O hiperfoco está em todos os níveis de suporte do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
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O hiperfoco está em todos os níveis de suporte do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O hiperofoco não é uma característica absoluta nas pessoas com transtorno do espectro autista. Logo, não necessariamente ele estará presente em todos os níveis de suporte. Para identificar se é o seu caso você deve procurar um psicoterapeuta para que ele, através do TCC, possa identificar.
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Oi, tudo bem? Essa é uma pergunta muito pertinente — e mostra um olhar atento para as diferentes formas de manifestação do espectro. O hiperfoco pode aparecer em todos os níveis de suporte do Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas sua forma de expressão e intensidade variam bastante de pessoa para pessoa.
O que acontece é que o hiperfoco não depende do nível de suporte, e sim do perfil cognitivo e sensorial de cada indivíduo. Em pessoas com menor necessidade de apoio, ele pode se manifestar de maneira mais direcionada e produtiva — como um interesse profundo em uma área acadêmica, artística ou profissional. Já em quem precisa de maior suporte, o hiperfoco pode aparecer em comportamentos repetitivos, atenção intensa a objetos, sons, movimentos ou temas específicos, funcionando como uma forma de autorregulação diante do excesso de estímulos.
Do ponto de vista da neurociência, isso está relacionado à forma como o cérebro autista regula a dopamina — o neurotransmissor ligado à motivação e ao prazer. O sistema dopaminérgico costuma funcionar de modo mais seletivo, ou seja, o interesse não é distribuído igualmente entre vários estímulos, mas concentrado em poucos. É isso que torna o hiperfoco tão característico: o cérebro “fixa” em algo que oferece previsibilidade e prazer, e filtra o resto do ambiente.
Talvez valha observar: o que desperta esse tipo de atenção intensa? Há situações em que o foco parece ajudar — e outras em que ele vira obstáculo? E como seria usar esse mesmo mecanismo natural do cérebro como uma ferramenta para aprender, criar ou se organizar?
Entender o hiperfoco em todos os níveis do espectro é reconhecer que ele não é uma limitação, mas uma forma singular de processamento. Quando é acolhido e direcionado, pode se transformar em uma das maiores forças do indivíduo autista. Caso precise, estou à disposição.
O que acontece é que o hiperfoco não depende do nível de suporte, e sim do perfil cognitivo e sensorial de cada indivíduo. Em pessoas com menor necessidade de apoio, ele pode se manifestar de maneira mais direcionada e produtiva — como um interesse profundo em uma área acadêmica, artística ou profissional. Já em quem precisa de maior suporte, o hiperfoco pode aparecer em comportamentos repetitivos, atenção intensa a objetos, sons, movimentos ou temas específicos, funcionando como uma forma de autorregulação diante do excesso de estímulos.
Do ponto de vista da neurociência, isso está relacionado à forma como o cérebro autista regula a dopamina — o neurotransmissor ligado à motivação e ao prazer. O sistema dopaminérgico costuma funcionar de modo mais seletivo, ou seja, o interesse não é distribuído igualmente entre vários estímulos, mas concentrado em poucos. É isso que torna o hiperfoco tão característico: o cérebro “fixa” em algo que oferece previsibilidade e prazer, e filtra o resto do ambiente.
Talvez valha observar: o que desperta esse tipo de atenção intensa? Há situações em que o foco parece ajudar — e outras em que ele vira obstáculo? E como seria usar esse mesmo mecanismo natural do cérebro como uma ferramenta para aprender, criar ou se organizar?
Entender o hiperfoco em todos os níveis do espectro é reconhecer que ele não é uma limitação, mas uma forma singular de processamento. Quando é acolhido e direcionado, pode se transformar em uma das maiores forças do indivíduo autista. Caso precise, estou à disposição.
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