O que fazer quando suspeitar que tem uma doença mental crônica?
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O que fazer quando suspeitar que tem uma doença mental crônica?
Quando você começa a suspeitar que pode estar vivendo com uma doença mental crônica ou percebe que algo no seu sofrimento psíquico não melhora com o tempo, se intensifica, ou retorna de forma recorrente o mais importante é não se isolar e não silenciar o que sente. Reconhecer essa possibilidade já é um passo de coragem e cuidado consigo mesma.
O primeiro movimento deve ser buscar uma escuta qualificada. Isso significa procurar um(a) psicólogo(a) ou psiquiatra, profissionais que podem te ajudar a compreender o que está acontecendo. Nem sempre é necessário um diagnóstico imediato às vezes, o mais urgente é nomear o sofrimento, dar contorno ao que está sendo vivido, e não apenas rotular. No caso de uma doença mental crônica, o acompanhamento contínuo é essencial, e o diagnóstico, se for feito, deve vir como parte de um processo e não como um ponto final.
Também é importante saber que o cuidado não é só individual. Existem redes de atenção psicossocial como os CAPS que acolhem gratuitamente pessoas em sofrimento psíquico intenso, com ou sem diagnóstico, oferecendo um acompanhamento que pode incluir psicoterapia, acompanhamento médico, oficinas, grupos terapêuticos e outras formas de vínculo. Esses espaços estão preparados para acompanhar pessoas com doenças mentais crônicas, respeitando suas singularidades.
Ao mesmo tempo, é essencial criar uma rede de apoio com pessoas próximas com quem você possa conversar, pedir ajuda, dividir o que sente. Viver com uma doença crônica pode ser solitário se o sofrimento for silenciado, mas é possível criar laços, sustentar o cuidado e, mesmo com a dor, encontrar outras formas de viver, amar e desejar.
O primeiro movimento deve ser buscar uma escuta qualificada. Isso significa procurar um(a) psicólogo(a) ou psiquiatra, profissionais que podem te ajudar a compreender o que está acontecendo. Nem sempre é necessário um diagnóstico imediato às vezes, o mais urgente é nomear o sofrimento, dar contorno ao que está sendo vivido, e não apenas rotular. No caso de uma doença mental crônica, o acompanhamento contínuo é essencial, e o diagnóstico, se for feito, deve vir como parte de um processo e não como um ponto final.
Também é importante saber que o cuidado não é só individual. Existem redes de atenção psicossocial como os CAPS que acolhem gratuitamente pessoas em sofrimento psíquico intenso, com ou sem diagnóstico, oferecendo um acompanhamento que pode incluir psicoterapia, acompanhamento médico, oficinas, grupos terapêuticos e outras formas de vínculo. Esses espaços estão preparados para acompanhar pessoas com doenças mentais crônicas, respeitando suas singularidades.
Ao mesmo tempo, é essencial criar uma rede de apoio com pessoas próximas com quem você possa conversar, pedir ajuda, dividir o que sente. Viver com uma doença crônica pode ser solitário se o sofrimento for silenciado, mas é possível criar laços, sustentar o cuidado e, mesmo com a dor, encontrar outras formas de viver, amar e desejar.
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Olá! Em casos de suspeita de algum quadro psiquiátrico, o mais hidratante indicado é buscar pela avaliação de um psicólogo e de um psiquiatra.
Suspeitar de um adoecimento mental crônico pode gerar medo e confusão, e isso é compreensível. O primeiro passo é buscar avaliação profissional, com psicólogo e, se necessário, psiquiatra, para compreender o que está acontecendo de forma cuidadosa. Um diagnóstico não define quem você é, mas orienta o tratamento e o cuidado. Com acompanhamento adequado, é possível encontrar manejo, estabilidade e qualidade de vida.
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