Minha filha de 5 anos...está muito emotiva...chora por tudo..e na escola as amiguinhas muitas vezes
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Minha filha de 5 anos...está muito emotiva...chora por tudo..e na escola as amiguinhas muitas vezes não quer brincar com ela..Como ajudá-la? Devo procurar um especialista?
O comportamento descrito pode estar relacionado a diferentes fatores do desenvolvimento infantil e merece uma observação cuidadosa, mas sem conclusões precipitadas. Aos 5 anos, a criança ainda está estruturando recursos emocionais para lidar com frustrações, rejeições, conflitos sociais e inseguranças, de modo que o choro frequente pode representar uma forma de comunicação emocional diante de situações que ela ainda não consegue elaborar verbalmente.
Quando a criança relata que as colegas não querem brincar com ela, é importante compreender alguns aspectos:
como ela interpreta essas interações;
se há dificuldades de habilidades sociais;
se existem episódios de exclusão recorrente;
como está sua autoestima;
e se ocorreram mudanças recentes no ambiente familiar, escolar ou afetivo.
Algumas orientações importantes:
Evite minimizar o sofrimento (“isso é bobagem”, “pare de chorar”);
Acolha emocionalmente: nomeie sentimentos (“você ficou triste porque queria brincar”);
Reforce competências e qualidades da criança;
Estimule brincadeiras em ambientes menores e mais seguros;
Converse com a escola para compreender a dinâmica social de forma mais ampla;
Observe se o choro ocorre apenas em situações específicas ou de forma generalizada.
A procura por um psicólogo infantil é indicada principalmente quando:
o sofrimento emocional é frequente e intenso;
há prejuízo social ou escolar;
a criança demonstra retraimento persistente;
surgem alterações de sono, alimentação ou comportamento;
ou quando os pais sentem dificuldade em manejar a situação sozinhos.
O acompanhamento psicológico infantil não significa necessariamente que exista um transtorno. Muitas vezes, funciona como um espaço preventivo e de fortalecimento emocional, auxiliando a criança a desenvolver recursos de autorregulação, autoestima e habilidades sociais adequadas para a faixa etária.
Uma avaliação profissional poderá compreender melhor se trata-se de uma sensibilidade emocional esperada do desenvolvimento ou se há sinais de sofrimento psíquico que necessitem de intervenção mais específica.
Quando a criança relata que as colegas não querem brincar com ela, é importante compreender alguns aspectos:
como ela interpreta essas interações;
se há dificuldades de habilidades sociais;
se existem episódios de exclusão recorrente;
como está sua autoestima;
e se ocorreram mudanças recentes no ambiente familiar, escolar ou afetivo.
Algumas orientações importantes:
Evite minimizar o sofrimento (“isso é bobagem”, “pare de chorar”);
Acolha emocionalmente: nomeie sentimentos (“você ficou triste porque queria brincar”);
Reforce competências e qualidades da criança;
Estimule brincadeiras em ambientes menores e mais seguros;
Converse com a escola para compreender a dinâmica social de forma mais ampla;
Observe se o choro ocorre apenas em situações específicas ou de forma generalizada.
A procura por um psicólogo infantil é indicada principalmente quando:
o sofrimento emocional é frequente e intenso;
há prejuízo social ou escolar;
a criança demonstra retraimento persistente;
surgem alterações de sono, alimentação ou comportamento;
ou quando os pais sentem dificuldade em manejar a situação sozinhos.
O acompanhamento psicológico infantil não significa necessariamente que exista um transtorno. Muitas vezes, funciona como um espaço preventivo e de fortalecimento emocional, auxiliando a criança a desenvolver recursos de autorregulação, autoestima e habilidades sociais adequadas para a faixa etária.
Uma avaliação profissional poderá compreender melhor se trata-se de uma sensibilidade emocional esperada do desenvolvimento ou se há sinais de sofrimento psíquico que necessitem de intervenção mais específica.
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Aos 5 anos, a criança ainda está constituindo recursos para lidar com frustrações, rejeições e com as primeiras experiências sociais fora do ambiente familiar. O choro pode ser uma forma de expressar afetos que ela ainda não consegue simbolizar ou elaborar pela fala.
É importante observar se houve mudanças recentes e como ela vivencia essas relações na escola e em casa. O acompanhamento psicológico infantil pode ser indicado para compreender melhor o sentido desse sofrimento e auxiliar a criança e a família nesse processo.
É importante observar se houve mudanças recentes e como ela vivencia essas relações na escola e em casa. O acompanhamento psicológico infantil pode ser indicado para compreender melhor o sentido desse sofrimento e auxiliar a criança e a família nesse processo.
