O que pode ser feito para ajudar pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e sensibil
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O que pode ser feito para ajudar pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e sensibilidade sensorial?
Para ajudar quem tem TPB e sensibilidade sensorial, é importante combinar estratégias emocionais e sensoriais: uso de técnicas da DBT para regulação emocional, criar ambientes mais calmos e previsíveis, reduzir estímulos desencadeantes e trabalhar com terapia ocupacional para ajustar a resposta aos sentidos.
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Como ajudar pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline e sensibilidade sensorial
A sensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige intervenções que não fiquem apenas no campo do “proteger” ou “amenizar” estímulos. É preciso criar estratégias que ajudem a pessoa a ampliar sua capacidade de lidar com a intensidade, transformando a sensibilidade em recurso, e não apenas em vulnerabilidade.
No campo psicanalítico, isso significa trabalhar para que o paciente reconheça como suas reações sensoriais estão ligadas à sua história emocional e à forma como seu corpo aprendeu a responder ao ambiente. Ao identificar esses padrões, é possível deslocar a relação com o estímulo: o que antes desencadeava fuga ou explosão pode se tornar experiência passível de elaboração.
Além disso, recursos criativos e corporais — como arte, escrita, movimento ou técnicas de percepção — podem servir como pontes para traduzir o excesso sensorial em linguagem simbólica, favorecendo uma integração entre corpo e mente. O objetivo não é “blindar” a pessoa do mundo, mas possibilitar que ela habite esse mundo com maior presença e menos medo do impacto que ele possa causar.
O tratamento, nesse sentido, convida o paciente a atravessar, em vez de evitar, a intensidade dos estímulos. Isso abre espaço para que ele experimente novas formas de se autorregular, fortalecendo sua identidade e expandindo sua liberdade de escolha diante das situações da vida.
A sensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige intervenções que não fiquem apenas no campo do “proteger” ou “amenizar” estímulos. É preciso criar estratégias que ajudem a pessoa a ampliar sua capacidade de lidar com a intensidade, transformando a sensibilidade em recurso, e não apenas em vulnerabilidade.
No campo psicanalítico, isso significa trabalhar para que o paciente reconheça como suas reações sensoriais estão ligadas à sua história emocional e à forma como seu corpo aprendeu a responder ao ambiente. Ao identificar esses padrões, é possível deslocar a relação com o estímulo: o que antes desencadeava fuga ou explosão pode se tornar experiência passível de elaboração.
Além disso, recursos criativos e corporais — como arte, escrita, movimento ou técnicas de percepção — podem servir como pontes para traduzir o excesso sensorial em linguagem simbólica, favorecendo uma integração entre corpo e mente. O objetivo não é “blindar” a pessoa do mundo, mas possibilitar que ela habite esse mundo com maior presença e menos medo do impacto que ele possa causar.
O tratamento, nesse sentido, convida o paciente a atravessar, em vez de evitar, a intensidade dos estímulos. Isso abre espaço para que ele experimente novas formas de se autorregular, fortalecendo sua identidade e expandindo sua liberdade de escolha diante das situações da vida.
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