Olá,fumei por 30 anos,25 no cigarro convencional e 5 anos no eletrônico,e a 31 dia parei abruptament
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Olá,fumei por 30 anos,25 no cigarro convencional e 5 anos no eletrônico,e a 31 dia parei abruptamente com o uso de nicotina,estou em abstinencia,queria saber se é normal os sintomas de retirada estarem tão fotes ainda,ando muito irritado,parece que vou surtar.
Entendo o quanto essa fase de abstinência pode ser desafiadora, e é completamente normal que você esteja vivenciando esses sintomas. A nicotina é uma substância altamente viciante, e quando o corpo se vê privado dela após tantos anos de uso, ele reage de forma intensa. Além disso, o cérebro e o corpo estão tentando se reajustar a uma nova realidade sem a presença da nicotina.
Os sintomas mais comuns de abstinência incluem irritabilidade, ansiedade, dificuldades de concentração, alterações no sono e um aumento na vontade de consumir novamente a substância. Esses sintomas podem ser fortes nas primeiras semanas e, em alguns casos, podem persistir por mais tempo. A duração e a intensidade da abstinência variam de pessoa para pessoa, mas o fato de você estar sentindo isso com intensidade, ainda após 31 dias, é relativamente comum, principalmente considerando os anos de consumo.
O que você está vivendo é um processo de desintoxicação tanto física quanto psicológica. O cérebro precisa de tempo para se reajustar a um novo equilíbrio, sem a presença da nicotina, e essa adaptação pode ser difícil. A irritabilidade e a sensação de estar “à beira de surtar” fazem parte dessa transição.
Se você ainda não procurou ajuda profissional, pode ser interessante contar com o apoio de um psicólogo ou psiquiatra, que pode te ajudar a lidar melhor com essas emoções intensas. Técnicas de relaxamento, meditação e exercícios de respiração podem ser úteis para reduzir a ansiedade nesse momento.
Em resumo, sim, é normal que você ainda esteja sentindo sintomas intensos após um mês sem nicotina, mas com o tempo, o seu corpo e mente irão se ajustar. Mantenha-se firme, e lembre-se de que buscar ajuda profissional pode acelerar o processo de recuperação e te proporcionar mais conforto. Se precisar de mais orientações, estou à disposição!
Os sintomas mais comuns de abstinência incluem irritabilidade, ansiedade, dificuldades de concentração, alterações no sono e um aumento na vontade de consumir novamente a substância. Esses sintomas podem ser fortes nas primeiras semanas e, em alguns casos, podem persistir por mais tempo. A duração e a intensidade da abstinência variam de pessoa para pessoa, mas o fato de você estar sentindo isso com intensidade, ainda após 31 dias, é relativamente comum, principalmente considerando os anos de consumo.
O que você está vivendo é um processo de desintoxicação tanto física quanto psicológica. O cérebro precisa de tempo para se reajustar a um novo equilíbrio, sem a presença da nicotina, e essa adaptação pode ser difícil. A irritabilidade e a sensação de estar “à beira de surtar” fazem parte dessa transição.
Se você ainda não procurou ajuda profissional, pode ser interessante contar com o apoio de um psicólogo ou psiquiatra, que pode te ajudar a lidar melhor com essas emoções intensas. Técnicas de relaxamento, meditação e exercícios de respiração podem ser úteis para reduzir a ansiedade nesse momento.
Em resumo, sim, é normal que você ainda esteja sentindo sintomas intensos após um mês sem nicotina, mas com o tempo, o seu corpo e mente irão se ajustar. Mantenha-se firme, e lembre-se de que buscar ajuda profissional pode acelerar o processo de recuperação e te proporcionar mais conforto. Se precisar de mais orientações, estou à disposição!
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Olá, fico muito tocada com sua partilha — e também quero te dizer, com todo o acolhimento possível, que o que você está vivendo não só é compreensível, como também mostra uma imensa força psíquica: decidir interromper uma dependência depois de tantos anos de uso contínuo é algo que mobiliza não só o corpo, mas também o inconsciente.
A irritação intensa, o sentimento de que está “à beira de um surto”, a inquietação… tudo isso são manifestações muito comuns no processo de abstinência da nicotina, especialmente quando o uso foi tão prolongado. O cigarro, por mais prejudicial que seja, funcionava para você como uma espécie de regulador emocional — algo que estava ali nos momentos de ansiedade, de vazio, de angústia, de tensão. Ao retirar essa válvula de escape, todo esse conteúdo que antes era “silenciado” pelo hábito de fumar, agora vem à tona — e com força. Por isso a sensação de descontrole, de explosão, de incômodo constante.
A psicanálise pode ajudar muito nesse momento, porque ela não trata apenas do “parar de fumar” em si, mas se propõe a investigar o que estava por trás do uso da nicotina. Que lugar esse hábito ocupava na sua vida psíquica? O que ele acalmava? O que você tentava evitar ou calar com o cigarro? Esses são pontos que, ao serem escutados com cuidado, podem abrir caminhos para uma transformação mais profunda e duradoura — não só da dependência, mas da sua relação com o mal-estar, com o prazer e até com sua própria história.
