Isso me preocupa muito: Não sinto o limite em situações perigosas (ex.: automutilação) não tenho noç
Isso me preocupa muito: Não sinto o limite em situações perigosas (ex.: automutilação) não tenho noção clara de quando parar algo "perigoso", por isso não bebo ou fumo, eu não saberia parar. Sinto que minha cabeça não vê o limite das coisas. Eu não entendo. É como se tivesse nascido uma suicida e estivesse tentando a todo custo não me matar. (E, atualmente, não tenho ideação s.)
3 respostas
Olá! A falta de limite relatada, além de trazer a você muito sofrimento faz com que corra riscos. Quem sofre não entende tal sentimento psicopatológico, apesar de tentar se ver livre dele de uma maneira ou outra. Que bom por optar por não beber e fumar, continue assim e procure uma ajuda psicológica e combaterá tal importuno. Você demonstrou ter insight na sua pergunta e sua riqueza na compreensão interna muito lhe ajudará em seu tratamento.
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Boa noite, busque um bom psiquiatra. A impulsividade, tentativa de suicidio, automutilação, abuso de alcool e outras situações que bom colocar a vida em risco é importante avaliar se seria um quadro de transtorno bipolar.
Sentir que você tem dificuldade em perceber limites em situações potencialmente perigosas pode ser algo muito angustiante, e é compreensível que isso gere preocupação. Muitas pessoas descrevem experiências parecidas quando lidam com impulsividade intensa, sofrimento emocional ou dificuldades em regular emoções, e isso merece atenção cuidadosa. O fato de você reconhecer esse padrão e procurar se proteger — como evitar álcool ou outras situações que possam aumentar o risco — mostra um grau importante de consciência e cuidado consigo mesma. Quando surgem pensamentos ou comportamentos ligados à automutilação ou dificuldade de controle, é muito importante conversar abertamente com um profissional de saúde mental. Um psiquiatra ou psicólogo pode ajudar a entender melhor o que está por trás dessas sensações e trabalhar estratégias seguras para lidar com elas. Se esses sentimentos voltarem a ficar intensos ou começarem a trazer risco para você, procurar apoio profissional imediato é fundamental. Você não precisa lidar com isso sozinha, e existem abordagens terapêuticas específicas que ajudam muito pessoas que passam por esse tipo de dificuldade.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

