Meu sobrinho com dois anos e cinco meses está apresentando um comportamento atípico como choro quand
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Meu sobrinho com dois anos e cinco meses está apresentando um comportamento atípico como choro quando a professora predileta não está,não consegue dividir a atenção da professora com outras crianças.O que pode ser feito para ajudá-lo?
Esse comportamento pode estar ligado à ansiedade de separação e à formação de vínculo preferencial, algo comum nessa idade. A ausência da professora ativa insegurança, e a dificuldade em dividir atenção ainda faz parte do desenvolvimento emocional.
É importante manter rotina previsível e preparar a criança quando houver mudanças.
Se for muito intenso ou persistente, vale orientação com um profissional para avaliar com mais cuidado.
É importante manter rotina previsível e preparar a criança quando houver mudanças.
Se for muito intenso ou persistente, vale orientação com um profissional para avaliar com mais cuidado.
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Olá, dois anos e cinco meses é uma idade que a criança precisa de apego e segurança, caba aos adultos trabalharem para oferecer isso à criança. Se na escolinha não tem serviço de orientação comportamental para os adultos, é importante procurar. Também pode estar relacionado a questões em casa, com os pais. Por isso é importante que os pais também tenham a orientação psicológica profissional.
Olá,
Ao meu ver o comportamento de seu sobrinho nõa é atípico, ele está expressando sentimentos e emoções. Se ele tem predileção uma professora e chora porque ela não está, está expressando a falta que sente dela chorando, não querer dividir a atenção da professora predileta com os colegas é algo que pode ocorrer também. Aprender a dividir a atenção do adulto querido com outros, é um aprendizado que vai precisar da mediação dos adultos. Se a mediação for muito autoritária tipo: "Para de chorar menino", ou seja, tentar suprimir as emoções da situação, não estaremos colaborando de forma adequada para o desenvolvimento do seu sobrinho. É necessário acolhimento e limites.
Ao meu ver o comportamento de seu sobrinho nõa é atípico, ele está expressando sentimentos e emoções. Se ele tem predileção uma professora e chora porque ela não está, está expressando a falta que sente dela chorando, não querer dividir a atenção da professora predileta com os colegas é algo que pode ocorrer também. Aprender a dividir a atenção do adulto querido com outros, é um aprendizado que vai precisar da mediação dos adultos. Se a mediação for muito autoritária tipo: "Para de chorar menino", ou seja, tentar suprimir as emoções da situação, não estaremos colaborando de forma adequada para o desenvolvimento do seu sobrinho. É necessário acolhimento e limites.
Isso talvez não deva ser visto imediatamente como “problema”, mas como uma forma de expressão emocional típica de uma fase do desenvolvimento, especialmente considerando a idade dele.
O que você descreve toca em temas centrais como vínculo, separação e segurança emocional.
Nessa fase, é comum que a criança eleja uma figura como “porto seguro”
a criança pode sentir como se perdesse sua base de segurança
o choro é uma forma de expressar essa angústia.
Ela ainda não consegue compreender plenamente que pode compartilhar a atenção, não é egoísmo, é uma limitação do desenvolvimento emocional.
Para ajuda-lo nomear e validar o que ele sente, em vez de tentar interromper o choro rapidamente, o mais importante é dar sentido à experiência:
“Você ficou triste porque a professora não veio hoje?”
“Você gosta muito dela, né?”
Isso ajuda a criança a organizar emocionalmente o que sente.
O que você descreve toca em temas centrais como vínculo, separação e segurança emocional.
Nessa fase, é comum que a criança eleja uma figura como “porto seguro”
a criança pode sentir como se perdesse sua base de segurança
o choro é uma forma de expressar essa angústia.
Ela ainda não consegue compreender plenamente que pode compartilhar a atenção, não é egoísmo, é uma limitação do desenvolvimento emocional.
Para ajuda-lo nomear e validar o que ele sente, em vez de tentar interromper o choro rapidamente, o mais importante é dar sentido à experiência:
“Você ficou triste porque a professora não veio hoje?”
“Você gosta muito dela, né?”
Isso ajuda a criança a organizar emocionalmente o que sente.
Inicialmente, creio que os pais devem conversar com um analista e explicar com detalhes o que sabem e o que percebem na rotina da criança. Vejo que escutar a demanda dos pais com atenção pode ser o começo de um tratamento adequado.
cabe observar se, em razão da idade e da insegurança natural, ele evolui (consegue interagir com outras) ou não. Qualquer prognóstico sem observação prolongada é precoce e não necessariamente refletirá a realidade
Pelo que você descreve, esse comportamento pode ser compreendido dentro do desenvolvimento esperado para a idade, especialmente na fase em que a criança ainda está estruturando a segurança emocional fora do ambiente familiar.
