempo e não apenas trazer algum alívio.
Fico à disposição caso precise de ajuda.
Oi oi,
Essa é uma duvida comum e que toca em um ponto importante. De forma geral, psiquiatra e psicólogo atuam de maneira complementar, com focos e ferramentas distintas. Metafora boba mas ajuda a entender: Imagine que você está cuidando de um jardim. O psicólogo seria o especialista que ajuda você a entender o solo, as estações do ano, a história de cada planta e a arte de cultivar. O psiquiatra, por sua vez, é o especialista que pode avaliar e, se necessário, prescrever o adubo ou ajustes específicos para que o jardim tenha condições mais equilibradas de florescer (introduzindo uso de medicações que aliviam um sintoma mais intenso (tipo um “SOS”).
A escolha de consultar um, outro ou ambos não é rígida. Pode começar onde achar mais fácil para você. Normalmente, a psicoterapia por si só é suficiente e profundamente transformadora, mas demanda paciência e comprometimento. Em outras situações, onde o sofrimento é muito intenso e paralisante, a combinação das duas abordagens pode indispensável.
Geralmente o psiquiatra ajuda a estabilizar os sintomas para que o trabalho profundo da psicoterapia possa acontecer com mais recursos internos. O caminho é muito pessoal, e um bom primeiro passo é buscar uma avaliação inicial com um psicólogo, que poderá acolher sua queixa e, se perceber a necessidade, sugerir uma consulta psiquiátrica.
O espaço da clínica (seja com um psiquiatra ou com um psicólogo) é o melhor lugar para avaliar essa questão. E seguir a recomendação do profissional que está te acompanhando é indispensável.
Espero ter ajudado.
Essa é uma duvida comum e que toca em um ponto importante. De forma geral, psiquiatra e psicólogo atuam de maneira complementar, com focos e ferramentas distintas. Metafora boba mas ajuda a entender: Imagine que você está cuidando de um jardim. O psicólogo seria o especialista que ajuda você a entender o solo, as estações do ano, a história de cada planta e a arte de cultivar. O psiquiatra, por sua vez, é o especialista que pode avaliar e, se necessário, prescrever o adubo ou ajustes específicos para que o jardim tenha condições mais equilibradas de florescer (introduzindo uso de medicações que aliviam um sintoma mais intenso (tipo um “SOS”).
A escolha de consultar um, outro ou ambos não é rígida. Pode começar onde achar mais fácil para você. Normalmente, a psicoterapia por si só é suficiente e profundamente transformadora, mas demanda paciência e comprometimento. Em outras situações, onde o sofrimento é muito intenso e paralisante, a combinação das duas abordagens pode indispensável.
Geralmente o psiquiatra ajuda a estabilizar os sintomas para que o trabalho profundo da psicoterapia possa acontecer com mais recursos internos. O caminho é muito pessoal, e um bom primeiro passo é buscar uma avaliação inicial com um psicólogo, que poderá acolher sua queixa e, se perceber a necessidade, sugerir uma consulta psiquiátrica.
O espaço da clínica (seja com um psiquiatra ou com um psicólogo) é o melhor lugar para avaliar essa questão. E seguir a recomendação do profissional que está te acompanhando é indispensável.
Espero ter ajudado.
Olá,
Pode ser muito útil, sim. A ansiedade não é igual para todo mundo — em algumas pessoas, a terapia com embasamento psicanalítico consegue organizar pensamentos, entender gatilhos e fortalecer recursos internos.
Em outras, os sintomas são tão intensos que acabam afetando o sono, o corpo e as atividades do dia a dia, e nesse caso o acompanhamento com um(a) psiquiatra também pode ser indicado.
O psiquiatra avalia se existe a necessidade de medicação para aliviar os sintomas mais intensos, enquanto a psicóloga ajuda a compreender as causas da ansiedade, mudar padrões e construir formas mais saudáveis de lidar com o que você sente.
Quando os dois profissionais trabalham juntos, o cuidado costuma ser mais completo e eficaz.
