O que é Frustração Existencial na Logoterapia? .

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O que é Frustração Existencial na Logoterapia? .
Na logoterapia, a frustração existencial é a angústia ou sofrimento que surge quando a pessoa não consegue realizar seu sentido ou propósito de vida, sentindo vazio, falta de significado e insatisfação profunda, mesmo sem problemas físicos ou sociais aparentes.

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 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Oi, tudo bem? A sua pergunta é muito rica, porque a “frustração existencial” costuma ser mal interpretada, como se fosse apenas tristeza ou insatisfação, quando na Logoterapia ela tem um significado bem mais profundo. Em termos simples, ela aparece quando a pessoa sente que perdeu o contato com aquilo que dá direção, propósito ou sentido à própria vida. É como se algo dentro dissesse “eu deveria estar vivendo outra coisa”, mas não soubesse explicar exatamente o quê.

Na perspectiva da Logoterapia, essa frustração não é vista como doença, e sim como um sinal. Um chamado interno. O desconforto surge quando há distância entre o modo como a pessoa vive e aquilo que, no fundo, importa para ela. Às vezes essa distância nasce de escolhas feitas por pressão externa, de uma rotina que engole tudo ou de uma sensação de vazio que aponta para necessidades ainda não reconhecidas. Quando você pensa sobre isso, percebe alguma área da sua vida em que sente essa espécie de desalinhamento? Há algo que você gostaria de estar vivendo, mas que ainda não encontrou espaço?

É importante lembrar que essa frustração não implica falha pessoal, muito menos fraqueza. Ela pode até ser um convite para reorganizar prioridades, compreender valores e reconhecer o que faz sentido de verdade. Muitas vezes o cérebro interpreta essa perda de direção como ameaça e responde com ansiedade, irritação ou desânimo, não porque “algo está errado com você”, mas porque algo precisa ser escutado. O que esse incômodo tenta te mostrar? Que sensação surge quando você pensa na palavra “sentido”?

E talvez a parte mais bonita da visão logoterapêutica seja a ideia de que o sentido não é algo abstrato nem distante. Ele se revela no cotidiano, nas escolhas pequenas, nas relações e nas atitudes que expressam quem você realmente é. A frustração existencial, nesse sentido, não precisa ser vista como inimiga, mas como bússola. Em que direção essa bússola parece apontar hoje?

Se sentir que vale aprofundar esse tema com calma, estou à disposição.

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