"O que é o 'adoecimento existencial'?" .
2
respostas
"O que é o 'adoecimento existencial'?" .
O adoecimento existencial refere-se a um sofrimento emocional profundo que surge quando a pessoa se depara com questões fundamentais sobre o sentido da vida, propósito, valores ou identidade, podendo gerar angústia, vazio, desmotivação e sensação de falta de pertencimento. Na neuropsicologia, entende-se que esse estado pode impactar o funcionamento cognitivo e emocional, afetando a concentração, memória e capacidade de resolução de problemas, além de influenciar o humor e a qualidade dos relacionamentos. É importante acolher esses sentimentos, buscando compreender suas origens e, quando necessário, buscando suporte profissional para ressignificar experiências e encontrar novos caminhos de sentido.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
O adoecimento existencial é quando a pessoa perde o sentido das coisas e começa a viver no automático, sentindo um vazio que não passa. É um sofrimento profundo que mostra que algo dentro precisa ser revisitado.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Qual o papel da responsabilidade na terapia existencial?
- A análise existencial usa a filosofia? .
- Como funciona uma sessão de terapia existencial? .
- O bullying pode levar a uma crise existencial na vítima ?
- Como o bullying afeta a identidade e o sentido de vida de uma pessoa, sob uma perspectiva existencial?
- Qual o caminho existencial para superar o trauma do bullying?
- Quais são as características e sinais de pessoas descontroladas?
- Quais são os sentimentos de vazio? .
- Como agir para melhorar a saúde mental e emocional ?
- Quais são as competências socioemocionais? .
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1020 perguntas sobre Psicoterapia
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.