. O que fazer quando a rejeição é persistente e causa grande sofrimento?

3 respostas
. O que fazer quando a rejeição é persistente e causa grande sofrimento?
 Cristiane  Tempski Leite
Psicólogo
Blumenau
A rejeição persistente pode causar grande sofrimento emocional, mas é possível aprender a lidar com ela e diminuir o impacto na vida. É importante reconhecer o problema, fortalecer a autoestima, evitar a busca excessiva por validação externa e, se necessário, buscar ajuda profissional. Olhar para si mesmo e reconhecer as suas forças em psicoterapia.

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Quando a rejeição é persistente e começa a causar grande sofrimento, é importante reconhecer que isso não se trata de “fraqueza”, mas de uma dor legítima que merece cuidado. Esse sentimento pode estar ligado a experiências anteriores, expectativas nas relações e até à forma como nos percebemos diante dos outros.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender melhor essa vivência, fortalecer a autoestima, ressignificar experiências e aprender novas formas de se relacionar. Ninguém precisa lidar com esse peso sozinho. Caso sinta necessidade, buscar ajuda pode ser um passo importante para viver relações mais leves e com menos sofrimento.
 Isabela Zeggiato Passos
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Quando a rejeição é vivida de forma persistente e dolorosa, o primeiro passo é reconhecer que o sofrimento é real. No TPB, segundo o DSM-5, há maior sensibilidade a sinais de abandono ou desvalorização, o que pode tornar essas experiências mais intensas e difíceis de regular.

É importante diferenciar o que é uma rejeição concreta do que pode estar sendo interpretado a partir do medo de perder o vínculo. Nem toda distância significa abandono, mas o impacto emocional pode ser igualmente forte.
Do ponto de vista psicanalítico, a repetição desse sofrimento costuma ter relação com a forma como o sujeito se coloca nas relações e com marcas anteriores que ainda não foram elaboradas. Buscar um espaço terapêutico ajuda a compreender esse padrão, fortalecer a capacidade de sustentar frustrações e construir vínculos menos marcados pelo medo constante de perda.

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