O que o terapeuta deve fazer se perceber que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (
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O que o terapeuta deve fazer se perceber que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) começa a se distanciar ou se afastar emocionalmente?
Boa pergunta! Quando o psicólogo percebe que o paciente com TPB começa a se distanciar ou se afastar emocionalmente, é importante acolher esse movimento com sensibilidade e curiosidade, sem julgamentos. O espaço psicoterapêutico deve ser sempre um lugar de acolhimento, respeito e confiança, onde o paciente se sinta seguro para ser quem é. Dentro dessa relação, que é construída com base na sinceridade, o psicólogo não apenas valida as emoções do paciente, mas também compartilha, de forma cuidadosa, o que observa, abrindo espaço para uma conversa sobre esse afastamento e seus possíveis significados. Esse diálogo pode ajudar o paciente a se perceber melhor, compreender seus movimentos emocionais e, aos poucos, fortalecer o vínculo e a confiança no processo terapêutico!
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Olá,
O distanciamento muitas vezes é uma defesa contra o medo da rejeição ou uma reação a sentimentos intensos que o paciente não consegue regular.
É importante o terapeuta trabalhar as seguintes questões;
1-Validar a Experiência: Reconhecer e validar os sentimentos do paciente sem julgamento. Isso ajuda a reduzir a desregulação emocional e cria um ambiente seguro para que ele se reengaje no processo.
2 -Abordar o Afastamento de Forma Direta: Trazer o distanciamento para a conversa de maneira gentil e observacional.
3 - Estabelecer e Manter Limites: Embora o acolhimento seja crucial, manter a consistência e os limites terapêuticos é fundamental para proporcionar a estrutura que o paciente necessita para se sentir seguro.
4- Utilizar Estratégias de Aceitação e Mudança : Aplicar técnicas da Terapia , focando na tolerância ao mal-estar para ajudar o paciente a processar o que está causando o afastamento.
5- Explorar Gatilhos e Esquemas: Investigar se houve algum gatilho recente na relação ou se o afastamento ativa "roteiros internos" (esquemas) de autoproteção ligados a experiências passadas de negligência.
6- Super importante que o profissional busque Supervisão e Apoio: O manejo do TPB pode ser emocionalmente exaustivo; portanto, o terapeuta deve buscar supervisão clínica e suporte para gerenciar suas próprias reações (contratransferência) diante do comportamento do paciente.
Espero ter ajudado, abçs. :)
O distanciamento muitas vezes é uma defesa contra o medo da rejeição ou uma reação a sentimentos intensos que o paciente não consegue regular.
É importante o terapeuta trabalhar as seguintes questões;
1-Validar a Experiência: Reconhecer e validar os sentimentos do paciente sem julgamento. Isso ajuda a reduzir a desregulação emocional e cria um ambiente seguro para que ele se reengaje no processo.
2 -Abordar o Afastamento de Forma Direta: Trazer o distanciamento para a conversa de maneira gentil e observacional.
3 - Estabelecer e Manter Limites: Embora o acolhimento seja crucial, manter a consistência e os limites terapêuticos é fundamental para proporcionar a estrutura que o paciente necessita para se sentir seguro.
4- Utilizar Estratégias de Aceitação e Mudança : Aplicar técnicas da Terapia , focando na tolerância ao mal-estar para ajudar o paciente a processar o que está causando o afastamento.
5- Explorar Gatilhos e Esquemas: Investigar se houve algum gatilho recente na relação ou se o afastamento ativa "roteiros internos" (esquemas) de autoproteção ligados a experiências passadas de negligência.
6- Super importante que o profissional busque Supervisão e Apoio: O manejo do TPB pode ser emocionalmente exaustivo; portanto, o terapeuta deve buscar supervisão clínica e suporte para gerenciar suas próprias reações (contratransferência) diante do comportamento do paciente.
Espero ter ajudado, abçs. :)
A confiança e o vínculo são muito importantes em todo tratamento. No TPB não é diferente, o terapeuta deve estar atento para que o vínculo seja positivo, a confiança vem da escuta atenta às questões apresentadas.
Se o paciente começa a se distanciar emocionalmente, isso pode indicar proteção diante de algo difícil. O terapeuta pode, com cuidado, trazer isso para a sessão, convidando o paciente a explorar o que está acontecendo, sem pressionar ou invadir.
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