O que fazer em caso de um paciente com doenças mentais crônicas quando tiver crises ?
4
respostas
O que fazer em caso de um paciente com doenças mentais crônicas quando tiver crises ?
Em casos de pacientes com doenças mentais crônicas que estejam passando por crises, o primeiro passo é garantir a segurança tanto do paciente quanto das pessoas ao redor. Isso significa avaliar o grau de risco imediato, observando sinais como agitação extrema, comportamentos agressivos, pensamentos suicidas ou autolesivos, e alterações muito intensas no estado mental.
É fundamental manter uma postura acolhedora, escutando o que o paciente expressa sem julgamentos, mesmo que a fala esteja confusa ou carregada de angústia. Oferecer um ambiente calmo e seguro ajuda a diminuir a tensão. Se possível, contar com a presença de familiares ou pessoas de confiança pode ser importante para dar suporte e garantir o cuidado.
Em situações em que o risco à vida ou à integridade física seja iminente, o encaminhamento para um serviço especializado, como uma emergência psiquiátrica ou um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), é necessário. Nesses locais, a equipe poderá fazer uma avaliação mais detalhada, ajustar medicações e oferecer um acompanhamento intensivo.
Além do atendimento imediato, é importante pensar em estratégias de prevenção para futuras crises, como a criação de um plano de crise com o paciente e sua rede de apoio. Esse plano pode incluir sinais de alerta para identificar o início da crise, contatos de emergência, práticas de autocuidado e orientações para familiares.
A continuidade do tratamento, com acompanhamento psicológico, psiquiátrico e social, é fundamental para reduzir a frequência e a intensidade das crises. Em todos os momentos, o respeito à singularidade do paciente, o vínculo de confiança e o reconhecimento da sua autonomia são essenciais para um cuidado eficaz e humanizado.
É fundamental manter uma postura acolhedora, escutando o que o paciente expressa sem julgamentos, mesmo que a fala esteja confusa ou carregada de angústia. Oferecer um ambiente calmo e seguro ajuda a diminuir a tensão. Se possível, contar com a presença de familiares ou pessoas de confiança pode ser importante para dar suporte e garantir o cuidado.
Em situações em que o risco à vida ou à integridade física seja iminente, o encaminhamento para um serviço especializado, como uma emergência psiquiátrica ou um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), é necessário. Nesses locais, a equipe poderá fazer uma avaliação mais detalhada, ajustar medicações e oferecer um acompanhamento intensivo.
Além do atendimento imediato, é importante pensar em estratégias de prevenção para futuras crises, como a criação de um plano de crise com o paciente e sua rede de apoio. Esse plano pode incluir sinais de alerta para identificar o início da crise, contatos de emergência, práticas de autocuidado e orientações para familiares.
A continuidade do tratamento, com acompanhamento psicológico, psiquiátrico e social, é fundamental para reduzir a frequência e a intensidade das crises. Em todos os momentos, o respeito à singularidade do paciente, o vínculo de confiança e o reconhecimento da sua autonomia são essenciais para um cuidado eficaz e humanizado.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
É necessário manter a calma (importante que a desregulação da pessoa não te desregule), alguns casos é necessário procurar um pronto atendimento (verifique opções com os profissionais que acompanham essa pessoa, para que você já saiba aonde ir, em casos de crises graves). Seja uma presença estável, segura, acolhedora e respeitosa. Evite julgar ou falar muito durante a crise, procure ser paciente e ouvir o que a pessoa tem a dizer.
É importante manter o local e as pessoas, incluindo o paciente, claro, seguros. Afastar objetos que representem risco, como objetos cortantes ou que possam ser arremessados, por exemplo e tentar se manter o mais calmo possível. Dependendo do transtorno mental a abordagem irá variar e é importante conversar isso com os profissionais que já acompanham o paciente. Às vezes, o que se tem a fazer é apenas aguardar a crise passar, outras vezes é necessário chamar um serviço de urgência para que a pessoa possa receber os cuidados necessários. Se a pessoa se ferir numa crise, não hesite e peça ajuda profissional.
Em um primeiro momento o mais importante é oferecer SEGURANÇA, tanto física como emocional. Para isso é importante conhecer o que traz segurança para aquela pessoa, o que vai ser construído pouco a pouco e fora dos momentos de crise. Se você convive com alguém que frequentemente passa por isso experimente perguntar o que a deixa segura ou o que ela imagina que traz segurança quando está em momentos assim. E, claro, procurar auxilio profissional. Por isso a importância de já estar em acompanhamento com profissionais que ofereçam disponibilidade de suporte para situações como essa.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Quais transtornos psicológicos podem resultar do bullying?
- Como as fake news nascem e que interesses há por trás dela?
- Quais são os conflitos familiares mais comuns? .
- Quais são as estratégias para lidar com o medo existencial e a doença mental crônica ?
- Quais são os possíveis efeitos do bullying na vítima?
- Quais são os benefícios da atenção plena para os pensamentos disfuncionais ?
- Como a Terapia Cognitiva Baseada em Mindfulness (MBCT) funciona e quando é utilizada ?
- Quais são as diferenças entre raiva contida e reprimida ?
- Quais são as consequências da falta de saúde mental?
- . Que fatores do dia-a-dia contribuem para a Neuroplasticidade?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1003 perguntas sobre Saude Mental
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.