Rua Padre Elias Gorayeb 15, Rio de Janeiro 20520-140
Novo endereço disponível para agendamento: Rua Padre Elías Gorayeb, 15 - Tijuca - Rio de Janeiro.
Referência: Esquina com rua Conde de Bonfim, próximo ao Tijuca Tênis Clube.
16/09/2025
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Número de registro: CRP RJ 39346
63 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
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Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
63 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Michelle é atenciosa, empática e acolhedora. Tem me ajudado muito!
Excelente profissional! Gostei muito da condução da sessão
Sinto melhora significativa na minha vida, principalmente na forma de me enxergar e de me relacionar.
Melhor Pscicologa de todaaaaas , obrigada por sempre me ouvir kkk
Profissional super comprometida. Muito atenciosa aos detalhes.
Michelle ajudou mt em minha recuperação, sempre atenta e com bastante conteúdo. Excelente profissional recomendo
Excelente profissional. É atenciosa e acolhedora.
Dra Michelle é uma profissional incrível, ética e muito humana. Ótima experiência!
Michelle Novello
Fico muito feliz com suas palavras. Agradeço por compartilhar sua experiência e por confiar no meu trabalho. Estarei sempre à disposição para acompanhá-la no seu processo com cuidado e ética.
Profissional séria e deidicada, me ajudou bastante, recomendo.
Michelle Novello
Obrigada pela sua confiança e generosidade em deixar seu feedback. É muito valioso saber que o processo tem sido significativo para você. Continuo à disposição para caminharmos juntas com responsabilidade e acolhimento.
Michelle foi super profissional, pontual e muito humana no atendimento, vou sempre continuar com ela.
Michelle Novello
Agradeço imensamente sua avaliação e sua confiança.
338 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi
Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você relata parece expressar uma ambivalência própria de um momento de grande transformação: ao mesmo tempo em que existe a possibilidade de construir um vínculo com o bebê, surge o medo de perder a própria identidade e de que sua vida passe a existir apenas em função dele.
Em uma perspectiva psicanalítica, talvez seja importante escutar esses pensamentos não como verdades, mas como manifestações de angústias e desejos que precisam ser compreendidos. A gravidez pode ter tornado mais evidente uma questão anterior: o que você deseja para a sua própria vida?
É possível amar um filho e, ao mesmo tempo, sentir medo, tristeza, ambivalência ou até ressentimento diante das mudanças. Tornar-se mãe não precisa significar deixar de ser você. A psicoterapia pode ajudá-la a elaborar esses sentimentos, construir um lugar para a maternidade e, simultaneamente, encontrar espaço para seus próprios desejos, projetos e identidade.
Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico
Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.
Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você relata não caracteriza, por si só, uma traição. Pensamentos e preocupações sobre como alguém do passado irá enxergá-la não significam necessariamente desejo ou intenção de se envolver com essa pessoa.
Pela perspectiva psicanalítica, mais importante do que julgar esses pensamentos é compreender o que eles representam para você. A necessidade de parecer bonita, interessante e mostrar que está bem pode apontar para uma busca de reconhecimento pelo olhar do outro, enquanto a culpa pode estar dando a esses pensamentos um peso maior do que eles realmente têm.
Uma escuta clínica poderia ajudar a compreender o sentido desses pensamentos, a importância da validação externa e por que eles despertam tanta culpa.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.