O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em remissão pode apresentar regressões temporárias?
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em remissão pode apresentar regressões temporárias?
Oi, é um prazer te ter por aqui.
Sim, regressões temporárias são relativamente comuns mesmo em pacientes que alcançaram remissão significativa do TPB. Isso ocorre porque o transtorno envolve vulnerabilidades emocionais e relacionais que podem ser reativadas em situações específicas, especialmente aquelas que tocam temas centrais como abandono, rejeição, perda, críticas ou mudanças abruptas na rotina.
Essas regressões não significam que o paciente “voltou ao início” ou perdeu todo o progresso. Na verdade, elas fazem parte do curso natural do transtorno e costumam ser mais breves, menos intensas e mais manejáveis do que antes da remissão. O paciente geralmente consegue reconhecer sinais precoces, utilizar habilidades aprendidas e recuperar estabilidade mais rapidamente.
Regressões podem se manifestar como: aumento da sensibilidade emocional, impulsividade leve, conflitos interpessoais, ruminação, sensação de vazio ou episódios de ansiedade intensa. O importante é que, na remissão, esses episódios não costumam comprometer de forma significativa o funcionamento global.
A psicoterapia ajuda o paciente a compreender essas flutuações como parte do processo, reduzindo culpa e medo de recaída. Assim, regressões temporárias são esperadas, mas não representam falha — são oportunidades de consolidar habilidades e fortalecer a capacidade de autorregulação.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line em todo o Brasil e presencialmente em Vitória-ES
Abraços
Sim, regressões temporárias são relativamente comuns mesmo em pacientes que alcançaram remissão significativa do TPB. Isso ocorre porque o transtorno envolve vulnerabilidades emocionais e relacionais que podem ser reativadas em situações específicas, especialmente aquelas que tocam temas centrais como abandono, rejeição, perda, críticas ou mudanças abruptas na rotina.
Essas regressões não significam que o paciente “voltou ao início” ou perdeu todo o progresso. Na verdade, elas fazem parte do curso natural do transtorno e costumam ser mais breves, menos intensas e mais manejáveis do que antes da remissão. O paciente geralmente consegue reconhecer sinais precoces, utilizar habilidades aprendidas e recuperar estabilidade mais rapidamente.
Regressões podem se manifestar como: aumento da sensibilidade emocional, impulsividade leve, conflitos interpessoais, ruminação, sensação de vazio ou episódios de ansiedade intensa. O importante é que, na remissão, esses episódios não costumam comprometer de forma significativa o funcionamento global.
A psicoterapia ajuda o paciente a compreender essas flutuações como parte do processo, reduzindo culpa e medo de recaída. Assim, regressões temporárias são esperadas, mas não representam falha — são oportunidades de consolidar habilidades e fortalecer a capacidade de autorregulação.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Olá, tudo bem? Sim, uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline em remissão pode apresentar regressões temporárias, e isso não significa necessariamente que tenha perdido toda a evolução conquistada ou que esteja vivenciando uma recaída completa do transtorno.
Na prática clínica, é relativamente comum que períodos de estresse intenso, conflitos interpessoais, perdas afetivas, mudanças importantes ou situações que despertem sentimentos antigos de abandono e rejeição provoquem um aumento temporário da sensibilidade emocional. Nesses momentos, podem reaparecer pensamentos, emoções ou comportamentos que lembram fases anteriores da dificuldade, ainda que geralmente com menor intensidade, duração ou impacto funcional.
É importante diferenciar uma regressão temporária de um retorno sustentado do quadro clínico. Uma pessoa em remissão pode passar por alguns dias ou semanas de maior sofrimento emocional e, ainda assim, manter recursos psicológicos que antes não possuía. Como ela reage quando percebe que está sofrendo? Consegue identificar os gatilhos envolvidos? Busca compreender a experiência ou sente que perdeu completamente o controle sobre ela?
Do ponto de vista psicológico, o crescimento raramente ocorre em linha reta. Muitas vezes, a evolução se parece mais com uma trajetória em que a pessoa avança, encontra desafios, revisita vulnerabilidades antigas e desenvolve formas cada vez mais maduras de lidar com elas. O cérebro e os sistemas emocionais não apagam completamente experiências passadas, mas podem aprender maneiras mais adaptativas de responder a elas.
Por isso, regressões temporárias não devem ser vistas automaticamente como fracasso terapêutico ou perda de progresso. Em muitos casos, elas se tornam oportunidades importantes para consolidar habilidades emocionais, fortalecer o autoconhecimento e compreender melhor os próprios padrões de funcionamento. Caso precise, estou à disposição.
Na prática clínica, é relativamente comum que períodos de estresse intenso, conflitos interpessoais, perdas afetivas, mudanças importantes ou situações que despertem sentimentos antigos de abandono e rejeição provoquem um aumento temporário da sensibilidade emocional. Nesses momentos, podem reaparecer pensamentos, emoções ou comportamentos que lembram fases anteriores da dificuldade, ainda que geralmente com menor intensidade, duração ou impacto funcional.
É importante diferenciar uma regressão temporária de um retorno sustentado do quadro clínico. Uma pessoa em remissão pode passar por alguns dias ou semanas de maior sofrimento emocional e, ainda assim, manter recursos psicológicos que antes não possuía. Como ela reage quando percebe que está sofrendo? Consegue identificar os gatilhos envolvidos? Busca compreender a experiência ou sente que perdeu completamente o controle sobre ela?
Do ponto de vista psicológico, o crescimento raramente ocorre em linha reta. Muitas vezes, a evolução se parece mais com uma trajetória em que a pessoa avança, encontra desafios, revisita vulnerabilidades antigas e desenvolve formas cada vez mais maduras de lidar com elas. O cérebro e os sistemas emocionais não apagam completamente experiências passadas, mas podem aprender maneiras mais adaptativas de responder a elas.
Por isso, regressões temporárias não devem ser vistas automaticamente como fracasso terapêutico ou perda de progresso. Em muitos casos, elas se tornam oportunidades importantes para consolidar habilidades emocionais, fortalecer o autoconhecimento e compreender melhor os próprios padrões de funcionamento. Caso precise, estou à disposição.
Sim, pode. Regressões temporárias podem acontecer em momentos de maior vulnerabilidade emocional, como conflitos, rejeição percebida, luto, separações ou sobrecarga. Isso não significa que todo o progresso foi perdido. Muitas vezes, indica apenas que a pessoa precisa retomar estratégias de cuidado e, se necessário, buscar apoio terapêutico.
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