Não significa que você “precisa” dos dois obrigatoriamente, mas pode ser um caminho importante, especialmente se a ansiedade já está interferindo na sua qualidade de vida.
Pode ser muito útil, sim. A ansiedade não é igual para todo mundo — em algumas pessoas, a terapia com embasamento psicanalítico consegue organizar pensamentos, entender gatilhos e fortalecer recursos internos.
Em outras, os sintomas são tão intensos que acabam afetando o sono, o corpo e as atividades do dia a dia, e nesse caso o acompanhamento com um(a) psiquiatra também pode ser indicado.
O psiquiatra avalia se existe a necessidade de medicação para aliviar os sintomas mais intensos, enquanto a psicóloga ajuda a compreender as causas da ansiedade, mudar padrões e construir formas mais saudáveis de lidar com o que você sente.
Quando os dois profissionais trabalham juntos, o cuidado costuma ser mais completo e eficaz.
Não significa que você “precisa” dos dois obrigatoriamente, mas pode ser um caminho importante, especialmente se a ansiedade já está interferindo na sua qualidade de vida.
Bom dia!
É importante passar primeiro pela avaliação de um psicólogo. Somente assim será possível decidir se o seu caso realmente precisa de suporte medicamentoso sob orientação de um psiquiatra!
Um detalhe fundamental é compreender que as medicações psiquiátricas não funcionam a partir da lógica de outros tratamentos médicos. A medicação para ansiedade não *cura* a ansiedade como uma medicação para dor te livraria de uma dor de cabeça. No caso dos tratamentos psiquiátricos, a medicação entra como um suporte para que você consiga manter suas atividades diárias. Enquanto o tratamento medicamentoso acontece (se for necessário), você precisa estar em processo psicoterapêutico para compreender o que te causa ansiedade.
Ou seja, é um esforço conjunto das duas especialidades, mas nem sempre o psiquiatra precisa estar envolvido.
É importante passar primeiro pela avaliação de um psicólogo. Somente assim será possível decidir se o seu caso realmente precisa de suporte medicamentoso sob orientação de um psiquiatra!
Um detalhe fundamental é compreender que as medicações psiquiátricas não funcionam a partir da lógica de outros tratamentos médicos. A medicação para ansiedade não *cura* a ansiedade como uma medicação para dor te livraria de uma dor de cabeça. No caso dos tratamentos psiquiátricos, a medicação entra como um suporte para que você consiga manter suas atividades diárias. Enquanto o tratamento medicamentoso acontece (se for necessário), você precisa estar em processo psicoterapêutico para compreender o que te causa ansiedade.
Ou seja, é um esforço conjunto das duas especialidades, mas nem sempre o psiquiatra precisa estar envolvido.
Para ansiedade, não é obrigatório consultar os dois profissionais, mas pode ser muito útil.
Geralmente, você pode começar com a psicoterapia. O psicólogo vai avaliar o quadro e, se perceber que há necessidade de medicação, faz o encaminhamento para o psiquiatra.
Quando possível, o ideal é um acompanhamento multidisciplinar: psicólogo e psiquiatra trabalhando juntos, cada um cuidando de uma parte do tratamento. Isso tende a trazer mais estabilidade e resultados mais rápidos, porque o plano é construído de forma integrada.
Geralmente, você pode começar com a psicoterapia. O psicólogo vai avaliar o quadro e, se perceber que há necessidade de medicação, faz o encaminhamento para o psiquiatra.
Quando possível, o ideal é um acompanhamento multidisciplinar: psicólogo e psiquiatra trabalhando juntos, cada um cuidando de uma parte do tratamento. Isso tende a trazer mais estabilidade e resultados mais rápidos, porque o plano é construído de forma integrada.
