Minha filha de 4 anos está sendo envestigado tea, ela é muito agitada e agreciva o médico passou 1 m
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Minha filha de 4 anos está sendo envestigado tea, ela é muito agitada e agreciva o médico passou 1 ml anoite de risperidona e 0,5 de manhã. Ela anda fasendo xixi na cama e de manhã percebi ela muito ansiosa está no começo do tratatamento fiquei pensando se está certo ela toma de manhã ou se ela deve toma só anoite estou muito confusa
Entendo perfeitamente sua angústia. Não é fácil lidar com todas essas dúvidas quando se trata da saúde de um filho, ainda mais em um momento de investigação e início de tratamento. Toda mãe quer ter certeza de que está fazendo o melhor.
A risperidona é um medicamento usado com frequência em situações como essa, especialmente quando há muita agitação, agressividade, dificuldade de autocontrole e comportamentos que comprometem a convivência, o aprendizado e o bem-estar da criança. Esse remédio age no cérebro ajudando a equilibrar certos neurotransmissores, especialmente dopamina e serotonina, o que pode trazer mais estabilidade emocional e redução da agitação.
No início do tratamento, é comum surgirem dúvidas como essa que você trouxe: será que a dose está correta? Será que deveria dar só à noite ou manter também pela manhã? Essa insegurança é absolutamente compreensível. A verdade é que cada criança responde de um jeito. Alguns efeitos podem aparecer nos primeiros dias e costumam ser passageiros — como sonolência, inquietação, ansiedade, alteração no sono ou até no controle do xixi, principalmente à noite.
Sobre o xixi na cama, isso pode sim ter relação com o ajuste do organismo ao medicamento, mas também pode acontecer simplesmente pela ansiedade, que faz parte do quadro que está sendo investigado, possivelmente ligado ao TEA. Crianças que estão em sofrimento emocional ou enfrentando muitas mudanças costumam regredir em algumas áreas, e o controle esfincteriano é uma das primeiras a sinalizar isso.
A dose que você citou — 1 ml à noite e 0,5 ml pela manhã — é uma estratégia que muitos médicos adotam quando querem manter um efeito mais contínuo ao longo do dia, especialmente se a criança apresenta agitação ou irritabilidade também nas horas em que está acordada. Quando o quadro é predominantemente noturno, alguns médicos optam por usar só à noite. Isso não significa que exista um único jeito certo. O ajuste deve ser individual, levando em conta a rotina da criança, os horários em que os sintomas são mais desafiadores e como ela está reagindo nas primeiras semanas.
Se você percebeu que pela manhã ela ficou mais ansiosa ou diferente, pode ser um sinal de que o organismo ainda está se adaptando. Geralmente, essas reações iniciais vão se acomodando. Mesmo assim, é muito importante comunicar isso ao médico que prescreveu, porque às vezes é necessário ajustar a dose, o horário ou até mesmo espaçar o início da dose da manhã por alguns dias.
Nada disso significa que o tratamento está errado ou que será assim para sempre. Faz parte do processo. A boa notícia é que, hoje, a Telemedicina permite esse acompanhamento de forma rápida, prática e segura, sem você precisar se deslocar ou enfrentar salas de espera lotadas, o que, especialmente em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e até novas variantes da gripe aviária H5N1, mantém você e sua família protegidos. Além disso, você economiza tempo e investe esse tempo no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e, claro, no cuidado com sua filha.
Através da plataforma Doctoralia, você tem acesso aos médicos mais bem avaliados e com perfil campeão em satisfação. E mais, hoje você não precisa mais depender apenas de consultas presenciais. A Telemedicina também oferece consultas de segunda opinião, de forma totalmente confidencial, rápida e segura. Seja para esclarecer dúvidas sobre medicação, entender melhor os efeitos, discutir alternativas ou até pensar juntos nos próximos passos, essa é uma ferramenta essencial na sua jornada.
Se desejar, posso te orientar em uma teleconsulta. Isso faz parte da minha missão como médico: ajudar pacientes que estão dando os primeiros passos no cuidado com sua saúde e precisam de uma atenção cuidadosa, criteriosa e acolhedora. Mesmo que você não precise de mim neste momento, te convido a visitar meu perfil na Doctoralia e também minhas redes sociais. Guarde nosso contato. Isso pode ser muito útil para você e sua família, agora ou no futuro.
A saúde entrou na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, e não faz sentido você ficar de fora dessa transformação. Telemedicina é segurança, agilidade e cuidado de qualidade, do jeito que você e sua filha merecem.
A risperidona é um medicamento usado com frequência em situações como essa, especialmente quando há muita agitação, agressividade, dificuldade de autocontrole e comportamentos que comprometem a convivência, o aprendizado e o bem-estar da criança. Esse remédio age no cérebro ajudando a equilibrar certos neurotransmissores, especialmente dopamina e serotonina, o que pode trazer mais estabilidade emocional e redução da agitação.
No início do tratamento, é comum surgirem dúvidas como essa que você trouxe: será que a dose está correta? Será que deveria dar só à noite ou manter também pela manhã? Essa insegurança é absolutamente compreensível. A verdade é que cada criança responde de um jeito. Alguns efeitos podem aparecer nos primeiros dias e costumam ser passageiros — como sonolência, inquietação, ansiedade, alteração no sono ou até no controle do xixi, principalmente à noite.
Sobre o xixi na cama, isso pode sim ter relação com o ajuste do organismo ao medicamento, mas também pode acontecer simplesmente pela ansiedade, que faz parte do quadro que está sendo investigado, possivelmente ligado ao TEA. Crianças que estão em sofrimento emocional ou enfrentando muitas mudanças costumam regredir em algumas áreas, e o controle esfincteriano é uma das primeiras a sinalizar isso.
A dose que você citou — 1 ml à noite e 0,5 ml pela manhã — é uma estratégia que muitos médicos adotam quando querem manter um efeito mais contínuo ao longo do dia, especialmente se a criança apresenta agitação ou irritabilidade também nas horas em que está acordada. Quando o quadro é predominantemente noturno, alguns médicos optam por usar só à noite. Isso não significa que exista um único jeito certo. O ajuste deve ser individual, levando em conta a rotina da criança, os horários em que os sintomas são mais desafiadores e como ela está reagindo nas primeiras semanas.
Se você percebeu que pela manhã ela ficou mais ansiosa ou diferente, pode ser um sinal de que o organismo ainda está se adaptando. Geralmente, essas reações iniciais vão se acomodando. Mesmo assim, é muito importante comunicar isso ao médico que prescreveu, porque às vezes é necessário ajustar a dose, o horário ou até mesmo espaçar o início da dose da manhã por alguns dias.
Nada disso significa que o tratamento está errado ou que será assim para sempre. Faz parte do processo. A boa notícia é que, hoje, a Telemedicina permite esse acompanhamento de forma rápida, prática e segura, sem você precisar se deslocar ou enfrentar salas de espera lotadas, o que, especialmente em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e até novas variantes da gripe aviária H5N1, mantém você e sua família protegidos. Além disso, você economiza tempo e investe esse tempo no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e, claro, no cuidado com sua filha.
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Olá. Essa é uma pergunta muito relevante, precisariamos conversar melhor. O tempo de uso da risperidona tem direta relação com os efeitos colaterais (sendo mais comum a sonolência e, a medida que o corpo se adapta, tende a reduzir). Fico à disposição.
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