Olá, sim deve procurar uma especialista em ludoterapia (terapia para crianças) para investigar o que acontece.
Há algum fato que pode estar contribuindo para o que está acontecendo na vida da sua filha? Alguma mudança na rotina, mudança na família ou questões que podem ter impactado o estado emocional dela recentemente? Importante olhar para o contexto todo e buscar entender o que impacta no estado emocional dela, para conseguir ajudá-la de forma mais assertiva. De qualquer forma, acolher seu estado emotivo, dando apoio e suporte para que ela se sinta segura é muito importante! Caso queira buscar um especialista, conte com meu apoio para pensarmos juntos em como trabalhar essas questões em conjunto.
É importante resistir à tentação de tratar o sintoma isoladamente. O choro excessivo pode ser a expressão de várias dinâmicas distintas: uma angústia de separação ainda não elaborada, uma sensibilidade narcísica aguçada diante da percepção de não ser aceita, uma dificuldade em lidar com a ambivalência afetiva que as relações entre pares exigem, ou ainda um pedido de reconhecimento que não encontrou resposta adequada em momentos anteriores do desenvolvimento.
Sobre buscar um psicólogo infantil ou psicanalista de crianças é absolutamente recomendada e quanto antes, melhor. Não porque a situação seja grave ou patológica, mas porque a escuta especializada pode fazer uma leitura mais apurada do que está em jogo para essa criança, nesse momento específico do seu desenvolvimento.
Sobre buscar um psicólogo infantil ou psicanalista de crianças é absolutamente recomendada e quanto antes, melhor. Não porque a situação seja grave ou patológica, mas porque a escuta especializada pode fazer uma leitura mais apurada do que está em jogo para essa criança, nesse momento específico do seu desenvolvimento.
Os 5 anos corresponde a uma fase de intensas mudanças no desenvolvimento da personalidade da criança. O choro frequente é, muitas vezes, a principal forma que elas encontram para comunicar desconforto, frustração ou necessidade de atenção que ainda não sabem expressar em palavras.
No dia a dia, é importante que você valide seus sentimentos para que ela não se sinta inibida em expressá-los, dizendo algo como "Eu entendo que você está triste porque suas amigas não brincaram com você. Tudo bem se sentir assim".
Você também pode ajudá-la a identificar se o que sente é tristeza, raiva ou medo.
Explique que "nem todo mundo vai ser seu amigo o tempo todo". Ajude-a a pensar em alternativas: "Se elas não querem brincar de boneca agora, o que mais você poderia fazer?".
Se julgar necessário, agende uma conversa com a professora, para entender se a exclusão das amiguinhas é constante ou pontual e como a escola trabalha a educação socioemocional e a mediação de conflitos entre os alunos.
Você deve considerar um psicólogo infantil se observar que o choro e a angústia são constantes e não diminuem com o tempo ou com o acolhimento. Se sua filha começar a se isolar, ter mudanças bruscas no sono/apetite ou se recusar a ir à escola.
Em caso de dúvidas nesse manejo, buscar ajuda é importante para fortalecer essa relação e auxiliar na construção da resiliência de sua filha.
No dia a dia, é importante que você valide seus sentimentos para que ela não se sinta inibida em expressá-los, dizendo algo como "Eu entendo que você está triste porque suas amigas não brincaram com você. Tudo bem se sentir assim".
Você também pode ajudá-la a identificar se o que sente é tristeza, raiva ou medo.
Explique que "nem todo mundo vai ser seu amigo o tempo todo". Ajude-a a pensar em alternativas: "Se elas não querem brincar de boneca agora, o que mais você poderia fazer?".
Se julgar necessário, agende uma conversa com a professora, para entender se a exclusão das amiguinhas é constante ou pontual e como a escola trabalha a educação socioemocional e a mediação de conflitos entre os alunos.
Você deve considerar um psicólogo infantil se observar que o choro e a angústia são constantes e não diminuem com o tempo ou com o acolhimento. Se sua filha começar a se isolar, ter mudanças bruscas no sono/apetite ou se recusar a ir à escola.
Em caso de dúvidas nesse manejo, buscar ajuda é importante para fortalecer essa relação e auxiliar na construção da resiliência de sua filha.
Olá, uma coisa importante de lembrar é que crianças pequenas não sabem dizer o que sentem. O choro, a emoção além do normal, são formas da criança demonstrar que algo no ambiente onde ela vive não está sendo compreendido ou aceito. Se este estado permanece há mais de duas semanas é bom investigar.