Depende muito do nível da sua ansiedade. Muita gente melhora super bem só com psicoterapia, porque a terapia ajuda a entender as causas, organizar a mente e criar ferramentas pra lidar com os sintomas no dia a dia. Agora, quando a ansiedade está fora de controle, atrapalhando sono, rotina, trabalho, alimentação, ou causando sintomas físicos fortes… aí vale, sim, passar também com um psiquiatra. Não porque “é grave”, mas porque às vezes o remédio dá uma estabilizada enquanto a terapia trabalha na raiz do problema. Assim, na verdade o ideal não é “um ou outro”.
É ver o que você realmente precisa no seu momento. Se você quiser, a gente pode conversar numa sessão, entender direitinho como estão seus sintomas e eu te digo honestamente se vale a pena incluir um psiquiatra no processo ou se começamos só com a terapia.
É ver o que você realmente precisa no seu momento. Se você quiser, a gente pode conversar numa sessão, entender direitinho como estão seus sintomas e eu te digo honestamente se vale a pena incluir um psiquiatra no processo ou se começamos só com a terapia.
Nem sempre é necessário passar pelos dois profissionais. A psicoterapia costuma ser o primeiro passo e, em muitos casos, já é suficiente para tratar a ansiedade.
O psiquiatra é indicado quando os sintomas são mais intensos, persistentes ou quando há necessidade de avaliar o uso de medicação.
O ideal é começar com um psicólogo e, se houver necessidade, fazer acompanhamento conjunto.
O psiquiatra é indicado quando os sintomas são mais intensos, persistentes ou quando há necessidade de avaliar o uso de medicação.
O ideal é começar com um psicólogo e, se houver necessidade, fazer acompanhamento conjunto.
Depende muito do nível dessa ansiedade, o que ela ocasiona, como é o contexto da pessoa. Geralmente o psicólogo consegue orientá-lo e até mesmo fazer essa rede com o psiquiatra caso necessário, fazendo uma avaliação e orientação. Existem níveis de ansiedade em que é possível um psiquiatra indicar algo medicamentoso e tendo o auxílio do psicólogo para trabalhar as questões. Existem pessoas também que pelo nível poderia fazer psicoterapia apenas e, posteriormente, entrar com recurso indicado pelo psiquiatra. Cada caso precisa de uma avaliação especial de acordo com aquela realidade.
Quadros leves de ansiedade podem ser tratados apenas com psicólogo, porém, se o profissional perceber que o sofrimento está muito intenso ele pode encaminhar para também ser acompanhado(a) por um médico psiquiatra.
Para a ansiedade, a decisão de procurar psicóloga e/ou psiquiatra depende sempre da intensidade do sofrimento e do quanto os sintomas têm impactado sua vida. Podemos considerar a psicoterapia como um tratamento central, capaz de ajudar a pessoa a compreender seus pensamentos, emoções e comportamentos, desenvolver estratégias de enfrentamento e recuperar qualidade de vida; contudo, quando os sintomas são muito intensos, persistentes ou incapacitantes, pode ser acolhedor e responsável integrar o cuidado com um psiquiatra, que avalia a necessidade de medicação para estabilizar o quadro e permitir que a psicoterapia avance com mais conforto e segurança; assim, não é obrigatório passar pelos dois profissionais, mas muitas vezes a combinação psicólogo + psiquiatra oferece um cuidado mais completo, ético, humano e compassivo, sempre respeitando o ritmo, a história e as necessidades únicas de cada pessoa.
Olá! Para ansiedade, pode ser muito útil contar com psicólogo e psiquiatra, mas isso não é uma obrigação para todas as pessoas. Muitas vezes começamos pela psicoterapia, que ajuda a compreender o que está acontecendo, aliviar a intensidade das emoções e construir recursos internos para lidar com as crises. Quando os sintomas estão mais fortes ou persistem mesmo com o acompanhamento psicológico, a avaliação psiquiátrica pode complementar o cuidado de forma ética e segura, sempre respeitando o tempo e a autonomia da pessoa. O importante é que você não precise enfrentar isso sozinho, existe um caminho possível, um passo de cada vez.
Olá, como vai?
