Meu filho começou a tomar 1/2 do ácido valproico de 500mg. Ele ja tomou ele em xarope 5ml.. quando e
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Meu filho começou a tomar 1/2 do ácido valproico de 500mg. Ele ja tomou ele em xarope 5ml.. quando era mais novo, hj tem 13 anos.
Foi pra escola sonolento,mas a noite ele atua o que sonha,tem algo relacionado?existe crises q causam isso? Breve fará eletro.
Foi pra escola sonolento,mas a noite ele atua o que sonha,tem algo relacionado?existe crises q causam isso? Breve fará eletro.
O ácido valproico pode causar sonolência durante o dia. É importante realizar os exames solicitados pelo neuro, como nível sérico do medicamento e atualizar eletroencefalograma!
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Compreendo sua preocupação, principalmente ao perceber mudanças no comportamento do seu filho após iniciar uma medicação.
O ácido valproico é um medicamento bastante utilizado para controle de crises epilépticas e também em algumas condições neurológicas e psiquiátricas. Um dos efeitos colaterais mais comuns, especialmente no início do tratamento ou após ajustes de dose, é a sonolência. Isso acontece porque a medicação atua diretamente no sistema nervoso central, reduzindo a excitabilidade cerebral. Em muitos casos, esse efeito tende a diminuir com o tempo, à medida que o organismo se adapta.
Sobre o fato de ele “atuar” os sonhos durante a noite, isso merece uma atenção mais cuidadosa. Esse tipo de comportamento pode estar relacionado a algumas possibilidades. Uma delas são fenômenos do sono, como parassonias, que incluem falar, gritar, sentar na cama ou até realizar movimentos durante o sono. Outra possibilidade, embora menos comum, são crises epilépticas noturnas, que podem se manifestar com movimentos automáticos ou comportamentos incomuns durante o sono. Existe ainda uma condição chamada Distúrbio Comportamental do Sono REM, na qual a pessoa perde o “bloqueio” natural do corpo durante os sonhos e passa a encená-los.
O fato de ele estar em uma dose possivelmente baixa (“subdose”) pode ter dois efeitos importantes: por um lado, pode não estar controlando completamente eventuais descargas elétricas cerebrais; por outro, ainda assim pode causar efeitos colaterais como a sonolência. Esse equilíbrio entre dose eficaz e tolerabilidade precisa ser ajustado de forma individualizada.
O eletroencefalograma (EEG) será fundamental nesse momento. Ele ajuda a identificar se há atividade epileptiforme, principalmente durante o sono, e pode esclarecer se esses episódios noturnos têm origem epiléptica ou não. Em alguns casos, exames com registro do sono aumentam ainda mais a chance de diagnóstico.
Até lá, observe alguns pontos importantes: frequência desses episódios, duração, se há rigidez corporal, movimentos repetitivos, confusão ao acordar ou amnésia do evento. Esses detalhes ajudam muito na definição do quadro.
Em uma teleconsulta é possível aprofundar essa avaliação, revisar a dose da medicação, correlacionar os sintomas com o histórico clínico e orientar os próximos passos com mais precisão. Plataformas como a Doctoralia permitem acesso a médicos bem avaliados, com experiência em casos semelhantes ao do seu filho, de forma rápida e segura.
Além disso, em um cenário com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes de vírus respiratórios, o atendimento por telemedicina reduz riscos desnecessários. Você evita deslocamentos, salas de espera e ganha tempo para focar no que realmente importa. A telemedicina também possibilita segunda opinião especializada, com discrição e conveniência.
Se achar adequado, posso te orientar melhor em consulta, inclusive analisando o EEG quando estiver pronto e ajudando a ajustar a conduta com segurança. Mesmo que não seja agora, vale a pena manter esse contato acessível para quando precisar.
O ácido valproico é um medicamento bastante utilizado para controle de crises epilépticas e também em algumas condições neurológicas e psiquiátricas. Um dos efeitos colaterais mais comuns, especialmente no início do tratamento ou após ajustes de dose, é a sonolência. Isso acontece porque a medicação atua diretamente no sistema nervoso central, reduzindo a excitabilidade cerebral. Em muitos casos, esse efeito tende a diminuir com o tempo, à medida que o organismo se adapta.
Sobre o fato de ele “atuar” os sonhos durante a noite, isso merece uma atenção mais cuidadosa. Esse tipo de comportamento pode estar relacionado a algumas possibilidades. Uma delas são fenômenos do sono, como parassonias, que incluem falar, gritar, sentar na cama ou até realizar movimentos durante o sono. Outra possibilidade, embora menos comum, são crises epilépticas noturnas, que podem se manifestar com movimentos automáticos ou comportamentos incomuns durante o sono. Existe ainda uma condição chamada Distúrbio Comportamental do Sono REM, na qual a pessoa perde o “bloqueio” natural do corpo durante os sonhos e passa a encená-los.
O fato de ele estar em uma dose possivelmente baixa (“subdose”) pode ter dois efeitos importantes: por um lado, pode não estar controlando completamente eventuais descargas elétricas cerebrais; por outro, ainda assim pode causar efeitos colaterais como a sonolência. Esse equilíbrio entre dose eficaz e tolerabilidade precisa ser ajustado de forma individualizada.
O eletroencefalograma (EEG) será fundamental nesse momento. Ele ajuda a identificar se há atividade epileptiforme, principalmente durante o sono, e pode esclarecer se esses episódios noturnos têm origem epiléptica ou não. Em alguns casos, exames com registro do sono aumentam ainda mais a chance de diagnóstico.
Até lá, observe alguns pontos importantes: frequência desses episódios, duração, se há rigidez corporal, movimentos repetitivos, confusão ao acordar ou amnésia do evento. Esses detalhes ajudam muito na definição do quadro.
Em uma teleconsulta é possível aprofundar essa avaliação, revisar a dose da medicação, correlacionar os sintomas com o histórico clínico e orientar os próximos passos com mais precisão. Plataformas como a Doctoralia permitem acesso a médicos bem avaliados, com experiência em casos semelhantes ao do seu filho, de forma rápida e segura.
Além disso, em um cenário com circulação de doenças como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes de vírus respiratórios, o atendimento por telemedicina reduz riscos desnecessários. Você evita deslocamentos, salas de espera e ganha tempo para focar no que realmente importa. A telemedicina também possibilita segunda opinião especializada, com discrição e conveniência.
Se achar adequado, posso te orientar melhor em consulta, inclusive analisando o EEG quando estiver pronto e ajudando a ajustar a conduta com segurança. Mesmo que não seja agora, vale a pena manter esse contato acessível para quando precisar.
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