Aos 2 anos e 5 meses, é comum que a criança:
crie um vínculo mais forte com uma figura de referência (como a professora “predileta”)
tenha dificuldade em compartilhar atenção
reaja com choro diante de mudanças ou ausência dessa figura
Isso não significa, necessariamente, algo patológico — muitas vezes está relacionado à chamada ansiedade de separação e à necessidade de previsibilidade.
Algumas estratégias que podem ajudar:
Manter uma rotina previsível, avisando quando a professora não estará presente
Validar o sentimento da criança, sem repreender o choro (“você sentiu falta dela, né?”)
Estimular, de forma gradual, o vínculo com outras professoras, sem forçar
Evitar reforçar exclusividade, ajudando a criança a perceber que a atenção pode ser compartilhada com segurança
É importante também o alinhamento com a escola, para que a equipe acolha a criança e atue de forma consistente.
Caso o comportamento seja muito intenso, persistente ou venha acompanhado de outras dificuldades (interação, linguagem, alimentação, sono), pode ser interessante uma avaliação com um profissional da infância para um olhar mais aprofundado.
De modo geral, com acolhimento e constância, a tendência é que a criança vá ampliando sua capacidade de adaptação e segurança nas relações.
Aos 2 anos e 5 meses, é comum que a criança:
crie um vínculo mais forte com uma figura de referência (como a professora “predileta”)
tenha dificuldade em compartilhar atenção
reaja com choro diante de mudanças ou ausência dessa figura
Isso não significa, necessariamente, algo patológico — muitas vezes está relacionado à chamada ansiedade de separação e à necessidade de previsibilidade.
Algumas estratégias que podem ajudar:
Manter uma rotina previsível, avisando quando a professora não estará presente
Validar o sentimento da criança, sem repreender o choro (“você sentiu falta dela, né?”)
Estimular, de forma gradual, o vínculo com outras professoras, sem forçar
Evitar reforçar exclusividade, ajudando a criança a perceber que a atenção pode ser compartilhada com segurança
É importante também o alinhamento com a escola, para que a equipe acolha a criança e atue de forma consistente.
Caso o comportamento seja muito intenso, persistente ou venha acompanhado de outras dificuldades (interação, linguagem, alimentação, sono), pode ser interessante uma avaliação com um profissional da infância para um olhar mais aprofundado.
De modo geral, com acolhimento e constância, a tendência é que a criança vá ampliando sua capacidade de adaptação e segurança nas relações.
Esse comportamento pode ser uma forma de apego mais intenso a uma figura de referência, algo comum em crianças pequenas.
Nessa fase, a criança ainda está aprendendo a lidar com separações e a dividir atenção, o que pode gerar frustração e insegurança.
O choro e a dificuldade de compartilhar a professora mostram uma tentativa de manter um vínculo que lhe traz conforto.
Pode ajudar criar pequenas previsibilidades e incentivar, com delicadeza, vínculos com outras pessoas e crianças.
Se possível, buscar um acompanhamento pode ajudar a compreender melhor essas reações; se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, aqui na plataforma você pode encontrar excelentes profissionais da área terapêutica, caso queira buscar apoio. Se tiver qualquer dúvida, fique à vontade para me enviar uma mensagem. Terei prazer em ajudar no que for possível. Fique bem.
Nessa fase, a criança ainda está aprendendo a lidar com separações e a dividir atenção, o que pode gerar frustração e insegurança.
O choro e a dificuldade de compartilhar a professora mostram uma tentativa de manter um vínculo que lhe traz conforto.
Pode ajudar criar pequenas previsibilidades e incentivar, com delicadeza, vínculos com outras pessoas e crianças.
Se possível, buscar um acompanhamento pode ajudar a compreender melhor essas reações; se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, aqui na plataforma você pode encontrar excelentes profissionais da área terapêutica, caso queira buscar apoio. Se tiver qualquer dúvida, fique à vontade para me enviar uma mensagem. Terei prazer em ajudar no que for possível. Fique bem.
Considerando a abordagem da psicanálise.
O que ele está mostrando pode estar relacionado a várias questões, como apego, insegurança ou dificuldade em lidar com a presença de outras crianças.
Procure um psicanalista que atenda criança, indique para os pais dele e ou responsável, para que juntos possam fazer um trabalho afim de ajuda lo a seguir sem esses medos ou traumas…
O que ele está mostrando pode estar relacionado a várias questões, como apego, insegurança ou dificuldade em lidar com a presença de outras crianças.