Sim, é recomendável o acompanhamento com os dois profissionais. Enquanto a medicação vai fazendo o efeito dela, com o psicólogo você pode aprender a lidar com os sintomas, conversar sobre a sua ansiedade, compreender o motivo dela existir de forma tão intensa na sua vida. Pense que o tratamento tem começo, meio e fim, principalmente o medicamentoso, enquanto a psicoterapia pode durar alguns anos, pois a vida se modifica e outras demandas surgem.
Espero ter ajuado, fico à disposição.
Sim, é recomendável o acompanhamento com os dois profissionais. Enquanto a medicação vai fazendo o efeito dela, com o psicólogo você pode aprender a lidar com os sintomas, conversar sobre a sua ansiedade, compreender o motivo dela existir de forma tão intensa na sua vida. Pense que o tratamento tem começo, meio e fim, principalmente o medicamentoso, enquanto a psicoterapia pode durar alguns anos, pois a vida se modifica e outras demandas surgem.
Espero ter ajuado, fico à disposição.
Na maioria dos casos de ansiedade clinicamente significativa, é recomendável, e muitas vezes necessário, consultar os dois profissionais. pois eles atuam de forma complementares. O psiquiatra, tratará a ansiedade como um sintoma orgânico-cerebral. Ele vai avaliar se há desregulação neuroquímica, e quando necessário, prescreverá medicação específica para cada caso.
Já o psicólogo/psicanalista irá trabalhar a causa inconsciente da ansiedade, buscando junto com a pessoa a raiz psíquica que ocasiona esses sintomas. Pois, o corpo também fala e a angústia pode se somatizar em taquicardia, insônia, crises de pânico etc. Através da palavra, nas sessões de psicoterapias vão se descobrindo conteúdos inconscientes, e transformando-se as angústias e outros sintomas em algo simbolizável, encontrando novos sentidos.
Já o psicólogo/psicanalista irá trabalhar a causa inconsciente da ansiedade, buscando junto com a pessoa a raiz psíquica que ocasiona esses sintomas. Pois, o corpo também fala e a angústia pode se somatizar em taquicardia, insônia, crises de pânico etc. Através da palavra, nas sessões de psicoterapias vão se descobrindo conteúdos inconscientes, e transformando-se as angústias e outros sintomas em algo simbolizável, encontrando novos sentidos.
Nem sempre é necessário passar pelos dois profissionais ao mesmo tempo. Na maioria dos casos, a psicoterapia é o primeiro passo recomendado, pois o psicólogo(a) trabalha os pensamentos, emoções e comportamentos que mantêm a ansiedade, ajudando o paciente a desenvolver estratégias reais de enfrentamento. O psiquiatra é indicado quando: os sintomas são intensos ou persistentes; há grande prejuízo na rotina (sono, apetite, trabalho, relacionamentos); a pessoa apresenta crises frequentes, pensamentos muito acelerados, medo constante ou dificuldade de realizar atividades do dia a dia.
Os medicamentos ajudam a reduzir os sintomas físicos e emocionais, possibilitando estabilidade, mas não tratam as causas profundas. Por isso, mesmo quando o psiquiatra entra no cuidado, a psicoterapia continua essencial.
Em muitos casos, a combinação de psicoterapia + psiquiatria é o tratamento mais eficaz, pois um profissional complementa o trabalho do outro.
Os medicamentos ajudam a reduzir os sintomas físicos e emocionais, possibilitando estabilidade, mas não tratam as causas profundas. Por isso, mesmo quando o psiquiatra entra no cuidado, a psicoterapia continua essencial.
Em muitos casos, a combinação de psicoterapia + psiquiatria é o tratamento mais eficaz, pois um profissional complementa o trabalho do outro.
