Minha mãe é uma senhora de 70 anos extremamente deprimida, que não sai de casa e se recusa a ir a
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Minha mãe é uma senhora de 70 anos extremamente deprimida, que não sai de casa e se recusa a ir a um psicólogo. Como posso convencê-la?
Olá! Posso imaginar como é difícil vê-lá nesta situação. Uma primeira questão para você pensar seria de olhar um pouquinho para os últimos acontecimentos da vida dela para entender quais foram os desencadeantes desse estado deprimido. É comum os idosos começarem a se sentir mais tristes a medida que a idade vai avançando. Por isso, procure estar disponível para ouvi-lá e para conversar, assim mostrando que ela não está sozinha e que a vontade de não sair de casa pode ser passageira. Avalie também a possibilidade de levá-lá a um psiquiatra para uma avaliação detalhada desse quadro deprimido. Pode ser um primeiro caminho para posteriormente encaminhá-lá a um psicólogo (a). Espero lhe ajudar. Abraço!
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A relação entre pais e filhos é envolvida por diversas questões relacionadas ao papel que cada um cumpre nesta. Um convencimento pode parecer que estes papéis estão sendo invertidos nesta relação e pode gerar uma resistência maior ainda. É importante ouvir e mostrar que ela pode contar com um profissional, mas é preciso respeitar a decisão dela se está consciente da sua escolha. Procure um profissional, pessoalmente, para que você possa falar caso isto continue lhe incomodando. Talvez possa te ajudar a ajudar sua mãe também. Abraço
Imagino o quanto seja difícil ver sua mãe nesta condição... Mas aqui cabem algumas importantes considerações: primeiramente, se houve um fato que tenha desencadeado esta reação, se este comportamento é algo inédito em sua história... também, outra questão importante, é sobre a autonomia e independência de sua mãe, se ela tem uma saúde mental e é apta a ter suas próprias decisões, pois neste ponto, se ela estiver responsável por seus atos, o que te cabe é tentar convencê-la do quão pernicioso é este comportamento de não sair de casa, de isolar-se das pessoas, e que uma ajuda profissional seria bastante conveniente nessa ocasião, mas a decisão final é dela, pois, se ela não quiser e for obrigada a qualquer lugar, o insucesso do processo é quase que garantido...
Boa sorte!!!
Boa sorte!!!
Olá!
Procure por profissionais que se denominam "Home care", eles atendem na própria casa do paciente, em casos de impossibilidade de irem até o consultório.
Mas antes disso é importante também que ela queira receber este profissional.
Parabéns pelo seu cuidado como sua mãe, o amor dos filhos é fundamental em qualquer tratamento.
Procure por profissionais que se denominam "Home care", eles atendem na própria casa do paciente, em casos de impossibilidade de irem até o consultório.
Mas antes disso é importante também que ela queira receber este profissional.
Parabéns pelo seu cuidado como sua mãe, o amor dos filhos é fundamental em qualquer tratamento.
Olá, primeiro seria importante você saber porque ela não quer ir a um psicólogo, depois quem sabe você tenha que fazer uma consulta para o psicólogo te orientar como você enquanto filha pode convence lá a fazer terapia. Um outro passo é procurar um outro profissional que também pode auxiliar com pessoas deprimidas. Você já pensou em leva lá a um Musicoterapeuta. Abraços.
Bom dia!
Seria uma boa tática você encontrar um psicólogo que trabalhe com home care (atendimento domiciliar) conversar com ele e agendar uma visita a sua mãe sem compromisso.
O profissional irá ter este primeiro contato e convidar ela a experimentar fazer terapia e deixar claro que se ela não gostar da experiência tem a liberdade de parar o tratamento.
A medida que ela inicie o tratamento, o profissional pode marcar sessões em seu consultório para que ela saia de casa.
Importante o fato dela ter quem a ame e cuide dela, parabéns por seu amor e cuidado, isso com certeza já ajuda e muito ela.
Abraços
Anelise Mira
Seria uma boa tática você encontrar um psicólogo que trabalhe com home care (atendimento domiciliar) conversar com ele e agendar uma visita a sua mãe sem compromisso.
O profissional irá ter este primeiro contato e convidar ela a experimentar fazer terapia e deixar claro que se ela não gostar da experiência tem a liberdade de parar o tratamento.
A medida que ela inicie o tratamento, o profissional pode marcar sessões em seu consultório para que ela saia de casa.
Importante o fato dela ter quem a ame e cuide dela, parabéns por seu amor e cuidado, isso com certeza já ajuda e muito ela.
