O que acontece quando há disfunção nas Funções Executivas?
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O que acontece quando há disfunção nas Funções Executivas?
Oi, é um prazer te ter por aqui
Isso depende da intensidade da disfunção e de quais áreas estão operando, por exemplo, se estiver operando numa área psicomotora, pode haver paralisações, ou se estiver operando em alguma área visuoespacial, pode haver perda de visão ou equilíbrio… e por aí vai.
Recomendo que assista o documentário: A Neurociência da Felicidade (2017)
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
Isso depende da intensidade da disfunção e de quais áreas estão operando, por exemplo, se estiver operando numa área psicomotora, pode haver paralisações, ou se estiver operando em alguma área visuoespacial, pode haver perda de visão ou equilíbrio… e por aí vai.
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Ola boa noite, A disfunção nas Funções Executivas prejudica o gerenciamento de pensamentos, emoções e ações, resultando em dificuldade para planejar, organizar, iniciar tarefas, manter o foco, controlar impulsos e regular emoções, levando a desorganização, esquecimentos, procrastinação, dificuldade em seguir instruções e impactos negativos nas relações e desempenho pessoal/profissional, sem ser preguiça, mas um funcionamento cerebral diferente, comum em TDAH, autismo e outros transtornos.
quando há disfunção nas funções executivas, a dificuldade geralmente não está na inteligência, mas na capacidade de organizar, iniciar, sustentar e regular ações no dia a dia.
as funções executivas envolvem habilidades como planejamento, atenção, controle de impulsos, tomada de decisão, flexibilidade mental, memória de trabalho e gerenciamento do tempo.
na prática, isso pode aparecer como procrastinação intensa, dificuldade de começar tarefas, sensação de travamento, esquecimentos frequentes, impulsividade, desorganização ou dificuldade de manter constância, mesmo quando a pessoa sabe o que precisa fazer.
o que chama atenção é que muitas pessoas interpretam esse funcionamento como preguiça, falta de esforço ou “falta de vergonha na cara”, quando, na verdade, pode haver um modo de funcionamento cognitivo e emocional que precisa ser compreendido com mais cuidado.
esse tipo de dificuldade pode aparecer em diferentes contextos, como TDAH, ansiedade, depressão, estresse crônico, alterações neurológicas ou sofrimento emocional prolongado. por isso, a avaliação neuropsicológica pode ser importante para entender melhor quais funções estão preservadas, quais estão prejudicadas e como isso impacta a vida real da pessoa.
em muitos casos, o mais importante não é apenas nomear a dificuldade, mas construir estratégias possíveis para que a pessoa consiga funcionar com menos culpa mais sustentação.
as funções executivas envolvem habilidades como planejamento, atenção, controle de impulsos, tomada de decisão, flexibilidade mental, memória de trabalho e gerenciamento do tempo.
na prática, isso pode aparecer como procrastinação intensa, dificuldade de começar tarefas, sensação de travamento, esquecimentos frequentes, impulsividade, desorganização ou dificuldade de manter constância, mesmo quando a pessoa sabe o que precisa fazer.
o que chama atenção é que muitas pessoas interpretam esse funcionamento como preguiça, falta de esforço ou “falta de vergonha na cara”, quando, na verdade, pode haver um modo de funcionamento cognitivo e emocional que precisa ser compreendido com mais cuidado.
esse tipo de dificuldade pode aparecer em diferentes contextos, como TDAH, ansiedade, depressão, estresse crônico, alterações neurológicas ou sofrimento emocional prolongado. por isso, a avaliação neuropsicológica pode ser importante para entender melhor quais funções estão preservadas, quais estão prejudicadas e como isso impacta a vida real da pessoa.
em muitos casos, o mais importante não é apenas nomear a dificuldade, mas construir estratégias possíveis para que a pessoa consiga funcionar com menos culpa mais sustentação.
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