O que é a linguagem verbal e não verbal no contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
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O que é a linguagem verbal e não verbal no contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Oi, tudo bem? Essa é uma pergunta essencial — e entender a diferença entre linguagem verbal e não verbal no contexto do autismo ajuda muito a compreender como o cérebro autista percebe e se expressa no mundo.
A linguagem verbal é o uso direto das palavras — aquilo que é dito. Ela envolve vocabulário, estrutura das frases e o modo como a pessoa comunica ideias de forma explícita. Já a linguagem não verbal é tudo o que acontece “entre as palavras”: expressões faciais, gestos, postura corporal, entonação da voz, contato visual e até o ritmo da fala. É o conjunto de sinais sutis que dão significado emocional à comunicação.
No Transtorno do Espectro Autista (TEA), essas duas formas de linguagem podem se manifestar de maneira muito singular. Algumas pessoas têm ótima desenvoltura verbal, falam com clareza e vocabulário avançado, mas têm dificuldade em interpretar o tom de voz do outro, entender ironias, ou ajustar a própria expressão facial ao contexto emocional. Outras, ao contrário, podem ter limitações na fala, mas se expressam de forma riquíssima por meio de olhares, movimentos e ritmos — uma comunicação que, embora diferente, é profundamente significativa.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro autista tende a priorizar o conteúdo literal do que é dito e processar com mais lentidão ou menos sensibilidade as nuances emocionais não verbais. É por isso que frases ambíguas, duplo sentido ou linguagem corporal incoerente podem gerar confusão ou desconforto. O sistema nervoso busca coerência entre o que é falado e o que é sentido — e quando essa coerência falha, o cérebro fica em alerta.
Talvez valha refletir: você costuma perceber melhor o que as pessoas dizem ou o que elas demonstram? E quando alguém fala algo com um tom diferente do que parece sentir, isso te causa estranhamento? Essas perguntas ajudam a compreender como você — ou alguém próximo — processa o mundo da comunicação.
Na terapia, é possível aprender a reconhecer e integrar esses dois canais de forma mais harmoniosa, respeitando o próprio ritmo e as formas singulares de expressão. Afinal, comunicar-se não é apenas falar — é conseguir ser compreendido sem precisar deixar de ser quem se é. Caso precise, estou à disposição.
A linguagem verbal é o uso direto das palavras — aquilo que é dito. Ela envolve vocabulário, estrutura das frases e o modo como a pessoa comunica ideias de forma explícita. Já a linguagem não verbal é tudo o que acontece “entre as palavras”: expressões faciais, gestos, postura corporal, entonação da voz, contato visual e até o ritmo da fala. É o conjunto de sinais sutis que dão significado emocional à comunicação.
No Transtorno do Espectro Autista (TEA), essas duas formas de linguagem podem se manifestar de maneira muito singular. Algumas pessoas têm ótima desenvoltura verbal, falam com clareza e vocabulário avançado, mas têm dificuldade em interpretar o tom de voz do outro, entender ironias, ou ajustar a própria expressão facial ao contexto emocional. Outras, ao contrário, podem ter limitações na fala, mas se expressam de forma riquíssima por meio de olhares, movimentos e ritmos — uma comunicação que, embora diferente, é profundamente significativa.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro autista tende a priorizar o conteúdo literal do que é dito e processar com mais lentidão ou menos sensibilidade as nuances emocionais não verbais. É por isso que frases ambíguas, duplo sentido ou linguagem corporal incoerente podem gerar confusão ou desconforto. O sistema nervoso busca coerência entre o que é falado e o que é sentido — e quando essa coerência falha, o cérebro fica em alerta.
Talvez valha refletir: você costuma perceber melhor o que as pessoas dizem ou o que elas demonstram? E quando alguém fala algo com um tom diferente do que parece sentir, isso te causa estranhamento? Essas perguntas ajudam a compreender como você — ou alguém próximo — processa o mundo da comunicação.
Na terapia, é possível aprender a reconhecer e integrar esses dois canais de forma mais harmoniosa, respeitando o próprio ritmo e as formas singulares de expressão. Afinal, comunicar-se não é apenas falar — é conseguir ser compreendido sem precisar deixar de ser quem se é. Caso precise, estou à disposição.
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No TEA há dificuldades comuns na linguagem verbal no que tange o atraso no desenvolvimento da fala, dificuldade em compreender a linguagem falada ou dificuldade em usar a fala de forma socialmente adequada.
Na linguagem não verbal, pode ter dificuldade em imitar, usar e interpretar gestos, expressões faciais e sinais de comunicação visual e atenção compartilhada.
Na linguagem não verbal, pode ter dificuldade em imitar, usar e interpretar gestos, expressões faciais e sinais de comunicação visual e atenção compartilhada.
No Transtorno do Espectro Autista (TEA), a linguagem verbal diz respeito ao uso da fala: escolha de palavras, fluência, tom de voz, ritmo e compreensão literal ou abstrata da linguagem. Já a linguagem não verbal envolve gestos, expressões faciais, contato visual, postura corporal e entonação emocional. Pessoas autistas podem apresentar diferenças em uma ou em ambas, como falar bem, mas ter dificuldade em interpretar expressões faciais, ironias ou sinais sociais implícitos, o que impacta a comunicação e as interações sociais.
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