O uso em excesso da tecnologia digital é considerado uma doença mental ? Se for tem tratamento e é c
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O uso em excesso da tecnologia digital é considerado uma doença mental ? Se for tem tratamento e é curável ?
O uso excessivo de tecnologia digital pode, de fato, ser associado a problemas de saúde mental, embora não seja considerado uma doença mental em si. O termo "vício em tecnologia" ou "dependência digital" é frequentemente usado para descrever o uso excessivo e prejudicial da tecnologia, que pode levar a transtornos como ansiedade, depressão, distúrbios do sono e isolamento social.
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Olá.
Primeiro é importante analisar a frequência desse uso e se ele está trazendo prejuízos para a sua vida ou a vida das pessoas ao seu redor. É necessário um período de avaliação para isso e caso se confirmado que o quadro não está sendo saudável, começa-se a estruturar estratégias para que o tratamento seja feito de forma que a pessoa que está com esse quadro consiga adaptar sua vida para que a tecnologia não seja mais prejudicial.
Primeiro é importante analisar a frequência desse uso e se ele está trazendo prejuízos para a sua vida ou a vida das pessoas ao seu redor. É necessário um período de avaliação para isso e caso se confirmado que o quadro não está sendo saudável, começa-se a estruturar estratégias para que o tratamento seja feito de forma que a pessoa que está com esse quadro consiga adaptar sua vida para que a tecnologia não seja mais prejudicial.
Oii, tudo bem? Acredito que o excesso de uso de tecnologia digital não se enquadra em um diagnóstico de transtorno mental, porém, há incontáveis consequências que se relacionam com adoecimentos mentais que se desdobram a partir disso, como o desenvolvimento de ansiedade, depressão, dificuldade de concentração e comportamentos antissociais. Então a gente pode dizer que, apesar de não ser configurado como uma doença mental, o uso excessivo de tecnologia e/ou redes sociais pode trazer perda de funcionalidade, como dificuldade em concentrar-se no trabalho ou nos estudos, alteração do sono e do comportamento alimentar, isolamento social, etc.
Penso que é muito possível de ser tratado. Ofertar um espaço de escuta em que a pessoa possa dizer, de maneira segura e sem receios de julgamento, o que leva ela ao uso excessivo, quais pensamentos e sensações e presentificam quando faz o uso e quais sensações busca evitar/fugir, e de que forma que isso se relaciona com outros pontos da sua história, pode promover um espaço de elaboração psíquica que a permita reduzir ou até mesmo abandonar o uso excessivo da tecnologia. Espero ter ajudado :)
Penso que é muito possível de ser tratado. Ofertar um espaço de escuta em que a pessoa possa dizer, de maneira segura e sem receios de julgamento, o que leva ela ao uso excessivo, quais pensamentos e sensações e presentificam quando faz o uso e quais sensações busca evitar/fugir, e de que forma que isso se relaciona com outros pontos da sua história, pode promover um espaço de elaboração psíquica que a permita reduzir ou até mesmo abandonar o uso excessivo da tecnologia. Espero ter ajudado :)
o uso excessivo de tecnologia, por si só, não é classificado como uma doença mental.
no entanto, existem quadros reconhecidos, como o transtorno por uso de jogos eletrônicos, e há estudos sobre padrões problemáticos de uso de internet e redes sociais.
o que define um problema não é apenas o tempo de uso, mas o prejuízo causado: impacto no sono, nas relações, no trabalho ou na saúde emocional.
quando há prejuízo significativo, é possível trabalhar isso em acompanhamento psicológico e, em alguns casos, psiquiátrico. o foco não é apenas reduzir o uso, mas compreender a função que ele exerce na vida da pessoa.
no entanto, existem quadros reconhecidos, como o transtorno por uso de jogos eletrônicos, e há estudos sobre padrões problemáticos de uso de internet e redes sociais.
o que define um problema não é apenas o tempo de uso, mas o prejuízo causado: impacto no sono, nas relações, no trabalho ou na saúde emocional.
quando há prejuízo significativo, é possível trabalhar isso em acompanhamento psicológico e, em alguns casos, psiquiátrico. o foco não é apenas reduzir o uso, mas compreender a função que ele exerce na vida da pessoa.
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