Olá, tudo bem? A ansiedade é algo que causa prejuízo na vida da pessoa. Quanto maior o prejuízo, maior o nível da ansiedade. Se você está, apesar de ansiosa, fazer suas coisas normalmente, como trabalho, estudo e lazer, talvez sua ansiedade seja leve. Caso já esteja tendo dificuldade moderada em algum destes ambientes, incluindo dificuldade de contornar situações geradas pela ansiedade, pode ser que esteja com ansiedade moderada. Caso não esteja conseguindo estudar, trabalhar e fazer suas atividades rotineiras, possivelmente está com ansiedade grave. No caso da moderada e da grave, é importante consultar tanto com psiquiatra quanto com psicólogo. Na leve, talvez consulta psicológica já baste. Espero ter ajudado!
Olá!
É preciso analisar cada caso. Indico procupar primeiro um psicoterapeuta. Se precisar de psiquiatra o psicólogo irá orientar.
É preciso analisar cada caso. Indico procupar primeiro um psicoterapeuta. Se precisar de psiquiatra o psicólogo irá orientar.
Para muitos quadros de ansiedade, a combinação entre psiquiatra e psicólogo pode ser bastante útil — mas não é uma regra para todos. O psiquiatra é o profissional que avalia a dimensão biológica do sofrimento, podendo investigar questões neuroquímicas, ajustar medicação e acompanhar como o corpo responde ao tratamento. Já a psicoterapia, especialmente na perspectiva psicanalítica, trabalha o sentido subjetivo da ansiedade: como ela se forma na história do sujeito, quais conflitos inconscientes a alimentam, como certos padrões se repetem e de que modo o sintoma expressa algo da vida psíquica que não encontrou outra via de elaboração.
Enquanto a psiquiatria pode oferecer estabilização e alívio dos sintomas, a psicanálise busca compreender o que sustenta o mal-estar e, com o tempo, abrir possibilidades de transformação mais profunda. Em muitos casos, a associação dos dois cuidados é enriquecedora: a medicação cria condições para que o paciente consiga elaborar o que o angustia, e o trabalho analítico ajuda a deslocar o sentido da ansiedade, diminuindo sua intensidade e recorrência. Contudo, há pessoas que se beneficiam apenas da psicoterapia ou apenas do acompanhamento psiquiátrico — a necessidade depende da gravidade, da história e do modo singular de cada sujeito viver sua ansiedade.
Enquanto a psiquiatria pode oferecer estabilização e alívio dos sintomas, a psicanálise busca compreender o que sustenta o mal-estar e, com o tempo, abrir possibilidades de transformação mais profunda. Em muitos casos, a associação dos dois cuidados é enriquecedora: a medicação cria condições para que o paciente consiga elaborar o que o angustia, e o trabalho analítico ajuda a deslocar o sentido da ansiedade, diminuindo sua intensidade e recorrência. Contudo, há pessoas que se beneficiam apenas da psicoterapia ou apenas do acompanhamento psiquiátrico — a necessidade depende da gravidade, da história e do modo singular de cada sujeito viver sua ansiedade.
Olá, tudo bem? A dúvida que você trouxe é muito comum e faz bastante sentido. Ansiedade não é apenas um conjunto de sintomas; ela envolve corpo, mente, história de vida e modos de lidar com o mundo. Por isso, diferentes profissionais podem contribuir de maneiras distintas e complementares — mas isso não significa que sempre é necessário passar pelos dois ao mesmo tempo.
A psicoterapia costuma ser o eixo central do tratamento, porque trabalha nas causas emocionais e nos padrões que alimentam a ansiedade. Já o psiquiatra entra quando os sintomas ficam mais intensos, muito frequentes ou começam a prejudicar a rotina de forma significativa, avaliando se a medicação pode ajudar a estabilizar o quadro. Uma pergunta útil é: como a ansiedade tem interferido no seu dia a dia? Você sente que só entender e reorganizar seus pensamentos tem sido difícil, ou percebe que o corpo está reagindo de um jeito que parece maior do que você consegue controlar?
Outra reflexão importante é perceber o que você espera de cada cuidado. O que você imagina que mudaria se tivesse um acompanhamento psicológico estruturado? E, do lado médico, há algum receio ou curiosidade sobre o uso de medicação? Às vezes, o medo de “precisar dos dois” vem de uma ideia de gravidade, quando na verdade pode ser apenas um cuidado mais completo.
