O que fazer em caso de violência doméstica?
11
respostas
O que fazer em caso de violência doméstica?
Concordo com a Dra Giuliana. Você deve ter aguentado já muito tempo. Não se precipite. Procure falar com pessoas que tem experiências semelhantes. O ideal seria você compreender melhor a pessoa violenta e poder induzir a paz em casa desta maneira. Evitar humilhar a outra parte. Entender a sensibilidade dela. Eu sei que é pedir muito. Mas não deixe de pensar neste aspeto. Use os momentos de arrependimento, se houver, para lhe fornecer informação onde procurar ajuda, pois as pessoas violentas mesmas podem pedir ajuda também e muitas delas entendem e querem isto. As mesmas instituições que ajudam as vítimas, muitas delas também ajudam os agressores ou as agressoras. Informe-se na sua prefeitura ou no SUS. Existem NGO's, grupos de encontro para falar, anônimos alguns deles.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Primeiro deve tomar atitudes a fim de cessar essa violência, denuncia-la aos meios competentes, se for a uma criança no conselho tutelar e se for a uma mulher na delegacia da mulher, conforme já foi falado pelos colegas profissionais. Porém, muitas vezes a vitima de violência não se sente forte o bastante para tomar determinadas atitudes necessárias, nesse caso procure um psicólogo para se fortalecer, se conhecer e elaborar condições para se sentir segura em romper seu silêncio. As questões de violência doméstica podem estar envolvendo outras emoções e sentimentos que um psicólogo pode te ajudar.
Olá, o primeiro passo é ter pessoas próximas que possam te apoiar e ajudar a você a iniciar um caminho difícil mas necessário, para depois a decisão de fazer a denúncia aos órgãos responsáveis e depois a ajuda psicoterapêutica para suportar todo este processo.
Concordo com as respostas anteriores. É necessário denunciar seja ela contra crianças, mulheres, idosos ou homens. Prestar queixa na delegacia mais próxima (se a vítima for mulher é aconselhável prestar queixa na delegacia da mulher), que registrará Boletim de Ocorrência e encaminhará para Exame de Corpo de Delito, caso a agressão tenha sido física e/ou sexual. buscar uma rede de apoio seja familiar ou extra familiar, como amigos, casas de acolhimento que servem justamente para medidas protetivas de urgência. Para ter acesso a todas as medidas protetivas, é interessante também buscar referenciação no CREAS de sua região que fará os devidos encaminhamentos. É importante fazer acompanhamento psicoterapêutico.
Atenciosamente,
Atenciosamente,
Quando pergunta o que fazer? chegou a hora para romper a barreira do silêncio e procurar ajuda! Fale com pessoas próximas ou familiares de sua confiança e vá fazer a denúncia delegacia da mulher, conselho tutelar e CREAS da sua região. Existem vários grupos de apoio anônimo. Procure atendimento de um psicólogo para que possa elaborar essa questão e te ajudar nesse primeiro momento em todo processo e se for o caso ele vai te encaminhar para o psiquiatra para entrar com medicação. Mas romper o silêncio é a melhor coisa a fazer nesse primeiro momento.
olá. primeiro deves procurar ajuda de qualquer tipo, seja conversando e comunicando os fatos para familiares, e com isso buscando e formando uma rede de apoio. podes buscar uma ajuda profissional, para conversar sobre os traumas e ainda deves denunciar na delegacia da mulher (se a pessoa que sofre a violência for mulher). Desde 2006 a Lei Maria da Penha existe para combater a violência contra a Mulher.
O mais importante é que possa fazer um movimento de ruptura da violência.
Boa sorte.
Leonardo
O mais importante é que possa fazer um movimento de ruptura da violência.
Boa sorte.
Leonardo
Concordo com as respostas dos colegas. Mas tenho a acrescentar, tendo em vista, já ter atuado como coordenador de programas federais de apoio a vítimas de violência doméstica, que os casos não acontecem tendo como vítimas só mulheres, mas crianças e idosos também. Todos os casos, devem ser denunciado conforme o caso, a Delegacia de Mulher, ao CREAS e Conselhos Tutelares. É bom lembrar que qualquer pessoa que tem conhecimento da violência, pode denunciar e solicitar sigilo e anonimato.
Buscar atendimento psicológico é extremamente necessário, pois geralmente as vítimas ficam com cicatrizes profundas. Dependendo do caso, até mesmo buscar um psiquiatra para uma intervenção medicamentosa.
Buscar atendimento psicológico é extremamente necessário, pois geralmente as vítimas ficam com cicatrizes profundas. Dependendo do caso, até mesmo buscar um psiquiatra para uma intervenção medicamentosa.
A violência doméstica (que apresenta como vítimas majoritariamente mulheres, crianças e idosos) é uma realidade silenciosa e presente em muitos lares de todas as classes sociais. Muitas vezes sentimentos conflituosos de amor e ódio, de culpa, de vergonha, ou mesmo a impossibilidade de viver por si mesmo fazem com que as vítimas não consigam sustentar a decisão de denunciar ou de romper com o relacionamento violento. Vale ressaltar que o ciclo "tensão - violência - arrependimento/perdão" leva a vítima a acreditar nas promessas de que tudo vai mudar, que foi a última vez. É neste ponto que a ajuda de um psicólogo ou psicanalista é fundamental, já que vai tratar do modo pelo qual a vítima se coloca no relacionamento, com o intuito de construir novas formas de compreensão de si e do outro. A questão a ser trabalhada é justamente o que sustenta a vítima nesse lugar. Sem ultrapassar essa condição é muito difícil que as denúncias sejam levadas às últimas consequências.
