O que é "Splitting" (Cisão) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
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O que é "Splitting" (Cisão) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O “splitting” ou cisão, é um mecanismo de defesa que se refere a alternância abrupta e extrema entre a idealização total e a desvalorização completa, como "tudo ou nada", "bom ou mau". Por exemplo, uma pessoa pode idealizar alguém em um momento, considerando essa pessoa como completamente boa ou perfeita, e, em seguida, desvalorizar essa mesma pessoa rapidamente, percebendo-a como totalmente má ou ameaçadora. No processo psicoterápico, a intervenção busca ajudar o paciente a construir uma visão mais integrada, promovendo a aceitação de nuances e complexidades nas relações e nas emoções.
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plitting (cisão) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um mecanismo psicológico em que a pessoa percebe a si mesma, os outros e as situações de forma polarizada, como “tudo ou nada”, idealizando ou desvalorizando, sem integrar qualidades positivas e negativas ao mesmo tempo.
De forma objetiva:
Pessoas são vistas como totalmente boas ou totalmente más
Mudanças rápidas entre idealização e rejeição
Dificuldade em tolerar ambivalência emocional
No TPB, o splitting surge como uma tentativa de lidar com emoções intensas e medo de abandono, mas acaba gerando instabilidade nos relacionamentos.
Tânia Regina Holanda Bezerra
Psicóloga & Hipnoterapeuta
CRP 17/8125
De forma objetiva:
Pessoas são vistas como totalmente boas ou totalmente más
Mudanças rápidas entre idealização e rejeição
Dificuldade em tolerar ambivalência emocional
No TPB, o splitting surge como uma tentativa de lidar com emoções intensas e medo de abandono, mas acaba gerando instabilidade nos relacionamentos.
Tânia Regina Holanda Bezerra
Psicóloga & Hipnoterapeuta
CRP 17/8125
No Transtorno de Personalidade Borderline, “splitting” ou cisão é um mecanismo de defesa pelo qual a pessoa percebe pessoas, situações ou até a si mesma de forma extrema, como totalmente boas ou totalmente más, sem conseguir integrar aspectos positivos e negativos de forma simultânea. Esse padrão surge frequentemente em resposta a experiências de abandono, rejeição ou invalidação, funcionando como uma maneira de lidar com emoções muito intensas e ameaçadoras. O splitting pode gerar instabilidade nos relacionamentos, pois sentimentos positivos e negativos podem se alternar rapidamente em relação à mesma pessoa. Na psicoterapia, o trabalho envolve ajudar o paciente a reconhecer essas polarizações, desenvolver percepção mais integrada das experiências e fortalecer a capacidade de tolerar nuances emocionais, promovendo maior equilíbrio afetivo e relações mais estáveis.
Olá, tudo bem?
O termo “splitting”, ou cisão, é usado para descrever uma forma de funcionamento emocional em que a pessoa tende a perceber a si mesma, os outros ou as situações de maneira muito polarizada, como se existissem apenas dois extremos: tudo é muito bom ou tudo é muito ruim, sem muito espaço para nuances.
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, isso costuma aparecer principalmente nos relacionamentos. Alguém pode, por exemplo, ver uma pessoa como extremamente importante, especial e segura em um momento, e, diante de uma frustração ou sensação de rejeição, passar a enxergá-la como indiferente, injusta ou até ameaçadora. Não é algo consciente ou “calculado”, mas uma resposta emocional rápida, como se o sistema interno estivesse tentando lidar com uma dor intensa dividindo a experiência em partes opostas.
Do ponto de vista psicológico, a cisão pode ser entendida como uma forma de proteção. É como se a mente tentasse organizar emoções muito difíceis separando o que é sentido como bom do que é sentido como ameaçador, evitando ter que sustentar sentimentos ambivalentes ao mesmo tempo. O desafio é que isso pode gerar instabilidade nos vínculos e também na forma como a pessoa se percebe.
Fico pensando enquanto você lê isso: você percebe momentos em que alguém passa de “muito importante” para “muito distante” dentro de você? O que costuma acontecer logo antes dessa mudança? E depois que a intensidade diminui, a percepção volta a se equilibrar ou permanece naquele extremo?
Quando começamos a identificar esse padrão com mais clareza, abre-se espaço para trabalhar a integração dessas experiências, construindo uma percepção mais estável e menos extrema. Caso precise, estou à disposição.
O termo “splitting”, ou cisão, é usado para descrever uma forma de funcionamento emocional em que a pessoa tende a perceber a si mesma, os outros ou as situações de maneira muito polarizada, como se existissem apenas dois extremos: tudo é muito bom ou tudo é muito ruim, sem muito espaço para nuances.
No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, isso costuma aparecer principalmente nos relacionamentos. Alguém pode, por exemplo, ver uma pessoa como extremamente importante, especial e segura em um momento, e, diante de uma frustração ou sensação de rejeição, passar a enxergá-la como indiferente, injusta ou até ameaçadora. Não é algo consciente ou “calculado”, mas uma resposta emocional rápida, como se o sistema interno estivesse tentando lidar com uma dor intensa dividindo a experiência em partes opostas.
Do ponto de vista psicológico, a cisão pode ser entendida como uma forma de proteção. É como se a mente tentasse organizar emoções muito difíceis separando o que é sentido como bom do que é sentido como ameaçador, evitando ter que sustentar sentimentos ambivalentes ao mesmo tempo. O desafio é que isso pode gerar instabilidade nos vínculos e também na forma como a pessoa se percebe.
Fico pensando enquanto você lê isso: você percebe momentos em que alguém passa de “muito importante” para “muito distante” dentro de você? O que costuma acontecer logo antes dessa mudança? E depois que a intensidade diminui, a percepção volta a se equilibrar ou permanece naquele extremo?
Quando começamos a identificar esse padrão com mais clareza, abre-se espaço para trabalhar a integração dessas experiências, construindo uma percepção mais estável e menos extrema. Caso precise, estou à disposição.
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