Quando o quadro é leve ou moderado, muitas pessoas começam apenas com psicoterapia e evoluem muito bem. Quando há sintomas mais fortes — como crises frequentes, insônia persistente, sensação de perda de controle ou impacto significativo no trabalho e nas relações — a avaliação psiquiátrica se torna uma forma de ampliar o cuidado, não um sinal de fraqueza.
Caso precise, estou à disposição.
A psicoterapia costuma ser o eixo central do tratamento, porque trabalha nas causas emocionais e nos padrões que alimentam a ansiedade. Já o psiquiatra entra quando os sintomas ficam mais intensos, muito frequentes ou começam a prejudicar a rotina de forma significativa, avaliando se a medicação pode ajudar a estabilizar o quadro. Uma pergunta útil é: como a ansiedade tem interferido no seu dia a dia? Você sente que só entender e reorganizar seus pensamentos tem sido difícil, ou percebe que o corpo está reagindo de um jeito que parece maior do que você consegue controlar?
Outra reflexão importante é perceber o que você espera de cada cuidado. O que você imagina que mudaria se tivesse um acompanhamento psicológico estruturado? E, do lado médico, há algum receio ou curiosidade sobre o uso de medicação? Às vezes, o medo de “precisar dos dois” vem de uma ideia de gravidade, quando na verdade pode ser apenas um cuidado mais completo.
Quando o quadro é leve ou moderado, muitas pessoas começam apenas com psicoterapia e evoluem muito bem. Quando há sintomas mais fortes — como crises frequentes, insônia persistente, sensação de perda de controle ou impacto significativo no trabalho e nas relações — a avaliação psiquiátrica se torna uma forma de ampliar o cuidado, não um sinal de fraqueza.
Caso precise, estou à disposição.
Sim. Psicóloga trata emoções e comportamento; psiquiatra avalia e pode medicar. Juntas, aceleram o alívio e melhoram o controle da ansiedade.
É uma excelente dúvida e a decisão de buscar o psiquiatra ou apenas o psicólogo depende muito da intensidade do seu sofrimento.
O psiquiatra se torna essencial quando a ansiedade é incontrolável e incapacitante, e a pessoa precisa de um "freio químico" imediato para conseguir funcionar. Já o psicólogo é crucial para te ajudar a entender a origem e os gatilhos da ansiedade, fornecendo as ferramentas para você gerenciar as emoções.
É verdade que muitas pessoas não gostam de medicação e preferem resolver a ansiedade apenas com a Psicoterapia. Se a intensidade dos sintomas permite, a terapia sozinha é um excelente ponto de partida, e você tem total autonomia para essa escolha.
Nesse caminho de evitar a medicação, a Hipnoterapia Clínica é uma aliada poderosa, pois ela permite trabalhar profundamente a ansiedade sem o uso de substâncias. A hipnose induz um estado de foco e relaxamento que facilita a:
Dessensibilização: Diminui a reatividade do seu sistema nervoso a situações estressantes.
Reestruturação: Ajuda a substituir padrões de pensamento ansiosos e preocupações excessivas por calma e confiança.
Portanto, o melhor caminho é começar pela Psicologia e aliar a Hipnoterapia Clínica para um trabalho profundo da mente. O psiquiatra deve ser consultado se o seu nível de ansiedade for maior do que você consegue manejar com esses apoios.
O psiquiatra se torna essencial quando a ansiedade é incontrolável e incapacitante, e a pessoa precisa de um "freio químico" imediato para conseguir funcionar. Já o psicólogo é crucial para te ajudar a entender a origem e os gatilhos da ansiedade, fornecendo as ferramentas para você gerenciar as emoções.
É verdade que muitas pessoas não gostam de medicação e preferem resolver a ansiedade apenas com a Psicoterapia. Se a intensidade dos sintomas permite, a terapia sozinha é um excelente ponto de partida, e você tem total autonomia para essa escolha.