Se for você quem está sofrendo a violência, é preciso se perguntar: como é permanecer nesse lugar? O acompanhamento psicológico pode clarificar as escolhas, revelar sentidos e colaborar para construir novos posicionamentos diante dessa circunstância. Não é matéria fácil ter forças para sair de uma situação que pode envolver muitos sentimentos e condições da própria dinâmica da vida. No entanto, é certo que o pacto de silêncio só contribui para que a situação de violência se perpetue!
Se estiver testemunhando a violência, você pode denunciar, pode tentar conversar com a vítima para que ela denuncie ou busque ajuda.
Se estiver testemunhando a violência, você pode denunciar, pode tentar conversar com a vítima para que ela denuncie ou busque ajuda.
Olá!
Concordo com as respostas dos colegas acima, mas como psicóloga já atendi algumas mulheres vítimas de violência doméstica e sei que muitas vezes romper o silêncio e fazer a denúncia é bastante difícil.
A vítima da violência doméstica precisa falar com alguém, mesmo que ela ainda não tenha decidido por fazer a denúncia.
Procurar um psicólogo, até mesmo em serviços públicos, pode ajudar nessa tomada de decisão!
Coragem!
Concordo com as respostas dos colegas acima, mas como psicóloga já atendi algumas mulheres vítimas de violência doméstica e sei que muitas vezes romper o silêncio e fazer a denúncia é bastante difícil.
A vítima da violência doméstica precisa falar com alguém, mesmo que ela ainda não tenha decidido por fazer a denúncia.
Procurar um psicólogo, até mesmo em serviços públicos, pode ajudar nessa tomada de decisão!
Coragem!
É importante romper o silêncio e denunciar o agressor. Há leis que te protegem e campanhas nacionais para agilizar os processos judiciais destes casos.
Qualquer profissional da saúde é obrigado a notificar casos de violência doméstica que identificarem.
Além disso, deixo como recomendação a procura por um psicólogo ou psiquiatra para iniciar um processo psicoterapêutico, uma vez que esta situação pode ter um impacto emocional e psicológico muito grande.
Grande abraço!
Qualquer profissional da saúde é obrigado a notificar casos de violência doméstica que identificarem.
Além disso, deixo como recomendação a procura por um psicólogo ou psiquiatra para iniciar um processo psicoterapêutico, uma vez que esta situação pode ter um impacto emocional e psicológico muito grande.
Grande abraço!
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Tomo quetiapina de manhã e à noite de libertação prolongada mas está esgotada será que posso tomar a quetiapina sem ser de libertação prolongada?
- Olá,tomo amitriptilina 25 mg bastante anos e tive uma recaída da depressão e o médico aumentou pra 50 mg,estou tomando faz uma semana.É normal sentir mal estar, enjôo?
- Tive h pylori e gastrite, ainda nao realizei uma segunda endoscopia, tomei os antibioticos ano passado 3, e 2 no começo desse ano. Sinto enjoos e dores as vezes por todo lado da barriga, seria ainda a gastrite?faço uso de clonazepam todo dia, e tentarei voltar com a fluoxetina mas preocupada com estomago..
- Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?
- Eu tomo a bastante tempo amitriptilina 25 mg e clonazepam de 2 mg pra depressão.Tive uma recaída e o médico aumentou a dose da amitriptilina pra $50 mg.Demora pra fazer efeito se já tomo de 25 á anos?
- Estou usando escitalopram 20mg há 11 dias comecei com dose de 1 gt e a cada dia aumentando 1 gota para chegar a dose de 20 GTS porém tenho sentindo muito mal estar no estômago queimação aumento das crises de pânico falta de disposição meu retorno ao psiquiatra será no próximo mês dia 06 ele tbm me receitou…
- Uma paqciente toma 2 quetiapinas LP ao Como este medicamento está esgotado e ela tem em seu poder a quetiapina 50 normal e o stock só será reposto dentro de dias, pergunta-se;- Pode tomar em simultaneo ao deitar um comprimido normal conjuntamente com um de libertação prolomgada ?
- boa tarde estou tomando desvelafaxina a 23 dias e normal sentir ainda tristeza?
- Eu tinha uma vida feliz, mas do nada tudo deu errado; eu ja não tenho mais ânimo pra nada e não tenho expectativas para o meu futuro; eu estou completamente perdida e preciso de ajuda.
- Tomo escitalopram 15 mg a 12 anos e estava bem. Nao sentia nada. Meus hormonios desregularam e entrei em uma crise de ansidade e depressao. A medica aumentou a dose para 20 mg, fui melhorando mas ainda com muita ansiedade. Na 4 semana estou com muito tremor e ansiedade. Ainda seria a adaptacao a nova…
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1247 perguntas sobre Depressão
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.