O cloridrato de clomipramina serve para tratar pessoas com bulimia junto com a fluoxetina?
O cloridrato de clomipramina serve para tratar pessoas com bulimia junto com a fluoxetina?
11 respostas
Pode sim ser usado associado como forma de potencialização. Nesse caso a associação entre um antidepressivo tricíclico e um outro inibidor seletivo da receptação de serotonina.
Obtenha respostas com a consulta online
Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.
As pessoas que sofrem de bulimia precisam entender e/ou descobrir as causas que levam à compulsão. As drogas por si só não são suficientes, é preciso que a pessoa se conscientize sobre as causas que geram este sofrimento. É preciso ter um acompanhamento de um psicologo/a que possa ajudar a aliviar as dores que levam a comer de forma compulsiva. Tem a terapia do EMDR e Brainspotting que são muitos eficazes no tratamento deste problema, procure um profissional destas áreas na tua cidade ou alguém próximo podem te ajudar bastante.
O tratamento de bulimia é multidisciplinar. No caso do medicamento em questão, o seu psiquiatra vai prescrever de acordo com a história clínica, gravidade do caso, etc. Pode ser um bom medicamento para uma pessoa e ruim para outra, depende de como o organismo reage ao medicamento, isso será avaliado periodicamente pelos profissionais que te acompanham. Lembrando que nos casos de transtornos alimentares é necessário fazer acompanhamento com psiquiatra, psicólogo, nutricionista e educador físico (equipe multidisciplinar). É super importante esse acompanhamento para recuperação do paciente. Um bom profissional não exclui o outro.
Acompanhamento médico com psiquiatra e acompanhamento psicológico/ Nutricionista é de fundamental importância para o paciente com Transtorno Alimentares. Além do atendimento e acompanhamento com o (a) paciente a família também é de fundamental importância no tratamento e acompanhamento.
O cloridrato de clomipramina é ministrado para tratar a depressão e alguns distúrbio do humor. Como percebe-se existem dúvidas quanto ao uso deste medicamento e o mais indicado é que procur seu médico de confiança para sanà-las. Como já foi dito pelos colegas a bulimia é um Transtorno Alimentar que merece ser acompanhado por uma equipe muldisciplinar, composta por psiquiatra, psicólogo e nutricionista, pois o sintoma denota algo que vai além do fisiológico e tal causa necessita ser desvelada e elaborada pelo paciente. Pense nisso, e procure ajuda adequada. Boa sorte para você!!!
Em relação à dúvida sobre medicação, sugiro buscar orientação de seu psiquiatra. No entanto, é de importância fundamental um acompanhamento psicológico, de modo que você possa falar sobre o seu sofrimento e tratá-lo, também, pela via da palavra.
A combinação de medicamentos são sempre avaliadas pelo especialista ao qual receitou. Neste caso, o mais indicado é um psiquiatra. Porém, a bulimia tratada somente com medicamentos não é suficientemente eficaz, é fundamental o acompanhamento terapêutico.
A medicação é a profilaxia que cabe ao médico,fazer prescrições , enquanto que ao psicólogo cabe a psicoterapia , tratamento paralelo , associado ao medicamentoso . Bulimia é algo que deve ter cuidados multidisciplinares. Faz parte dos vários tipos de transtorno alimentar. Varias são as formas de psicoterapia , TErapia cognitiva comportamental, Bioenergetica , essas são as abordagens com as quais eu trabalho.
Olá... A medicação para o tratamento de bulimia, o médico psiquiátra vai prescrever de acordo com cada paciente, sabendo que, o ser humano é singular, tendo as suas particularidades. O tratamento além de medicamentoso é feito também com psicoterapia, para mudança comportamental. O paciente precisa fazer o tratamento multidisciplinar, em conjunto com psiquiatra, psicólogo, endrocnologista e nutricionista. Abraços!
O medicamento pode ser usado desta maneira, contudo, o tratamento da bulimia precisa ser multidisciplinar. Apenas a medicação não será suficiente para lidar com as questões psicológicas da bulimia, além dos aspectos da alimentação.
Sim, o cloridrato de clomipramina pode ser utilizado em alguns casos de bulimia nervosa, especialmente quando há sintomas de ansiedade, obsessividade e impulsividade alimentar, mas seu uso combinado com a fluoxetina deve ser feito com extremo cuidado e apenas sob acompanhamento médico. A fluoxetina é o antidepressivo mais estudado e aprovado especificamente para o tratamento da bulimia, pois atua aumentando a disponibilidade de serotonina e reduzindo a frequência de episódios de compulsão e purgação. Já a clomipramina, um antidepressivo tricíclico, também age sobre a serotonina, mas de forma menos seletiva, podendo causar mais efeitos colaterais (como boca seca, sonolência, constipação, taquicardia e aumento de peso). Em alguns casos, o médico associa os dois medicamentos de forma criteriosa, buscando potencializar o efeito sobre o controle dos impulsos alimentares e pensamentos obsessivos. No entanto, essa combinação eleva o risco de síndrome serotoninérgica, uma condição rara, mas potencialmente grave, caracterizada por agitação, tremores, sudorese excessiva, taquicardia e rigidez muscular. Por isso, é indispensável que a dose e o intervalo entre as medicações sejam ajustados com precisão, e que o paciente seja monitorado de perto. O tratamento da bulimia deve sempre envolver abordagem multidisciplinar, com acompanhamento médico, psicológico (preferencialmente terapia cognitivo-comportamental), nutricional e suporte familiar, pois a recuperação depende tanto da regulação neuroquímica quanto da reconstrução da relação emocional com a comida e com o próprio corpo. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, compulsões, transtornos alimentares, ansiedade e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.





