Oi,boa noite! Meu nome é Elidina. Meu esposo é epilético, o médico mandou ele parar com os remédios
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Oi,boa noite! Meu nome é Elidina. Meu esposo é epilético, o médico mandou ele parar com os remédios para vê se teria outra convulsão, passou um tempo bom sem os remédios, mas essa semana ele teve convulsão, voltou a tomar os remédios, minha pergunta é! Com esse tempo a ele ficou sem os remédios e voltou novamente, ele pode ter uma crise tomando os remédios? As pessoas epiléticas sente quando vão ter uma convulsão antes?
Olá, não há como garantir que ele não vá ter episódios mesmo com a medicação, porém se os tiver, é provável que sejam episódios mais leves. O importante é manter acompanhamento regular com seu médico.
Em muitos casos os pacientes que têm epilepsia descrevem sintomas antes das crises. Pode ser desde sintomas de sentir cheiro ou algum gosto estranho, ou ainda tremores, espasmos, tontura, ansiedade, entre muitos outros.
Em muitos casos os pacientes que têm epilepsia descrevem sintomas antes das crises. Pode ser desde sintomas de sentir cheiro ou algum gosto estranho, ou ainda tremores, espasmos, tontura, ansiedade, entre muitos outros.
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Boa noite, Elidina! Entendo sua preocupação com a saúde do seu esposo. A epilepsia é uma condição complexa e o manejo adequado é fundamental para garantir uma boa qualidade de vida.
Parar os medicamentos antiepilépticos para avaliar se as crises voltam é uma prática comum em alguns casos, especialmente se o paciente estiver livre de convulsões por um período prolongado. No entanto, como você mencionou, seu esposo teve uma convulsão após interromper os medicamentos, o que indica que ele ainda precisa da medicação para controlar as crises.
Mesmo com a retomada dos medicamentos, ainda pode haver a possibilidade de ele ter outra convulsão. A eficácia dos medicamentos pode variar e, às vezes, ajustes na dosagem ou na combinação de medicamentos são necessários para alcançar um controle ideal das crises. É muito importante que ele continue o acompanhamento regular com o neurologista para monitorar sua resposta ao tratamento e ajustar a terapia conforme necessário.
Muitas pessoas com epilepsia podem experimentar sinais de alerta ou "aura" antes de uma convulsão. Esses sinais podem incluir uma variedade de sintomas, como sentir um cheiro ou gosto estranho, tremores, espasmos musculares, tontura, ansiedade, sensações de déjà vu, ou outros fenômenos sensoriais. Esses sintomas podem servir como um aviso de que uma convulsão está prestes a ocorrer, permitindo que a pessoa tome precauções para evitar ferimentos.
No entanto, nem todos os pacientes experimentam auras antes de uma convulsão, e mesmo aqueles que têm auras podem não ter os mesmos sinais a cada vez. Por isso, é crucial estar preparado e saber como agir em caso de uma convulsão. Você e seu esposo podem se beneficiar de um plano de ação personalizado para convulsões, desenvolvido em conjunto com o médico dele.
Além do tratamento medicamentoso, a medicina integrativa pode ajudar no manejo da epilepsia, incorporando estratégias como mudanças na dieta, técnicas de relaxamento, manejo do estresse, e, em alguns casos, terapias complementares que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e reduzir a frequência das crises.
Recomendo que vocês mantenham uma comunicação aberta e contínua com o neurologista do seu esposo para garantir que ele receba o melhor cuidado possível. Juntos, vocês podem trabalhar para encontrar a abordagem mais eficaz para controlar as convulsões e melhorar o bem-estar geral do seu esposo.
Dra. Caroline Oliveira - CRM/SP 189586, Medicina Integrativa, com foco em Endocrinologia e Nutrologia.
Parar os medicamentos antiepilépticos para avaliar se as crises voltam é uma prática comum em alguns casos, especialmente se o paciente estiver livre de convulsões por um período prolongado. No entanto, como você mencionou, seu esposo teve uma convulsão após interromper os medicamentos, o que indica que ele ainda precisa da medicação para controlar as crises.
Mesmo com a retomada dos medicamentos, ainda pode haver a possibilidade de ele ter outra convulsão. A eficácia dos medicamentos pode variar e, às vezes, ajustes na dosagem ou na combinação de medicamentos são necessários para alcançar um controle ideal das crises. É muito importante que ele continue o acompanhamento regular com o neurologista para monitorar sua resposta ao tratamento e ajustar a terapia conforme necessário.
Muitas pessoas com epilepsia podem experimentar sinais de alerta ou "aura" antes de uma convulsão. Esses sinais podem incluir uma variedade de sintomas, como sentir um cheiro ou gosto estranho, tremores, espasmos musculares, tontura, ansiedade, sensações de déjà vu, ou outros fenômenos sensoriais. Esses sintomas podem servir como um aviso de que uma convulsão está prestes a ocorrer, permitindo que a pessoa tome precauções para evitar ferimentos.
No entanto, nem todos os pacientes experimentam auras antes de uma convulsão, e mesmo aqueles que têm auras podem não ter os mesmos sinais a cada vez. Por isso, é crucial estar preparado e saber como agir em caso de uma convulsão. Você e seu esposo podem se beneficiar de um plano de ação personalizado para convulsões, desenvolvido em conjunto com o médico dele.