Nesse caminho de evitar a medicação, a Hipnoterapia Clínica é uma aliada poderosa, pois ela permite trabalhar profundamente a ansiedade sem o uso de substâncias. A hipnose induz um estado de foco e relaxamento que facilita a:
Dessensibilização: Diminui a reatividade do seu sistema nervoso a situações estressantes.
Reestruturação: Ajuda a substituir padrões de pensamento ansiosos e preocupações excessivas por calma e confiança.
Portanto, o melhor caminho é começar pela Psicologia e aliar a Hipnoterapia Clínica para um trabalho profundo da mente. O psiquiatra deve ser consultado se o seu nível de ansiedade for maior do que você consegue manejar com esses apoios.
Depende do caso, mas em muitos quadros de ansiedade, passar pelos dois profissionais é benéfico.
A psicoterapia trabalha as causas, os padrões de pensamento e comportamento, e promove mudanças duradouras. A psicoterapia vai ajudar a entender a ansiedade, identificar gatilhos, aprender estratégias para lidar com os sintomas e desenvolver recursos emocionais para o dia a dia.
Na consulta com psiquiatra, o profissional vai avalia se há necessidade de medicação, especialmente quando a ansiedade é intensa, persistente ou está causando grande sofrimento e prejuízo na vida da pessoa. O medicamento pode ajudar a reduzir os sintomas e dar condições para que a pessoa aproveite melhor a psicoterapia.
A psicoterapia trabalha as causas, os padrões de pensamento e comportamento, e promove mudanças duradouras. A psicoterapia vai ajudar a entender a ansiedade, identificar gatilhos, aprender estratégias para lidar com os sintomas e desenvolver recursos emocionais para o dia a dia.
Na consulta com psiquiatra, o profissional vai avalia se há necessidade de medicação, especialmente quando a ansiedade é intensa, persistente ou está causando grande sofrimento e prejuízo na vida da pessoa. O medicamento pode ajudar a reduzir os sintomas e dar condições para que a pessoa aproveite melhor a psicoterapia.
Qualquer pessoa pode ir ao psicólogo em qualquer fase da vida. Ao psiquiatra é indicado ir quando os níveis de sofrimento estão excedendo sua capacidade de lidar com ele. Então a resposta seria: depende de qual seu nível de sofrimento. Um acompanhamento com os dois profissionais tende a ser mais completo e eficiente.
Depende de cada caso. Nem toda ansiedade exige acompanhamento com psiquiatra e psicóloga ao mesmo tempo.
A psicoterapia é fundamental no tratamento da ansiedade, pois ajuda a compreender as causas, identificar gatilhos, modificar padrões de pensamento e aprender estratégias para lidar com os sintomas no dia a dia. Em muitos casos leves e moderados, a psicoterapia por si só já é suficiente.
O psiquiatra entra quando os sintomas são mais intensos, persistentes ou causam prejuízos importantes na vida da pessoa. Nesses casos, a medicação pode ajudar a reduzir os sintomas e permitir que a pessoa aproveite melhor o processo terapêutico.
Quando necessário, o trabalho conjunto entre psicóloga(o) e psiquiatra costuma trazer bons resultados, pois une o cuidado emocional ao manejo dos sintomas físicos e neuroquímicos da ansiedade.
O mais indicado é iniciar por uma avaliação psicológica. A partir dela, se houver necessidade, o encaminhamento ao psiquiatra pode ser feito de forma ética e individualizada.
A psicoterapia é fundamental no tratamento da ansiedade, pois ajuda a compreender as causas, identificar gatilhos, modificar padrões de pensamento e aprender estratégias para lidar com os sintomas no dia a dia. Em muitos casos leves e moderados, a psicoterapia por si só já é suficiente.
O psiquiatra entra quando os sintomas são mais intensos, persistentes ou causam prejuízos importantes na vida da pessoa. Nesses casos, a medicação pode ajudar a reduzir os sintomas e permitir que a pessoa aproveite melhor o processo terapêutico.
