Olá! Estou tomando escitalopran 10 mg há 5 dias para ansiedade e desde que comecei não consigo ejacu
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Olá! Estou tomando escitalopran 10 mg há 5 dias para ansiedade e desde que comecei não consigo ejacular. Isso tende a passar com o tempo?
Dificuldades de orgasmo e ejaculação estão entre os efeitos mais comuns deste tipo de medicação, presentes em até 80% dos casos. Podem melhorar com o tempo de uso, porém a melhora varia de pessoa para pessoa.
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Prezado(a),
Como já dito pelo colega acima, esse efeito é muito comum.
Tornando-se intolerante, avalie a real necessidade de medicação, uma vez que esse efeito acontece com todos antidepressivos.
Alguns colegas recomendam o uso de Bupropiona, que não envolve a via serotonérgica, mas, pode provocar ansiedade, uma vez que atua na via noradrenérgica.
Fique bem!
Abs
Como já dito pelo colega acima, esse efeito é muito comum.
Tornando-se intolerante, avalie a real necessidade de medicação, uma vez que esse efeito acontece com todos antidepressivos.
Alguns colegas recomendam o uso de Bupropiona, que não envolve a via serotonérgica, mas, pode provocar ansiedade, uma vez que atua na via noradrenérgica.
Fique bem!
Abs
Prezado, como meus colegas colocaram muito bem o escitalopram pode causar retardo na ejaculação, o que pode melhorar após um período inicial ou se manter. No caso desse efeito colateral se manter existem medicação alternativas com melhor perfil de efeitos colaterais nesse caso específico. Abs.
O escitalopram pertence a uma classe de antidepressivos que pode gerar anorgasmia! Pelo tempo que descreve, existe a possibilidade do efeito colateral desaparecer, sim! Converse com seu médico e não interrompa a medicação por conta própria!
Disfunção na ejaculação é um efeito colateral muito comum do escitalopram. Após a suspensão da medicação, tudo volta ao normal. Acho importante você conversar com o seu médico sobre isso, temos outras opções de medicações com a mesma finalidade. Lembrando que a interrupção dessa medicação não pode ser feita de forma abrupta.
Olá! A dificuldade para ejacular é um efeito colateral relativamente comum de medicamentos como o escitalopram, que pertence à classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). Esse tipo de alteração sexual pode ocorrer nos primeiros dias ou semanas de tratamento e, para algumas pessoas, pode persistir enquanto estiver usando o remédio.
Para muitas pessoas, esses efeitos tendem a melhorar com o tempo, à medida que o organismo se adapta ao medicamento. No entanto, se essa dificuldade for muito incômoda ou persistir por um período prolongado, vale a pena conversar com seu médico. Existem estratégias para minimizar esse efeito, que podem incluir ajustes na dose, mudança de medicação ou até o uso de medicamentos complementares.
Esse conteúdo é apenas informativo e não substitui uma consulta médica individualizada. Estou à disposição para ajudar no que precisar.
Para muitas pessoas, esses efeitos tendem a melhorar com o tempo, à medida que o organismo se adapta ao medicamento. No entanto, se essa dificuldade for muito incômoda ou persistir por um período prolongado, vale a pena conversar com seu médico. Existem estratégias para minimizar esse efeito, que podem incluir ajustes na dose, mudança de medicação ou até o uso de medicamentos complementares.
Esse conteúdo é apenas informativo e não substitui uma consulta médica individualizada. Estou à disposição para ajudar no que precisar.
Sim, o escitalopram 10 mg pode causar alterações na função sexual, especialmente dificuldade de ejaculação ou atraso ejaculatório, nas primeiras semanas de tratamento. Esse efeito ocorre porque o medicamento aumenta os níveis de serotonina no cérebro — substância que ajuda a reduzir a ansiedade, mas que também inibe parcialmente os reflexos sexuais, retardando ou até impedindo o orgasmo temporariamente. Essa reação é relativamente comum e transitória: muitos pacientes relatam melhora espontânea após 3 a 6 semanas, conforme o organismo se adapta ao antidepressivo. No entanto, em alguns casos, o sintoma pode persistir, e o médico pode ajustar a dose ou associar outra medicação para equilibrar o efeito. Algumas estratégias médicas que costumam ajudar incluem: • Reduzir a dose, caso a ansiedade esteja controlada e o sintoma sexual seja limitante; • Trocar por outro antidepressivo com menor impacto sexual, como bupropiona ou desvenlafaxina, dependendo do caso; • Ajustar o horário de uso (por exemplo, tomar à noite ou após o ato sexual), quando há padrão previsível de disfunção; • Evitar suspender o medicamento por conta própria, pois isso pode causar retorno da ansiedade e piora do quadro geral. Além disso, fatores como tensão psicológica, medo de falhar ou observação excessiva do próprio desempenho também podem amplificar a dificuldade, especialmente nos primeiros dias de tratamento. Em resumo: a dificuldade de ejaculação é um efeito colateral temporário do escitalopram, que tende a melhorar nas próximas semanas, mas se persistir após 30 a 45 dias, é importante relatar ao seu médico para ajustar a conduta. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, medicina do sono e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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