Procure um psicanalista que atenda criança, indique para os pais dele e ou responsável, para que juntos possam fazer um trabalho afim de ajuda lo a seguir sem esses medos ou traumas…
Nessa fase do desenvolvimento, por volta dos dois anos e cinco meses, é muito comum que as crianças estabeleçam vínculos de apego muito fortes com figuras de referência, como uma professora querida. O comportamento de chorar na ausência dela ou ter dificuldade em dividir a atenção reflete uma fase em que a criança ainda está aprendendo a lidar com a separação e com a noção de que o afeto não é um recurso exclusivo. Para ajudá-lo, o primeiro passo é a validação emocional. É importante que tanto a família quanto a escola acolham o sentimento dele, nomeando o que ele sente, dizendo frases como eu entendo que você sente saudade da professora, mas logo ela volta.
Uma estratégia prática é criar objetos de transição ou rituais de segurança. Se a professora predileta vai se ausentar, ela mesma pode deixar algo com ele, como um desenho ou um pequeno objeto, que simbolize que ela retornará. Além disso, a escola pode trabalhar a introdução gradual de outras figuras de cuidado para que ele perceba que pode estar seguro e ser amado por mais de uma pessoa. Atividades em pequenos grupos, onde a atenção da professora é distribuída de forma lúdica, também ajudam a criança a entender que dividir o espaço e o afeto não significa perder a conexão.
A previsibilidade é fundamental para reduzir a ansiedade. Manter uma rotina clara e explicar o que vai acontecer no dia ajuda a criança a se sentir mais no controle da situação. Se esse comportamento for muito intenso ou impedir que ele aproveite as atividades escolares por um longo período, uma conversa próxima entre a coordenação pedagógica e os responsáveis pode avaliar se há necessidade de um olhar especializado, como o de um psicólogo infantil, para fortalecer a autonomia emocional dele. O foco deve ser sempre proporcionar um ambiente onde ele se sinta seguro para explorar novos vínculos enquanto mantém o carinho pela professora favorita.
Uma estratégia prática é criar objetos de transição ou rituais de segurança. Se a professora predileta vai se ausentar, ela mesma pode deixar algo com ele, como um desenho ou um pequeno objeto, que simbolize que ela retornará. Além disso, a escola pode trabalhar a introdução gradual de outras figuras de cuidado para que ele perceba que pode estar seguro e ser amado por mais de uma pessoa. Atividades em pequenos grupos, onde a atenção da professora é distribuída de forma lúdica, também ajudam a criança a entender que dividir o espaço e o afeto não significa perder a conexão.
A previsibilidade é fundamental para reduzir a ansiedade. Manter uma rotina clara e explicar o que vai acontecer no dia ajuda a criança a se sentir mais no controle da situação. Se esse comportamento for muito intenso ou impedir que ele aproveite as atividades escolares por um longo período, uma conversa próxima entre a coordenação pedagógica e os responsáveis pode avaliar se há necessidade de um olhar especializado, como o de um psicólogo infantil, para fortalecer a autonomia emocional dele. O foco deve ser sempre proporcionar um ambiente onde ele se sinta seguro para explorar novos vínculos enquanto mantém o carinho pela professora favorita.
Olá! Essa etapa dos dois anos é um momento complexo, de mudanças para a criança e para o ambiente. Ele está deixando de ser um bebê que necessitava e recebia atenção focada o tempo inteiro dos pais como centro da vida deles, para se tornar uma criança com mais independência e menos foco de atenção. É natural que ele reclame pelo montante de atenção que recebia antes. Mas tem questões que merecem uma melhor avaliação, como: ele foi para a escola/creche agora? Esse comportamento acontece apenas lá, ou em casa também? Ele é filho único ou tem irmãos?
O que pode ser um recurso para lidar com isso é acolhe-lo e ajuda-lo a dizer o que ele está sentindo. Frases como "parece que você queria receber mais atenção, mas agora você está em um lugar com outras crianças que também querem atenção", "parece que você queria ser a única criança da creche/escola, mas agora você precisa dividir esse espaço com outras crianças que podem virar suas amigas", "será que você queria a atenção da professora só pra você? Pena que ela não é só sua professora igual sua mãe é só sua mãe, ela precisa dividir a atenção dela com mais gente, igual a mamãe precisou deixar você na creche para dar atenção pro trabalho dela, mas mesmo assim ela continua te amando muito e lembrando de você e sentindo sua falta." Essas frases podem ajudar ele a lidar com os próprios sentimentos.