Quando necessário, o trabalho conjunto entre psicóloga(o) e psiquiatra costuma trazer bons resultados, pois une o cuidado emocional ao manejo dos sintomas físicos e neuroquímicos da ansiedade.
O mais indicado é iniciar por uma avaliação psicológica. A partir dela, se houver necessidade, o encaminhamento ao psiquiatra pode ser feito de forma ética e individualizada.
Sim, na maioria dos casos de ansiedade, a combinação de psicóloga(o) e psiquiatra é a abordagem mais completa, mas nem sempre os dois são necessários ao mesmo tempo. Do ponto de vista comportamental, a psicoterapia é fundamental para aprender a lidar com os gatilhos da ansiedade, modificar padrões de pensamento e comportamento, desenvolver regulação emocional e prevenir recaídas; já o psiquiatra entra quando os sintomas são mais intensos ou persistentes, interferem significativamente no sono, no trabalho ou nas relações, ou quando a ansiedade está tão elevada que dificulta o aproveitamento da terapia, podendo avaliar a necessidade de medicação. Em geral, é indicado procurar ambos quando a ansiedade causa sofrimento frequente, crises recorrentes ou prejuízo funcional; quando os sintomas são leves a moderados, muitas pessoas melhoram apenas com psicoterapia, enquanto o acompanhamento psiquiátrico pode ser um suporte temporário. O ideal é que os profissionais atuem de forma integrada, cada um cumprindo seu papel no cuidado.
Ótima pergunta — e muito comum. Obrigado por trazê-la.
Pelo olhar da Análise do Comportamento, a ansiedade não é apenas um “sintoma”, mas uma resposta que se constrói a partir das experiências, do ambiente e das formas que a pessoa aprendeu para lidar com situações difíceis. Por isso, a psicoterapia é fundamental, pois ajuda a compreender esses padrões e a desenvolver novas formas de enfrentamento no dia a dia.
Em alguns casos, o acompanhamento com psiquiatra também pode ser indicado, especialmente quando a ansiedade está muito intensa, persistente ou comprometendo o funcionamento da pessoa. A medicação não substitui a terapia, mas pode ser um recurso temporário para reduzir o sofrimento enquanto o trabalho psicológico acontece.
O ideal, quando necessário, é que psicólogo e psiquiatra atuem de forma complementar, cada um dentro da sua área, sempre respeitando a singularidade de cada pessoa.
Se você sente que a ansiedade está difícil de manejar, deixo aqui um convite para iniciar um processo de psicoterapia. Um espaço de escuta e cuidado pode ajudar muito a entender o que está acontecendo e construir caminhos mais saudáveis. Estou à disposição.
Pelo olhar da Análise do Comportamento, a ansiedade não é apenas um “sintoma”, mas uma resposta que se constrói a partir das experiências, do ambiente e das formas que a pessoa aprendeu para lidar com situações difíceis. Por isso, a psicoterapia é fundamental, pois ajuda a compreender esses padrões e a desenvolver novas formas de enfrentamento no dia a dia.
Em alguns casos, o acompanhamento com psiquiatra também pode ser indicado, especialmente quando a ansiedade está muito intensa, persistente ou comprometendo o funcionamento da pessoa. A medicação não substitui a terapia, mas pode ser um recurso temporário para reduzir o sofrimento enquanto o trabalho psicológico acontece.
O ideal, quando necessário, é que psicólogo e psiquiatra atuem de forma complementar, cada um dentro da sua área, sempre respeitando a singularidade de cada pessoa.
Se você sente que a ansiedade está difícil de manejar, deixo aqui um convite para iniciar um processo de psicoterapia. Um espaço de escuta e cuidado pode ajudar muito a entender o que está acontecendo e construir caminhos mais saudáveis. Estou à disposição.
Em casos leves, apenas a psicoterapia pode resolver. Mas se os sintomas forem intensos, a medicação acelera o processo e facilita o trabalho terapêutico.
Especialistas
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