Em primeiro lugar, eu recomendo que você se aproxime mais dela, sem cobrá-la de uma resposta, brinque com ela, deixa a imaginação fluir para relaxá-la. Neste momento ela precisa de acolhimento. Por outra via, vá até a escola e converse com professores e psicólogos, pergunte se eles perceberam alguma mudança. Em casa, veja todas as mudanças que ocorreram, quem cuida, animais de estimação, brinquedos, pessoas que a deixam desconfortáveis. Normalmente, esse pente fino ajuda a conhecer um pouco mais o universo dela.
Mas se mesmo assim você não encontrar nenhum indício, sim, procure um especialista, um(a) psicólogo(a) infantil.
Espero tê-la ajudado. Boa sorte!
Em primeiro lugar, eu recomendo que você se aproxime mais dela, sem cobrá-la de uma resposta, brinque com ela, deixa a imaginação fluir para relaxá-la. Neste momento ela precisa de acolhimento. Por outra via, vá até a escola e converse com professores e psicólogos, pergunte se eles perceberam alguma mudança. Em casa, veja todas as mudanças que ocorreram, quem cuida, animais de estimação, brinquedos, pessoas que a deixam desconfortáveis. Normalmente, esse pente fino ajuda a conhecer um pouco mais o universo dela.
Mas se mesmo assim você não encontrar nenhum indício, sim, procure um especialista, um(a) psicólogo(a) infantil.
Espero tê-la ajudado. Boa sorte!
Nessa idade, as emoções ainda são muito intensas e muitas crianças expressam isso através do choro. O mais importante é acolher os sentimentos dela sem diminuir a dor que ela sente, ajudando-a a nomear emoções e fortalecendo a autoestima no dia a dia.
Também vale observar como ela fica após essas situações, se consegue se recuperar, brincar e se sentir segura em outros momentos. Procurar um especialista pode ser muito positivo, não porque haja algo “errado”, mas para oferecer um espaço de escuta e apoio emocional tanto para ela quanto para vocês nesse processo.
Também vale observar como ela fica após essas situações, se consegue se recuperar, brincar e se sentir segura em outros momentos. Procurar um especialista pode ser muito positivo, não porque haja algo “errado”, mas para oferecer um espaço de escuta e apoio emocional tanto para ela quanto para vocês nesse processo.
Nessa idade, é comum a criança ainda estar aprendendo a lidar com frustrações, rejeições e emoções intensas, mas quando o choro é muito frequente e começa a afetar a convivência na escola, vale olhar com carinho. Você pode ajudá-la acolhendo o que ela sente, nomeando as emoções e conversando com a escola para entender melhor como essas situações acontecem. Também é indicado procurar uma psicóloga infantil, não porque exista necessariamente algo grave, mas para compreender o que está por trás dessa sensibilidade e ajudar sua filha a desenvolver mais segurança emocional e habilidades sociais.
Uma criança de 5 anos muito emotiva, que chora com frequência e sofre nas interações sociais, pode estar relacionado a uma fase do desenvolvimento, maior sensibilidade emocional ou dificuldade de regulação das emoções. Nessa idade, pequenas rejeições ou dificuldades com colegas podem ser vividas de forma muito intensa.
O mais importante é evitar críticas ou frases como “para de chorar” e ajudá-la a nomear o que sente, acolhendo as emoções sem reforçar dependência ou insegurança. Também é importante observar se ela apresenta sofrimento frequente, baixa autoestima, isolamento ou dificuldade persistente de socialização.
Quando isso começa a impactar o emocional da criança e a dinâmica familiar, a avaliação com um psicólogo infantil pode ajudar bastante, tanto no fortalecimento emocional da criança quanto na orientação aos pais sobre como manejar essas situações de forma mais saudável.
O acompanhamento/ psicoterapia dos pais faz muita diferença nesse processo. Muitas vezes, pequenas mudanças na forma de acolher, comunicar e conduzir os limites já ajudam a criança a desenvolver mais segurança emocional e social. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
O mais importante é evitar críticas ou frases como “para de chorar” e ajudá-la a nomear o que sente, acolhendo as emoções sem reforçar dependência ou insegurança. Também é importante observar se ela apresenta sofrimento frequente, baixa autoestima, isolamento ou dificuldade persistente de socialização.
Quando isso começa a impactar o emocional da criança e a dinâmica familiar, a avaliação com um psicólogo infantil pode ajudar bastante, tanto no fortalecimento emocional da criança quanto na orientação aos pais sobre como manejar essas situações de forma mais saudável.
O acompanhamento/ psicoterapia dos pais faz muita diferença nesse processo. Muitas vezes, pequenas mudanças na forma de acolher, comunicar e conduzir os limites já ajudam a criança a desenvolver mais segurança emocional e social. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
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