Minha filha tem 8 anos e faz uso do lyberdia 10 gotas pela manhã a 1 mês, ela tem tdha e dislexia, e
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Minha filha tem 8 anos e faz uso do lyberdia 10 gotas pela manhã a 1 mês, ela tem tdha e dislexia, e vem apresentando alguns tics, como forçar o abdômen quase como um soluço, cheirar as mãos e objetos que ela esteja segurando e gritos aleatórios, isso pode ser uma efeito colateral da medicação???
Entendo perfeitamente sua preocupação. Não é fácil ver uma filha passando por essas mudanças de comportamento e se perguntar se isso está ligado ao tratamento que deveria justamente ajudá-la.
De fato, o que você descreve pode, sim, estar relacionado ao uso da lisdexanfetamina. Esse é um medicamento da classe dos psicoestimulantes, utilizado no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Embora seja eficaz em muitos casos, especialmente em adultos, ele pode desencadear alguns efeitos colaterais neurológicos e comportamentais em crianças, como tiques motores ou vocais, além de comportamentos repetitivos como cheirar objetos, forçar partes do corpo e até emitir sons ou gritos de forma involuntária.
Esses tiques costumam surgir porque o medicamento age diretamente em neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que são fundamentais para regulação da atenção, do humor e do controle motor. Quando há um aumento abrupto ou uma sensibilidade maior a essas substâncias, o cérebro pode responder dessa forma. É algo descrito na literatura médica, relativamente conhecido por nós médicos, embora nem sempre aconteça.
Importante destacar que esse tipo de reação não significa necessariamente que o remédio "não presta" ou "faz mal para todos", mas sim que, no caso da sua filha, o cérebro dela pode estar reagindo de forma sensível a essa substância. Cada organismo responde de maneira muito particular.
Nesses casos, a conduta mais segura é revisar o tratamento junto ao médico que prescreveu. Em situações como essa, uma alternativa bastante utilizada é a mudança para uma medicação não estimulante, como a atomoxetina, conhecida no Brasil pelo nome comercial Atentah. A atomoxetina também é indicada para o tratamento do TDAH, mas atua de forma diferente no cérebro, com perfil de efeitos colaterais distinto, e pode ser uma opção especialmente interessante em crianças que desenvolvem tiques ou desconfortos com estimulantes.
Além disso, vale lembrar que sua filha tem também um diagnóstico de dislexia. Isso exige uma abordagem ainda mais cuidadosa, combinando medicação, se for necessária, com intervenções psicopedagógicas, fonoaudiológicas e acompanhamento psicológico. A medicação ajuda a melhorar os níveis de atenção, mas sozinha não resolve as dificuldades de aprendizagem.
Atualmente, é possível fazer essa avaliação de forma muito segura e detalhada por meio da telemedicina. Na verdade, em tempos em que ainda circulam vírus como COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, além das novas variantes da gripe aviária H5N1, o atendimento online é, sem dúvida, a maneira mais segura de cuidar da saúde de quem você ama, evitando exposição desnecessária. Você protege sua família, economiza seu tempo, não perde horas em deslocamentos nem em salas de espera, e ainda investe no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e, claro, no bem-estar dos seus filhos.
A plataforma Doctoralia, inclusive, permite que você escolha médicos com alta satisfação, campeões em atendimento, de forma prática, rápida e extremamente segura. A Telemedicina hoje já oferece não só consultas de rotina, mas também avaliações de segunda opinião, revisão de tratamentos, discussões sobre efeitos colaterais e até planejamento terapêutico, tudo de forma confidencial, acolhedora e eficiente.
Posso te ajudar em uma teleconsulta, assim como qualquer médico devidamente registrado pode e deve orientar o paciente que está começando sua jornada em busca de respostas e cuidado. E mesmo que você não precise de mim agora, recomendo fortemente que visite meu perfil e redes sociais e guarde nosso contato. A transformação digital da saúde já é uma realidade. Não fique de fora dessa revolução trazida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Sua filha merece esse cuidado, e você merece ter tranquilidade para tomar as melhores decisões para ela.
De fato, o que você descreve pode, sim, estar relacionado ao uso da lisdexanfetamina. Esse é um medicamento da classe dos psicoestimulantes, utilizado no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Embora seja eficaz em muitos casos, especialmente em adultos, ele pode desencadear alguns efeitos colaterais neurológicos e comportamentais em crianças, como tiques motores ou vocais, além de comportamentos repetitivos como cheirar objetos, forçar partes do corpo e até emitir sons ou gritos de forma involuntária.
Esses tiques costumam surgir porque o medicamento age diretamente em neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que são fundamentais para regulação da atenção, do humor e do controle motor. Quando há um aumento abrupto ou uma sensibilidade maior a essas substâncias, o cérebro pode responder dessa forma. É algo descrito na literatura médica, relativamente conhecido por nós médicos, embora nem sempre aconteça.
Importante destacar que esse tipo de reação não significa necessariamente que o remédio "não presta" ou "faz mal para todos", mas sim que, no caso da sua filha, o cérebro dela pode estar reagindo de forma sensível a essa substância. Cada organismo responde de maneira muito particular.
Nesses casos, a conduta mais segura é revisar o tratamento junto ao médico que prescreveu. Em situações como essa, uma alternativa bastante utilizada é a mudança para uma medicação não estimulante, como a atomoxetina, conhecida no Brasil pelo nome comercial Atentah. A atomoxetina também é indicada para o tratamento do TDAH, mas atua de forma diferente no cérebro, com perfil de efeitos colaterais distinto, e pode ser uma opção especialmente interessante em crianças que desenvolvem tiques ou desconfortos com estimulantes.
Além disso, vale lembrar que sua filha tem também um diagnóstico de dislexia. Isso exige uma abordagem ainda mais cuidadosa, combinando medicação, se for necessária, com intervenções psicopedagógicas, fonoaudiológicas e acompanhamento psicológico. A medicação ajuda a melhorar os níveis de atenção, mas sozinha não resolve as dificuldades de aprendizagem.
Atualmente, é possível fazer essa avaliação de forma muito segura e detalhada por meio da telemedicina. Na verdade, em tempos em que ainda circulam vírus como COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, além das novas variantes da gripe aviária H5N1, o atendimento online é, sem dúvida, a maneira mais segura de cuidar da saúde de quem você ama, evitando exposição desnecessária. Você protege sua família, economiza seu tempo, não perde horas em deslocamentos nem em salas de espera, e ainda investe no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e, claro, no bem-estar dos seus filhos.
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Olá. Sim, esse pode ser um efeito colateral da medicação. Sugiro avaliação neuropediátrica com brevidade. À disposição!
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