Abraços
Anelise Mira
Olá,
Primeiramente lhe parabenizo pela escuta e desejo de ajudar a sua mãe. Nesse caso é muito importante o diálogo com sua mãe, pois ela precisa entender e participar das decisões de cuidado com sua saúde. Caso, ela queira, seria importante a presença de um profissional que possa atende-la em casa. Depois, caso ela queira, poderia procurar um psicanalista no consultório. Destaco que ela precisa participar das decisões, porque a psicoterapia/análise terá a sua eficácia se o paciente estiver envolvido na decisão de buscar tratamento.
Primeiramente lhe parabenizo pela escuta e desejo de ajudar a sua mãe. Nesse caso é muito importante o diálogo com sua mãe, pois ela precisa entender e participar das decisões de cuidado com sua saúde. Caso, ela queira, seria importante a presença de um profissional que possa atende-la em casa. Depois, caso ela queira, poderia procurar um psicanalista no consultório. Destaco que ela precisa participar das decisões, porque a psicoterapia/análise terá a sua eficácia se o paciente estiver envolvido na decisão de buscar tratamento.
É muito comum este estado mais deprimido em idosos mas que junto traz muita preocupação também. Pode estar atrelado a diversos fatores e desencadear outros problemas maiores nessa idade também.
Sua preocupação é muito pertinente e pode ser o primeiro passo para ajudá-la. Quem sabe ela aceite uma avaliação neurológica, entendendo esta etapa como um primeiro acesso a este estado em que se encontra. Usualmente este processo avaliativo auxilia o idoso a começar a perceber que precisa de ajuda e desmonta essa resistência a ir a um psicólogo.
Eu não faço avaliação, mas posso te indicar quem faça, caso tenha interesse. Mantenha-se atenta à sua mãe.
Sua preocupação é muito pertinente e pode ser o primeiro passo para ajudá-la. Quem sabe ela aceite uma avaliação neurológica, entendendo esta etapa como um primeiro acesso a este estado em que se encontra. Usualmente este processo avaliativo auxilia o idoso a começar a perceber que precisa de ajuda e desmonta essa resistência a ir a um psicólogo.
Eu não faço avaliação, mas posso te indicar quem faça, caso tenha interesse. Mantenha-se atenta à sua mãe.
Olá!
Você pode, ao menos no início, até que o vínculo esteja formado, fazer "home Care" ou seja; levar a psicóloga até a sua mãe.
Isso seria bom para ela desmistificar o que é a terapia em si.
Atte
Você pode, ao menos no início, até que o vínculo esteja formado, fazer "home Care" ou seja; levar a psicóloga até a sua mãe.
Isso seria bom para ela desmistificar o que é a terapia em si.
Atte
Olá, eu recomendaria que você procurasse saber, com ela, exatamente os motivos pelos quais ela não está querendo fazer terapia e que então contatasse um psic. para orientá-la a como convencer a sua mãe. Caso ela mesma não consiga compreender os motivos ou não se sinta confortável para revelá-los, você pode ajudá-la sugerindo alguns, como por exemplo: "É porque você acredita que não funciona"? ou "Você não quer ter compromisso que te tire de casa toda semana"? ou "Não quer ter que se abrir para alguém que não te conhece".. etc. Esta poderá ser uma primeira tentativa. Caso mesmo com a ajuda do psicólogo você não consiga convencê-la, você pode sugerir a ela um atendimento domiciliar: o profis.poderia ir ao menos uma vez para ela ver como se sente e então decidir pela continuidade ou não do tratamento. Digo isso pois será muito importante ela ter pelo menos um contato com um psicólogo para que este possa ajudá-la a encontrar uma forma de amenizar as suas dores emocionais. Abs e boa sorte!
Olá, concordo com os colegas sobre a importância de entender o que desencadeou os sintomas e os motivos para não querer ir ao psicólogo. Concordo especialmente com a colega Anelise Mira sobre encontrar um psicólogo que faça atendimento domiciliar (ou um acompanhante terapêutico). Eu acrescentaria que vale a pena conversar com ela sobre o que faz o profissional de psicologia ou psiquiatria, pois percebo que é comum em idosos a recusa ao tratamento devido a falta de conhecimento sobre o trabalho psicológico (já escutei de muitos idosos que psicólogo "é coisa de maluco"). É interessante salientar para sua mãe que poderá ser uma oportunidade de reflexão sobre os motivos que levaram ao desenvolvimento dos sintomas depressivos e sobre quais serão as estratégias de enfrentamento necessárias para alivia-los! Um abraço.
A comunicação é uma questão importante. Deve-se primeiro tentar entender os motivos dessa dificuldade e tentar, calmamente, mostrar que um psicólogo seria de grande ajuda, e que há várias possibilidades de atendimentos acessíveis, tanto de locais como de valores.
Espero que a situação melhore e que ela aceite ajuda.
Espero que a situação melhore e que ela aceite ajuda.
Se sua mãe apresenta sintomas de Depressão, ela precisa ser avaliada o mais rápido possível.
Um alternativa altamente eficaz é uma Consulta Domiciliar!
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