O que pode ser um recurso para lidar com isso é acolhe-lo e ajuda-lo a dizer o que ele está sentindo. Frases como "parece que você queria receber mais atenção, mas agora você está em um lugar com outras crianças que também querem atenção", "parece que você queria ser a única criança da creche/escola, mas agora você precisa dividir esse espaço com outras crianças que podem virar suas amigas", "será que você queria a atenção da professora só pra você? Pena que ela não é só sua professora igual sua mãe é só sua mãe, ela precisa dividir a atenção dela com mais gente, igual a mamãe precisou deixar você na creche para dar atenção pro trabalho dela, mas mesmo assim ela continua te amando muito e lembrando de você e sentindo sua falta." Essas frases podem ajudar ele a lidar com os próprios sentimentos.
Esse comportamento do seu sobrinho é muito comum e esperado para a fase de desenvolvimento em que ele se encontra, que coincide com a transição entre o que chamamos de simbiose primitiva e a construção da autonomia na primeira infância. Aos dois anos e cinco meses, a criança ainda está descobrindo que ela e o outro são indivíduos separados, e a figura da professora predileta funciona como uma extensão do suporte materno dentro da escola, um objeto de apego seguro.
Quando essa professora se ausenta ou divide a atenção, o ego ainda fragilizado da criança experimenta isso como uma ameaça de desamparo ou uma perda iminente desse suporte que lhe dá segurança. Ela ainda não tem maturidade neurobiológica e psíquica para tolerar a ambivalência e a partilha, processando a divisão da atenção como rejeição ou exclusão.
Para ajudá-lo na rotina escolar, algumas intervenções ambientais e afetivas podem ser adotadas:
A previsibilidade é um fator crucial para conter a ansiedade da criança. A escola e os pais devem construir uma rotina clara e verbalizar o que vai acontecer antes de a criança entrar na sala. Se a professora predileta não for trabalhar, isso deve ser comunicado à criança antes de ela chegar na escola, de forma simples e acolhedora, permitindo que ela se prepare psiquicamente para a ausência, evitando o choque do encontro com o substituto.
O acolhimento do choro e da frustração deve ser feito sem invalidação. Em vez de dizer para a criança não chorar ou que não é nada, os adultos devem nomear o sentimento dela, dizendo que entendem a saudade ou o desejo de ficar sozinho com a professora, mas que ela logo voltará. Essa validação ajuda a criança a começar a internalizar a segurança de que o objeto amado some, mas retorna, o que fortalece a tolerância à frustração.
A introdução de um objeto de transição, como um brinquedo de casa ou um paninho que a criança goste, pode ajudar a fazer a ponte de segurança entre o ambiente familiar e a escola nos dias de ausência da professora. Além disso, a coordenação da escola pode orientar as outras educadoras a fazerem aproximações graduais e afetivas com o menino, construindo novos canais de transferência e confiança com o restante da equipe pedagógica, mostrando que o ambiente continua seguro mesmo na ausência da figura principal.
Quando essa professora se ausenta ou divide a atenção, o ego ainda fragilizado da criança experimenta isso como uma ameaça de desamparo ou uma perda iminente desse suporte que lhe dá segurança. Ela ainda não tem maturidade neurobiológica e psíquica para tolerar a ambivalência e a partilha, processando a divisão da atenção como rejeição ou exclusão.
Para ajudá-lo na rotina escolar, algumas intervenções ambientais e afetivas podem ser adotadas:
A previsibilidade é um fator crucial para conter a ansiedade da criança. A escola e os pais devem construir uma rotina clara e verbalizar o que vai acontecer antes de a criança entrar na sala. Se a professora predileta não for trabalhar, isso deve ser comunicado à criança antes de ela chegar na escola, de forma simples e acolhedora, permitindo que ela se prepare psiquicamente para a ausência, evitando o choque do encontro com o substituto.
O acolhimento do choro e da frustração deve ser feito sem invalidação. Em vez de dizer para a criança não chorar ou que não é nada, os adultos devem nomear o sentimento dela, dizendo que entendem a saudade ou o desejo de ficar sozinho com a professora, mas que ela logo voltará. Essa validação ajuda a criança a começar a internalizar a segurança de que o objeto amado some, mas retorna, o que fortalece a tolerância à frustração.
A introdução de um objeto de transição, como um brinquedo de casa ou um paninho que a criança goste, pode ajudar a fazer a ponte de segurança entre o ambiente familiar e a escola nos dias de ausência da professora. Além disso, a coordenação da escola pode orientar as outras educadoras a fazerem aproximações graduais e afetivas com o menino, construindo novos canais de transferência e confiança com o restante da equipe pedagógica, mostrando que o ambiente continua seguro mesmo na ausência da figura principal.
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