Lamotrigina associada à fluoxetina é indicada para borderlines?
4
respostas
Lamotrigina associada à fluoxetina é indicada para borderlines?
A princípio não existe uma combinação determinada de fármacos para o tratamento de TP borderline, sendo que a realização de Psicotetapia é fundamental para o sucesso é melhora do paciente.
Na pratica, se usa os fármacos de forma sintomática para equilibrar mais os pacientes, sendo comum a
Associação de 2-3 fármacos, muitas vezes com resposta parcial. O uso de fluoxetina um inibidor seletivo de recaptacao de serotonina com a
Lamotrigina, um anticonvulsivante pode ser feito com resultados. Outras opções são o uso de estabilizadores do humor e uso de antipsicóticos modernos que também tem propriedades semelhantes. Lembrando que pacientes com este diagnóstico muitas vezes são tratados e confundidos como portadores de transtorno afetivo bipolar. Sendo que alguns realmente podem ter as duas patologias.
Na pratica, se usa os fármacos de forma sintomática para equilibrar mais os pacientes, sendo comum a
Associação de 2-3 fármacos, muitas vezes com resposta parcial. O uso de fluoxetina um inibidor seletivo de recaptacao de serotonina com a
Lamotrigina, um anticonvulsivante pode ser feito com resultados. Outras opções são o uso de estabilizadores do humor e uso de antipsicóticos modernos que também tem propriedades semelhantes. Lembrando que pacientes com este diagnóstico muitas vezes são tratados e confundidos como portadores de transtorno afetivo bipolar. Sendo que alguns realmente podem ter as duas patologias.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Não há combinação de psicofarmacos para tratar o TP Borderline. Psicoterapia tem papel prioritário no tratamento desta patologia. Os psicofarmacos são utilizados para tratar sintomas.
O Transtorno da Personalidade Borderline é um quadro complexo, que se torna cada vez mais frequente e, por essa razão, é cada vez mais estudado. A psicoterapia para esse quadro busca compreender as relações, muitas vezes prejudiciais, estabelecidas pelo sujeito, seus comportamentos impulsivos e os sentimentos de conflito ou de vazio. Portanto, o tratamento medicamentoso terá efeito em algumas partes do Transtorno Borderline, mas não em seu todo. Para tanto, é necessário o vínculo com profissionais da psiquiatria e da psicologia.
Claro que sim. A medicação de cada paciente é individualizada , portanto uma determinada substância que serve para uma pessoa pode não servir para outra e vice versa. A fluoxetina é um inibidor de recaptação de serotonina que pode atuar muito bem quanto a agressividade e impulsividade e a lamotrigina é um estabilizador do humor que atua melhorando as explosões de "raiva ", o humor e a impulsividade que são características de quem é portador de Transtorno de personalidade Borderline. Mas acredito que a combinacão do tratamento medicamentoso com a psicoterapia é muito melhor.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- De que forma a neuropsicologia define o fenômeno de “ancoragem inversa” no contexto da chamada simbiose epistêmica em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como esse constructo se relaciona com processos de regulação emocional, funções executivas, cognição social, memória…
- “Quais são os principais achados clínicos e neurocognitivos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), segundo a neuropsicologia contemporânea, com ênfase na desregulação emocional, impulsividade, cognição social e funções executivas?”
- “Quais são os principais achados neuropsicológicos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), com ênfase em alterações da regulação emocional, do controle inibitório, da cognição social e das funções executivas?”
- Como o psiquiatra diferencia impulsividade autodestrutiva de comportamentos adaptativos arriscados?
- . Qual é a relação entre trauma do desenvolvimento e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Qual é a diferença entre “hipervigilância estável” no Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT-C) e “instabilidade de precisão” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- De que forma a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) compreende o fenômeno de “ancoragem inversa” no contexto da chamada simbiose epistêmica em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como esse processo se relaciona com crenças centrais, esquemas desadaptativos, pensamentos…
- De que forma, na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a “simbiose epistêmica” influencia os processos de memória transativa em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerando crenças centrais, esquemas desadaptativos, processamento de informações, regulação emocional…
- “Quais intervenções ajudam na melhora da socialização no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
- De que forma a busca por expressão autêntica influencia a aliança terapêutica na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerando a identificação e modificação de pensamentos automáticos, crenças centrais e esquemas desadaptativos,…
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 4967 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.