. O que fazer para não ficar doente quando invadido pelo medo e ansiedade?

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. O que fazer para não ficar doente quando invadido pelo medo e ansiedade?
Fazer psicoterapia. O processo de autoconhecimento conduzido por um profissional é a alternativa mais efetiva.

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Olá! O medo e a ansiedade surgem por causa dos pensamentos. Quando pensamos que "estou doente" ou "posso ficar doente" ou "estou sentindo XXX, posso estar com YYY", geram vários sentimentos, principalmente o medo, a preocupação e a ansiedade. Esses pensamentos não são reais, pois não existe nenhuma evidência de que acontecerá. Aprender a lidar com os pensamentos seria uma forma de reduzir esses sentimentos negativos. A psicoterapia cognitiva comportamental poderá ajudar a trabalhar com esses pensamentos. Procure um psicólogo.
Quando se é invadido pelo medo significa que não estamos no controle de nossas emoções e é necessário pedir ajuda rapidamente. Precisamos ajuda para buscar as origens deste medo e desta ansiedade: alguém que pegue em nossa mão e caminhe conosco sem nos forçar a nada, nos respeitando e nos acolhendo. Alguém que como uma mãe amorosa e compreensiva acompanhe o início de caminhada do filho.Que saiba quando ele não está bem e precisa de um médico mas que tenha calma e segurança para suportar a nossa ansiedade nas caminhadas tortuosas da vida, pois vida é um grande mistério e como tal pode nos assustar e nos deixar muito ansiosos com as incertezas.
Olá, espero que esteja bem por aí!
Sua pergunta é extremamente válida! Medo e ansiedade são emoções humanas normais e que tem uma função, são importantes pra nos protegermos e não ficarmos tão vulneráveis a riscos. Porém elas realmente podem ser adoecedoras se chegarem a níveis muito altos ou se não tiverem boas vias de regulação. Se muito exacerbadas podem causar bastante sofrimento.

Algumas perguntas que podem te ajudar com sentimentos de medo e ansiedade:
- Eu me permito senti-los ou fico negando ou lutando contra esses sentimentos?
- Quando os sinto, consigo identificá-los, dar nome e entender quando e como eles começaram a me inundar? Entendo os gatilhos e intensificadores desses sentimentos?
- Quando sinto, posso buscar apoio com alguém? Tenho uma pessoa de confiança que posso acionar nesses momentos e buscar acolhimento?
- Sei buscar formas de me sentir essas emoções sem ser dominado por elas? Quais as minhas favoritas?
(algumas sugestões: escrita; exercícios de respiração; práticas de presença e atenção plena; atividade física leve)
- Consigo identificar padrões em relação aos meus sentimentos de medo e ansiedade e tomar ações de cuidado que me tragam proteção contra o que me aciona esses sentimentos?
- Consigo perceber minha capacidade de enfrentamento ao longo da minha vida?
- Cuido da qualidade do meu sono e da minha rotina em geral?
- Tenho prazeres em minha vida? Dou espaço pra eles, consigo apreciá-los?

Pensar nesses pontos já pode te dar bons recursos pra lidar com medo e ansiedade e cuidar deles, antes deles estarem aumentados ou quando já perceber que eles estão crescendo.

Lembre-se também que para alguns casos é realmente necessário intervenção medicamentosa. É uma alternativa que pode ajudar bastante!
Tudo de bom pra você!
Respirar de forma lenta e profunda, ancorar no presente, hidratar, alongar o corpo, evitar estimulantes, falar com alguém de confiança e buscar acompanhamento psicológico se os episódios forem frequentes.
 Aline Oliveira
Psicólogo
Rio de Janeiro
Quando o medo e a ansiedade se tornam intensos, o corpo pode reagir com sintomas físicos como taquicardia, tensão muscular, alterações no sono, desconfortos gastrointestinais e sensação de esgotamento. Isso acontece porque o sistema de alerta permanece ativado por tempo prolongado.

Para reduzir o impacto no organismo, é importante:

• Desenvolver estratégias de regulação emocional e respiratória
• Organizar rotina de sono e descanso
• Reduzir a exposição constante a gatilhos de estresse
• Buscar acompanhamento psicológico quando os sintomas se tornam frequentes

No entanto, mais do que controlar sintomas pontuais, é fundamental compreender o que está mantendo o medo ativo. Muitas vezes existem crenças, experiências passadas ou padrões de pensamento que alimentam a ansiedade.

A psicoterapia baseada em evidências, como a Terapia Cognitivo-Comportamental e o EMDR, ajuda a trabalhar esses padrões de forma estruturada. O EMDR, por exemplo, pode auxiliar no reprocessamento de experiências que deixaram o sistema nervoso em estado constante de alerta, favorecendo maior regulação emocional.

Quando o medo começa a afetar o corpo e a qualidade de vida, buscar ajuda profissional é uma forma de prevenir o agravamento e promover equilíbrio físico e emocional.

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