O que a rigidez cognitiva tem a ver com o autismo e o mutismo seletivo?
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O que a rigidez cognitiva tem a ver com o autismo e o mutismo seletivo?
A rigidez cognitiva, característica comum no autismo, refere-se à dificuldade de flexibilizar pensamentos, comportamentos e expectativas diante de novas situações. No contexto do mutismo seletivo, essa rigidez pode contribuir para a incapacidade de falar em certos ambientes, porque a pessoa se sente presa a regras internas rígidas, medo de errar ou expectativas de perfeição social. Tanto no autismo quanto no mutismo seletivo, a dificuldade em lidar com mudanças ou incertezas reforça comportamentos de evitação, como o silêncio em situações específicas, mesmo quando há desejo de se comunicar.
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A rigidez cognitiva no autismo está relacionada à dificuldade em lidar com mudanças, ambiguidades e imprevisibilidades, o que aumenta a ansiedade diante de situações sociais. No mutismo seletivo, essa mesma rigidez pode se manifestar como um bloqueio psíquico diante de contextos específicos em que a fala é vivida como excessivamente ameaçadora. Em ambos os casos, a rigidez funciona como um mecanismo de defesa, buscando manter controle e previsibilidade para conter a angústia.
A rigidez cognitiva no autismo está relacionada à dificuldade em lidar com mudanças, ambiguidades e imprevisibilidades, o que aumenta a ansiedade diante de situações sociais. No mutismo seletivo, essa mesma rigidez pode se manifestar como um bloqueio psíquico diante de contextos específicos em que a fala é vivida como excessivamente ameaçadora. Em ambos os casos, a rigidez funciona como um mecanismo de defesa, buscando manter controle e previsibilidade para conter a angústia.
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