Meu filho tem 11 anos ,tem TDAH,vive pegando em sua parte íntima ele diz que não consegue se control
2
respostas
Meu filho tem 11 anos ,tem TDAH,vive pegando em sua parte íntima ele diz que não consegue se controlar , isso tem haver com o TDAH ?
Sim, existe uma relação entre TDAH e dificuldade de controle de impulsos, incluindo comportamentos repetitivos como tocar a região genital. O TDAH é caracterizado por impulsividade e dificuldade de controle inibitório, o que pode manifestar-se em diversos comportamentos difíceis de controlar.
No entanto, é importante avaliar se o comportamento é apropriado para a idade ou se representa um problema que necessita intervenção. É importante procurar atendimento médico, sobretudo se for excessivo, estiver afetando seu dia-a-dia ou, se apesar das orientações, o fizer em locais públicos!
No entanto, é importante avaliar se o comportamento é apropriado para a idade ou se representa um problema que necessita intervenção. É importante procurar atendimento médico, sobretudo se for excessivo, estiver afetando seu dia-a-dia ou, se apesar das orientações, o fizer em locais públicos!
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Entendo sua preocupação, porque esse tipo de comportamento costuma gerar dúvidas e até constrangimento na família. Vamos por partes. Crianças na faixa dos 11 anos estão entrando na puberdade, um período marcado por curiosidade corporal, descoberta de sensações e aumento de estímulos hormonais. O ato de tocar a própria genitália pode, em muitos casos, fazer parte desse processo de desenvolvimento e não necessariamente indica algo grave.
No entanto, quando a criança diz que “não consegue se controlar”, isso merece atenção. O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade está associado a dificuldades de controle inibitório, impulsividade e autorregulação. Ou seja, crianças com TDAH podem ter mais dificuldade em conter impulsos, inclusive comportamentos corporais, principalmente em situações de tédio, ansiedade ou necessidade de autorregulação emocional. Isso não significa que o TDAH “cause” diretamente o comportamento, mas pode facilitar que ele ocorra de forma mais frequente, intensa ou em momentos inadequados.
Outro ponto importante é observar o contexto. Se esse comportamento acontece em público, de forma repetitiva e sem percepção de limites sociais, precisamos intervir com orientação clara e consistente. A criança deve ser ensinada, com linguagem simples, que esse tipo de comportamento é privado e deve acontecer apenas em locais adequados, como no quarto ou no banheiro. Não se trata de punição, mas de educação e direcionamento. Crianças com TDAH, em especial, se beneficiam de regras objetivas, repetição e supervisão próxima.
Também vale investigar se há fatores associados, como ansiedade, tédio excessivo, dificuldade de engajamento em atividades, exposição a conteúdos inadequados ou até questões sensoriais. Em alguns casos, esse comportamento pode funcionar como uma forma de aliviar tensão interna. Se houver aumento progressivo, prejuízo social ou dificuldade importante de controle, a avaliação com neuropediatra ou psicólogo é indicada para um olhar mais amplo.
Com orientação adequada, manejo comportamental e, quando necessário, ajustes no tratamento do TDAH, esse comportamento tende a ser compreendido e reduzido ao longo do tempo. Em uma teleconsulta é possível aprofundar essa investigação, entender melhor o contexto da criança e orientar estratégias práticas para o dia a dia. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos com alto índice de satisfação, facilitando o acesso a uma segunda opinião qualificada.
Em um cenário com doenças infectocontagiosas como COVID-19, Mpox, Parvovírus B19 e Gripe Aviária H5N1, o atendimento por telemedicina se tornou uma alternativa segura e eficiente. Você evita deslocamentos, reduz riscos de exposição e ganha praticidade no cuidado com seu filho. A teleconsulta permite acompanhamento, esclarecimento de dúvidas e até segunda opinião médica de forma rápida, discreta e confiável. Mesmo que não precise agora, vale conhecer o perfil dos profissionais, manter o contato e estar preparado para quando surgir a necessidade.
No entanto, quando a criança diz que “não consegue se controlar”, isso merece atenção. O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade está associado a dificuldades de controle inibitório, impulsividade e autorregulação. Ou seja, crianças com TDAH podem ter mais dificuldade em conter impulsos, inclusive comportamentos corporais, principalmente em situações de tédio, ansiedade ou necessidade de autorregulação emocional. Isso não significa que o TDAH “cause” diretamente o comportamento, mas pode facilitar que ele ocorra de forma mais frequente, intensa ou em momentos inadequados.
