R. Carlos Vasconcelos, 84, Rio de Janeiro 20521-050
Atendimento exclusivamente on-line.
Ler mais23/02/2026
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28 opiniõesO Dr. Paulo Henrique Castro é psicanalista especializado em traumas, ansiedade, depressão e dificuldades nos relacionamentos. Membro da Sociedade Fluminense de Psicanálise, possui doutorado, mestrado e graduação em filosofia, os três títulos pela UFRJ; é também especialista em filosofia moderna e contemporânea pelo Mosteiro de São Bento (RJ); professor universitário e autor do livro "O que nos torna humanos?" (Editora Autografia). Estudou alemão no prestigioso Goethe-Institut.
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Me ajudou muito em um momento que pensei que fosse surtar! Muito acolhedor, inteligente e preparado!
Dr. Paulo Henrique Castro
Muito obrigado! Fico imensamente feliz em ajudar!
Excelente profissional, recomendo, foi muito atencioso e me ajudou muito.
Dr. Paulo Henrique Castro
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Ele tem uma abordagem muito eficaz, estou vendo resultados positivos na minha vida.
Dr. Paulo Henrique Castro
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Dr. Paulo Henrique Castro
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Dr. Paulo Henrique Castro
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Dr. Paulo Henrique Castro
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Excelente profissional, atencioso e cuidadoso, experiência incrível em consultas com o Paulo, sempre muito disposto até fora de horário de atendimento! Indico demais os serviços dele!
Dr. Paulo Henrique Castro
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É um ótimo profissional, na minha opinião está excelente
Dr. Paulo Henrique Castro
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Profissional muito atencioso, ético e acolhedor. Demonstra escuta verdadeira e conduz o processo com sensibilidade e segurança. Recomendo com confiança.
Dr. Paulo Henrique Castro
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Dr. Paulo Henrique Castro
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251 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como a dinâmica de negação pode afetar a relação entre o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o terapeuta? Como o terapeuta pode garantir uma relação de confiança enquanto o paciente nega seu diagnóstico?
A dinâmica de negação no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline funciona muitas vezes como um mecanismo de defesa inconsciente. Para o paciente, aceitar o diagnóstico pode parecer equivalente a aceitar um rótulo de que algo está fundamentalmente errado com ele, o que intensifica o medo do abandono e a vergonha. Quando a negação está presente, a relação com o terapeuta pode se tornar tensa: o paciente pode perceber as intervenções como ataques pessoais ou tentativas de controle, gerando um ciclo de resistência e frustração para ambos. Se o terapeuta pressionar pela aceitação da terminologia clínica, pode acabar reforçando a sensação de invalidação que o paciente tanto teme.
Para garantir uma relação de confiança mesmo diante da negação do diagnóstico, o terapeuta deve mudar o foco do nome da patologia para a experiência vivida pelo indivíduo. Em vez de debater se o paciente tem ou não o transtorno, o profissional foca na validação das emoções intensas e nos sofrimentos concretos que a pessoa traz para a sessão. A confiança é construída na consistência e na transparência; o terapeuta se mantém como uma figura estável e previsível, estabelecendo limites claros mas afetuosos, demonstrando que é capaz de suportar as oscilações emocionais sem desistir do vínculo.
O objetivo principal passa a ser a construção de uma aliança terapêutica sólida, onde o paciente se sinta seguro o suficiente para explorar suas dificuldades sem o peso do julgamento. Com o tempo, ao perceber que os sintomas discutidos são ferramentas para entender sua própria dor e não sentenças de exclusão, a necessidade da negação tende a diminuir. O terapeuta atua como um colaborador que ajuda a organizar o caos interno, priorizando sempre a saúde do vínculo humano sobre a classificação técnica.
. O que é o "Efeito Iatrogênico" no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O efeito iatrogênico refere-se a qualquer dano, complicação ou agravamento de um quadro clínico causado, de forma não intencional, pela própria intervenção profissional, pelo tratamento ou pelo ambiente institucional. No contexto específico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), esse fenômeno é uma preocupação constante e exige uma sensibilidade aguçada da equipe de saúde.
Muitas vezes, o paciente com TPB chega ao tratamento com um histórico de profunda invalidação emocional. Se o profissional de saúde, mesmo sem perceber, adota uma postura excessivamente rígida, fria ou, ao contrário, uma postura de salvacionismo que retira a autonomia do indivíduo, ele pode acabar reproduzindo esses traumas anteriores. Isso pode resultar no aumento de crises, na intensificação de comportamentos de autolesão ou em um sentimento de abandono quando limites necessários são estabelecidos sem a devida validação.
Outra forma comum de iatrogenia no TPB ocorre através da polifarmácia excessiva ou de internações hospitalares prolongadas e desestruturadas, que podem reforçar a percepção de incapacidade e a perda de identidade do paciente. Quando o tratamento foca apenas no controle do sintoma e ignora a dor subjetiva e a necessidade de vínculo seguro, o efeito pode ser o oposto do desejado: em vez de estabilidade, gera-se mais instabilidade. Por isso, a abordagem para o TPB deve ser pautada na empatia, no manejo cuidadoso dos limites e, acima de tudo, em uma aliança terapêutica que reconheça a pessoa para além do seu diagnóstico.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.