Olá! Estou num processo de ganho de peso (IMC 17.26) porém, após fazer uma refeição que me sinto che

8 respostas
Olá! Estou num processo de ganho de peso (IMC 17.26) porém, após fazer uma refeição que me sinto cheia, não consigo lanchar. Por exemplo: se almoçar "bem", a próxima refeição será a janta e não o lanche. Devo lanchar mesmo sem fome até que meu corpo se "adapte" a comer mais? Desde já, muito obrigada.
 Lucia  Guimarães
Nutricionista
Belo Horizonte
A falta de apetite pode ter diversas causas, incluindo deficiências de vitaminas e minerais. Antes de inserir ou retirar lanches da rotina alimentar, é fundamental realizar o cálculo das necessidades calóricas diárias, bem como a adequada distribuição das refeições ao longo do dia. Dessa forma, o aumento do consumo alimentar ocorre de maneira gradual, favorecendo a manutenção de um estado nutricional equilibrado e saudável.
Considerando seu IMC, é recomendável o acompanhamento com um profissional especialista. Conte comigo para esse cuidado.

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 Maria Fernanda Neves
Nutricionista
Rio de Janeiro
Olá
Não sei se está fazendo acompanhamento nutricional, mas de uma certa maneira é bom passar por um nutricionista para adequar a sua alimentação de acordo com as suas necessidades fisiológicas.
Assim, você terá saciedade mas, ao mesmo tempo, vontade de comer nas próximas refeições (sem que isso signifique ficar beliscando entre as refeições).
Você não precisa se forçar a lanchar sem fome a ponto de ficar enjoada ou desconfortável. Mas, para ganho de peso, o que funciona melhor (e é mais sustentável) é aumentar calorias com pouco volume e/ou usar lanches líquidos, em vez de só “comer mais quantidade” nas refeições grandes.
Não é necessário forçar quando está muito cheia.
No ganho de peso, o ideal é reduzir o volume das refeições principais e aumentar a densidade calórica dos lanches (vitamina, iogurte, oleaginosas).
O corpo se adapta melhor aos poucos, sem desconforto.
 Isabella Gaia
Nutricionista
Florianópolis
Não é indicado forçar grandes quantidades de comida quando não há fome, pois isso pode causar náusea, estufamento e até criar aversão alimentar, o que dificulta a constância no plano.
O mais eficaz, nesses casos, não é aumentar o volume das refeições, e sim a densidade calórica dos alimentos. Ou seja, comer porções menores, porém mais calóricas. Uma boa estratégia é ajustar as refeições principais para que não fiquem excessivamente volumosas e inserir lanches pequenos e leves, mesmo que a fome seja discreta. Alimentos líquidos ou pastosos costumam ajudar bastante, pois promovem menos saciedade e são mais fáceis de consumir. Qualquer duvida pode perguntar!
Não precisa necessariamente "se forçar" a comer grandes volumes, mas sim focar na densidade calórica e na estratégia. Se o seu estômago tem um limite de volume, a solução não é comer mais comida, mas sim comida mais calórica.
Olá!! No início de um processo de ganho de peso é comum sentir dificuldade em aumentar a ingestão alimentar, especialmente quando o corpo ainda não está habituado a volumes maiores. Por isso, o aumento calórico e de volume costuma ser feito de forma gradual, respeitando a tolerância individual.

Também podem ser adotadas estratégias com refeições de maior densidade calórica, ou seja, porções menores, porém mais energéticas, facilitando a ingestão. Além disso, é importante investigar possíveis causas da inapetência e do baixo peso.
Em processos de ganho de peso, é comum sentir saciedade mais rápido no início, e não é indicado forçar a comer sem fome, pois isso pode gerar desconforto.

Uma estratégia possível é aumentar a densidade calórica, ou seja, adicionar mais calorias em um volume menor de comida. Isso pode ser feito, por exemplo, com azeite, abacate, oleaginosas, pastas de castanhas, queijos ou iogurtes.
No entanto, essa adição precisa ser pensada dentro do que a pessoa já consome, para garantir que a alimentação não esteja apenas atingindo calorias, mas também fornecendo vitaminas, minerais e proteínas adequadas.

Por isso, a avaliação da rotina, horários e padrão alimentar por um nutricionista é fundamental para ajustar as refeições de forma equilibrada e individualizada.

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