Meu filho autista tem 25 anos, está tomando 3 gotas derivotril 3×p/dia e carbaazepina 400 de 12/12 h

Meu filho autista tem 25 anos, está tomando 3 gotas derivotril 3×p/dia e carbaazepina 400 de 12/12 hrs para ajudar a controlar as crises epiletica, mas todo dia ele tem crises de ausência. Agora estou dando 3 gotas de 8/8 hrs. Quero saber se posso dar 5 de 8/8hrs ? Pois ele tomava so 5 gotas a noite mais não tava dando efeito pois as crises de ausência avançava para epiletica. Agora tá tendo só de ausência

2 respostas


Lamento que seu filho esteja passando por isso. No entanto, é fundamental que você compreenda que não posso fornecer ou alterar prescrições médicas, principalmente para condições tão complexas. As doses dos medicamentos, como o clonazepam (Rivotril) e a carbamazepina, devem ser ajustadas por um neurologista ou psiquiatra com base no quadro clínico individual do paciente. Alterações na dosagem, especialmente sem orientação médica, podem levar a efeitos indesejados ou potencialmente perigosos. Se você está preocupada com a eficácia do tratamento atual do seu filho, o melhor a fazer é marcar uma consulta com o neurologista ou psiquiatra responsável pelo tratamento dele. Este profissional poderá avaliar a situação atual e, se necessário, ajustar a medicação ou propor outras abordagens terapêuticas. Por favor, consulte o médico responsável pelo tratamento do seu filho antes de fazer qualquer alteração na medicação. A segurança e o bem-estar do seu filho são primordiais.

Dr. Gustavo Holanda

Dr. Gustavo Holanda

Neurologista pediátrico

Recife

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Esta dúvida da senhora requer uma avaliação médica em consulta. É necessário compreender como foi a escolha medicamentosa desde o início para o tratamento da epilepsia de seu filho, quais doses ele já usou, e qual dose foi mais efetiva de cada opção medicamentosa, saber se de fato as crises dele são de ausência ou de parada comportamental, compreender a semiologia dessas crises, qual é a classificação desta epilepsia, qual frequência de crises, exames de imagem, perfil de eletroencefalograma, comorbidades clínicas, interações medicamentosas. É impossível opinar por caixa de pergunta algo que querer uma avaliação médica, e até perigoso uma sugestão dessas por caixa de perguntas, sem uma adequada avaliação. Sugiro que discuta com o médico dele sobre o controle das crises dele, e opções terapêuticas, e não realizar auto-medicação sem conversar com um médico em consulta. Se optar por segunda opinião, dispomos de vários neurologistas infantis na plataforma qualificados para avaliação apropriada do caso.

Dra. Rafaela Fernandes Dantas

Dra. Rafaela Fernandes Dantas

Neurologista pediátrico

Rio de Janeiro

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.