Outro ponto importante é observar o contexto. Se esse comportamento acontece em público, de forma repetitiva e sem percepção de limites sociais, precisamos intervir com orientação clara e consistente. A criança deve ser ensinada, com linguagem simples, que esse tipo de comportamento é privado e deve acontecer apenas em locais adequados, como no quarto ou no banheiro. Não se trata de punição, mas de educação e direcionamento. Crianças com TDAH, em especial, se beneficiam de regras objetivas, repetição e supervisão próxima.
Também vale investigar se há fatores associados, como ansiedade, tédio excessivo, dificuldade de engajamento em atividades, exposição a conteúdos inadequados ou até questões sensoriais. Em alguns casos, esse comportamento pode funcionar como uma forma de aliviar tensão interna. Se houver aumento progressivo, prejuízo social ou dificuldade importante de controle, a avaliação com neuropediatra ou psicólogo é indicada para um olhar mais amplo.
Com orientação adequada, manejo comportamental e, quando necessário, ajustes no tratamento do TDAH, esse comportamento tende a ser compreendido e reduzido ao longo do tempo. Em uma teleconsulta é possível aprofundar essa investigação, entender melhor o contexto da criança e orientar estratégias práticas para o dia a dia. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos com alto índice de satisfação, facilitando o acesso a uma segunda opinião qualificada.
Em um cenário com doenças infectocontagiosas como COVID-19, Mpox, Parvovírus B19 e Gripe Aviária H5N1, o atendimento por telemedicina se tornou uma alternativa segura e eficiente. Você evita deslocamentos, reduz riscos de exposição e ganha praticidade no cuidado com seu filho. A teleconsulta permite acompanhamento, esclarecimento de dúvidas e até segunda opinião médica de forma rápida, discreta e confiável. Mesmo que não precise agora, vale conhecer o perfil dos profissionais, manter o contato e estar preparado para quando surgir a necessidade.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Olá, fui diagnosticada com tdah a pouco tempo (Mas acho que o diagnostico talvez esteja errado ou algo não saiu certo, não sei dizer, fui diagnosticada também com dois tipos de ansiedade e penso que a minha memória ruim e a minha concentração possa ser pela ansiedade?). Foi prescrito o medicamento Atentah…
- Tenho TDAH e Enxaqueca Vestibular. Concerta 18mg está me causando sonolência/cansaço e 36mg está piorando muito minha enxaqueca (parestesias/queimação em lado direito da face e cabeça, com movimentação normal) dá até medo de ter um AVC. Isso é normal?
- Olá, minha filha tem TDAH diagnosticado desde 2024, a escola adapta as provas dela, porém, ela não tem Pei, e nunca me chamaram para fazer, estou na dúvida pq uma colega me informou que a escola chamou ela pra fazer do filho dela que tem TEA.
- Eu tenho 36 anos, suspeita de TDAH/TAG. Eu tenho ansiedade, dificuldade de foco/concentração, está prejudicando a minha vida acadêmica e profissional. Eu fui para a primeira consulta de psiquiatra, ele receitou Lind 30mg, 1x ao dia e Viverdal, 1x a noite. Eu não comecei a tomar, pois eu tenho medo dos…
- Tenho 28 anos e gostaria de iniciar uma investigação para possível TDAH. Tenho muita dificuldade em reter informações: frequentemente esqueço coisas que acabei de ler ou até mesmo conteúdos de videoaulas. Faço exames com frequência e minhas vitaminas costumam estar sempre dentro do normal. Durante o…
- Dificuldade de retenção, pensamentos desorganizados e hiperfoco: pode ser TDAH adulto? Olá. Tenho 28 anos e gostaria de saber se meu relato é compatível com um quadro de TDAH na vida adulta e qual o melhor caminho para investigação. Apesar de ter tido um desenvolvimento escolar típico (aprendi a ler…
- Fui diagnosticada com TDAH já na fase adulta (mas os sintomas são desde criança), a médica passou o tratamento com Lidexor 30mg, porém percebo que a medicação só age bem no primeiro dia depois da pausa do fim de semana (na segunda-feira), melhorando meu foco, minha atenção, me ajudando a me distrair…
- a bupropiona e mais eficiente na melhora cognitiva ou o atentah e superior?, obs em relação ao tdah
- Tenho 45 anos e fiz um teste que indica alta probabilidade de um diagnóstico positivo de TDAH. Estou considerando prosseguir com o diagnóstico formal, e gostaria de informações sobre o procedimento e custo. 1) Quem faz este diagnóstico formal (com laudo)? 2) Quais os passos para este diagnóstico 3)…
- Venvanse 30mg venlafaxina de 75 mg durante o dia a e trazodona 50 mg a noite é uma combinação boa para TAG/TDAH?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 480 perguntas sobre Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH)
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.