Além do tratamento medicamentoso, a medicina integrativa pode ajudar no manejo da epilepsia, incorporando estratégias como mudanças na dieta, técnicas de relaxamento, manejo do estresse, e, em alguns casos, terapias complementares que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e reduzir a frequência das crises.
Recomendo que vocês mantenham uma comunicação aberta e contínua com o neurologista do seu esposo para garantir que ele receba o melhor cuidado possível. Juntos, vocês podem trabalhar para encontrar a abordagem mais eficaz para controlar as convulsões e melhorar o bem-estar geral do seu esposo.
Dra. Caroline Oliveira - CRM/SP 189586, Medicina Integrativa, com foco em Endocrinologia e Nutrologia.
Olá, Elidina. Em termos gerais, a medicação antiepiléptica tem a função de reduzir o risco de novas crises, mas o retorno do remédio após um período sem uso não impede que uma crise aconteça imediatamente. Isso ocorre porque o organismo pode levar um tempo para voltar a atingir níveis estáveis do medicamento no sangue, e também porque algumas pessoas têm epilepsia com maior tendência a recorrência quando o tratamento é interrompido.
É possível ter crise mesmo “tomando o remédio”, especialmente nos primeiros dias ou semanas após reiniciar, se as doses ainda não estiverem ajustadas, se houver esquecimentos, se o corpo ainda não tiver estabilizado a concentração do medicamento, ou se existirem fatores que baixem o limiar para crise, como privação de sono, álcool, febre, estresse intenso, algumas medicações e irregularidade nos horários. Além disso, parar e reiniciar por conta própria pode aumentar o risco, por isso o ideal é que qualquer ajuste seja feito com acompanhamento de médico capacitado.
Sobre “sentir antes”, algumas pessoas percebem sinais prévios, mas muitas não. Existem situações em que ocorre uma “aura”, que pode ser uma sensação estranha antes da crise (por exemplo, mal-estar súbito, sensação no estômago, cheiro ou gosto incomum, formigamento, medo sem motivo, déjà vu), e isso pode funcionar como alerta. Em outras pessoas, a crise começa sem aviso. Também há casos em que a pessoa fica confusa ou sonolenta depois, sem lembrar do início.
Como houve uma crise após a suspensão e ele reiniciou a medicação, é importante avisar o médico que acompanha, para orientar o retorno com segurança, revisar doses, horários, possíveis gatilhos e a necessidade de reavaliar o plano de tratamento. Procurem atendimento com urgência se ocorrer crise muito prolongada, crises repetidas sem recuperação completa entre elas, queda com trauma importante, dificuldade para respirar, coloração arroxeada, ou se ele não recuperar o nível de consciência como de costume após a crise.
Enquanto isso, de forma preventiva e geral, costuma ajudar manter horários regulares da medicação, dormir bem, evitar álcool e não dirigir ou operar máquinas até estar liberado pelo médico, além de orientar a família sobre primeiros socorros durante a crise (proteger a cabeça, afastar objetos, colocar de lado quando possível, não colocar nada na boca e observar o tempo da crise).
É possível ter crise mesmo “tomando o remédio”, especialmente nos primeiros dias ou semanas após reiniciar, se as doses ainda não estiverem ajustadas, se houver esquecimentos, se o corpo ainda não tiver estabilizado a concentração do medicamento, ou se existirem fatores que baixem o limiar para crise, como privação de sono, álcool, febre, estresse intenso, algumas medicações e irregularidade nos horários. Além disso, parar e reiniciar por conta própria pode aumentar o risco, por isso o ideal é que qualquer ajuste seja feito com acompanhamento de médico capacitado.
Sobre “sentir antes”, algumas pessoas percebem sinais prévios, mas muitas não. Existem situações em que ocorre uma “aura”, que pode ser uma sensação estranha antes da crise (por exemplo, mal-estar súbito, sensação no estômago, cheiro ou gosto incomum, formigamento, medo sem motivo, déjà vu), e isso pode funcionar como alerta. Em outras pessoas, a crise começa sem aviso. Também há casos em que a pessoa fica confusa ou sonolenta depois, sem lembrar do início.
Como houve uma crise após a suspensão e ele reiniciou a medicação, é importante avisar o médico que acompanha, para orientar o retorno com segurança, revisar doses, horários, possíveis gatilhos e a necessidade de reavaliar o plano de tratamento. Procurem atendimento com urgência se ocorrer crise muito prolongada, crises repetidas sem recuperação completa entre elas, queda com trauma importante, dificuldade para respirar, coloração arroxeada, ou se ele não recuperar o nível de consciência como de costume após a crise.
Enquanto isso, de forma preventiva e geral, costuma ajudar manter horários regulares da medicação, dormir bem, evitar álcool e não dirigir ou operar máquinas até estar liberado pelo médico, além de orientar a família sobre primeiros socorros durante a crise (proteger a cabeça, afastar objetos, colocar de lado quando possível, não colocar nada na boca e observar o tempo da crise).
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