Minha avó tem lúpus. Esses dias a vesícula dela está inflamada por cálculos presentes nela e vai ser
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Minha avó tem lúpus. Esses dias a vesícula dela está inflamada por cálculos presentes nela e vai ser preciso operar. Isso afeta o Lupus, ou por conta do Lupus se torna uma cirurgia de alto risco ? Porque ?
Olá, tudo bem? Primeiramente prazer em conhecer você, é uma grande satisfação te ter por aqui e poder te auxiliar!
Sim, lupus e suas complicacoes podem interferir...
Sugiro não fazer nada por conta própria e buscar ajuda de um endocrinologista para te auxiliar com medicamento/doses específicas para o caso (se necessário), até mesmo por Teleconsulta.
Espero ter ajudado, fico a disposição!
Atenciosamente,
Dr. André Mahmoud
lnsta: @andremahmoud.endocrino
Sim, lupus e suas complicacoes podem interferir...
Sugiro não fazer nada por conta própria e buscar ajuda de um endocrinologista para te auxiliar com medicamento/doses específicas para o caso (se necessário), até mesmo por Teleconsulta.
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Sua preocupação é muito válida, e o contexto que você apresenta demonstra o quanto é importante entender como o lúpus eritematoso sistêmico (LES) pode influenciar situações como uma cirurgia. O lúpus é uma doença autoimune que pode afetar múltiplos órgãos e sistemas do corpo, variando de pessoa para pessoa em termos de gravidade e comprometimento. No caso da sua avó, a inflamação da vesícula biliar por cálculos requer atenção, e há pontos específicos que devem ser avaliados para garantir a segurança dela durante a cirurgia.
O lúpus, por si só, não torna todas as cirurgias de alto risco, mas algumas condições associadas podem aumentar a complexidade do procedimento. Por exemplo, pacientes com lúpus podem apresentar maior risco de complicações devido a fatores como atividade inflamatória da doença, uso de medicamentos imunossupressores ou corticoides, comprometimento de órgãos como rins, pulmões ou coração, além de maior predisposição a infecções e alterações na coagulação sanguínea.
No caso de uma cirurgia para remoção da vesícula, o risco pode ser maior se o lúpus estiver ativo ou se houver comprometimento renal, hepático ou cardiovascular. O uso de imunossupressores, como corticoides ou outros medicamentos frequentemente prescritos para controlar o lúpus, pode influenciar a capacidade do corpo de cicatrizar, combater infecções e responder ao estresse cirúrgico. Além disso, algumas pessoas com lúpus têm maior tendência a formar coágulos sanguíneos ou a apresentar distúrbios de sangramento, o que pode exigir um cuidado especial durante a cirurgia.
O que torna a medicina integrativa essencial em um cenário como este é a possibilidade de abordar não apenas a preparação para a cirurgia, mas também a recuperação de forma personalizada e abrangente. Antes da cirurgia, seria importante realizar uma avaliação detalhada para entender o estado de saúde geral da sua avó, com atenção especial para os parâmetros de inflamação, função renal, hepática e coagulação. Esses dados ajudarão a equipe médica a planejar o procedimento de forma mais segura.
Na fase de recuperação, o foco em estratégias para reduzir o estresse oxidativo, promover a cicatrização e fortalecer o sistema imunológico pode ser muito benéfico. Dieta adequada, suplementação de nutrientes essenciais para a reparação celular, como zinco e vitamina C, além de estratégias para manter a inflamação controlada, são abordagens que podem complementar o tratamento convencional e melhorar os resultados. Contudo, cada intervenção deve ser ajustada às condições específicas da paciente e acompanhada de perto por um médico.
É importante que a equipe médica esteja informada sobre o lúpus da sua avó e que haja uma comunicação clara entre os profissionais para ajustar o manejo da medicação e tomar precauções adicionais antes, durante e após a cirurgia. A avaliação cuidadosa e o suporte multidisciplinar são fundamentais para minimizar riscos e garantir que ela tenha uma recuperação tranquila.
Dra. Caroline Oliveira - CRM/SP 189586, Medicina Integrativa, com foco em Endocrinologia e nutrologia
O lúpus, por si só, não torna todas as cirurgias de alto risco, mas algumas condições associadas podem aumentar a complexidade do procedimento. Por exemplo, pacientes com lúpus podem apresentar maior risco de complicações devido a fatores como atividade inflamatória da doença, uso de medicamentos imunossupressores ou corticoides, comprometimento de órgãos como rins, pulmões ou coração, além de maior predisposição a infecções e alterações na coagulação sanguínea.
No caso de uma cirurgia para remoção da vesícula, o risco pode ser maior se o lúpus estiver ativo ou se houver comprometimento renal, hepático ou cardiovascular. O uso de imunossupressores, como corticoides ou outros medicamentos frequentemente prescritos para controlar o lúpus, pode influenciar a capacidade do corpo de cicatrizar, combater infecções e responder ao estresse cirúrgico. Além disso, algumas pessoas com lúpus têm maior tendência a formar coágulos sanguíneos ou a apresentar distúrbios de sangramento, o que pode exigir um cuidado especial durante a cirurgia.
O que torna a medicina integrativa essencial em um cenário como este é a possibilidade de abordar não apenas a preparação para a cirurgia, mas também a recuperação de forma personalizada e abrangente. Antes da cirurgia, seria importante realizar uma avaliação detalhada para entender o estado de saúde geral da sua avó, com atenção especial para os parâmetros de inflamação, função renal, hepática e coagulação. Esses dados ajudarão a equipe médica a planejar o procedimento de forma mais segura.
Na fase de recuperação, o foco em estratégias para reduzir o estresse oxidativo, promover a cicatrização e fortalecer o sistema imunológico pode ser muito benéfico. Dieta adequada, suplementação de nutrientes essenciais para a reparação celular, como zinco e vitamina C, além de estratégias para manter a inflamação controlada, são abordagens que podem complementar o tratamento convencional e melhorar os resultados. Contudo, cada intervenção deve ser ajustada às condições específicas da paciente e acompanhada de perto por um médico.
É importante que a equipe médica esteja informada sobre o lúpus da sua avó e que haja uma comunicação clara entre os profissionais para ajustar o manejo da medicação e tomar precauções adicionais antes, durante e após a cirurgia. A avaliação cuidadosa e o suporte multidisciplinar são fundamentais para minimizar riscos e garantir que ela tenha uma recuperação tranquila.
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