Esse processo de abstinência pode ser mesmo muito difícil, mas ele também pode ser um convite para olhar para si com mais gentileza e verdade. E você não precisa fazer isso sozinho. Um espaço de escuta psicanalítica pode ser o lugar onde essa turbulência encontre palavras, e aos poucos, menos dor.
Você está num momento importante e corajoso. Se quiser, estou aqui para caminhar com você nesse percurso.
A irritação intensa, o sentimento de que está “à beira de um surto”, a inquietação… tudo isso são manifestações muito comuns no processo de abstinência da nicotina, especialmente quando o uso foi tão prolongado. O cigarro, por mais prejudicial que seja, funcionava para você como uma espécie de regulador emocional — algo que estava ali nos momentos de ansiedade, de vazio, de angústia, de tensão. Ao retirar essa válvula de escape, todo esse conteúdo que antes era “silenciado” pelo hábito de fumar, agora vem à tona — e com força. Por isso a sensação de descontrole, de explosão, de incômodo constante.
A psicanálise pode ajudar muito nesse momento, porque ela não trata apenas do “parar de fumar” em si, mas se propõe a investigar o que estava por trás do uso da nicotina. Que lugar esse hábito ocupava na sua vida psíquica? O que ele acalmava? O que você tentava evitar ou calar com o cigarro? Esses são pontos que, ao serem escutados com cuidado, podem abrir caminhos para uma transformação mais profunda e duradoura — não só da dependência, mas da sua relação com o mal-estar, com o prazer e até com sua própria história.
Esse processo de abstinência pode ser mesmo muito difícil, mas ele também pode ser um convite para olhar para si com mais gentileza e verdade. E você não precisa fazer isso sozinho. Um espaço de escuta psicanalítica pode ser o lugar onde essa turbulência encontre palavras, e aos poucos, menos dor.
Você está num momento importante e corajoso. Se quiser, estou aqui para caminhar com você nesse percurso.
Sim, é absolutamente compreensível e esperado que, mesmo após um mês sem o uso da nicotina, você ainda esteja enfrentando sintomas intensos de abstinência, como irritabilidade, alterações de humor e sensação de descontrole, pois a nicotina é uma substância altamente dependente, e sua retirada abrupta pode desencadear respostas físicas e emocionais significativas; nesse contexto, o acompanhamento psicológico é fundamental, pois o psicólogo pode oferecer suporte acolhedor, ajudar na regulação emocional, identificar estratégias cognitivas e comportamentais eficazes para lidar com os gatilhos e sintomas da abstinência, além de fortalecer sua motivação e resiliência ao longo desse processo. Conte com meu suporte neste processo: como psicólogo estou preparado para dar suporte e contribuir para que a cessação do tabaco seja sustentável e menos sofrida, promovendo saúde e qualidade de vida.
Olá, tendo em vista a parada abrupta, é normal sim, procure apoio para vencer essa fase critica, uma terapia, exercícios, acupuntura, invista em você, mantenha a determinação.
Sim, é possível que os sintomas de abstinência da nicotina ainda estejam presentes após 31 dias, especialmente após um uso prolongado. Irritabilidade intensa, ansiedade, alterações de humor e sensação de estar “à flor da pele” são comuns nesse período. O corpo e o cérebro ainda estão se adaptando à ausência da substância. Esses sintomas tendem a diminuir com o tempo, mas, se estiverem muito intensos, é importante buscar apoio psicológico ou médico para ajudar no processo de regulação emocional e prevenção de recaídas. Você deu um passo importante — o desconforto atual faz parte da transição e pode ser cuidado.
Boa noite!
Parabéns pela sua coragem e força de vontade em superar o tabagismo!
Os sintomas da síndrome de abstinência podem ser muitos e variados, de acordo com as características de cada pessoa, não existe um padrão de duração.
Para enfrentar esses sintomas adequadamente, você precisa buscar apoio profissional ou participar de programas de combate ao tabagismo pode ser útil para controlar os sintomas de abstinência e aumentar as chances de sucesso em parar de fumar.
Um forte abraço!
Parabéns pela sua coragem e força de vontade em superar o tabagismo!
Os sintomas da síndrome de abstinência podem ser muitos e variados, de acordo com as características de cada pessoa, não existe um padrão de duração.
Para enfrentar esses sintomas adequadamente, você precisa buscar apoio profissional ou participar de programas de combate ao tabagismo pode ser útil para controlar os sintomas de abstinência e aumentar as chances de sucesso em parar de fumar.
Um forte abraço!
Olá! Sim, é comum que você ainda esteja experimentando sintomas relacionados à abstinência da nicotina. Entretanto, é importante investigar esses sintomas que apareceram quando o cigarro saiu: irritabilidade, sensação de que vai surtar, etc. E possivelmente existem alguns outros... Falar sobre esses sintomas pode te ajudar a lidar com a abstinência. Pode te ajudar a entender o lugar que o cigarro ocupava na sua vida. Falar ajuda a elaborar. Elaborar ajuda a entender. E entender pode te ajudar a administrar melhor isso tudo. Espero ter ajudado um pouco.
Olá! Sim... pode ocorrer da abstinência demorar por mais de um mês. Isso varia de pessoa para pessoa. A vontade de fumar (fissura) também pode variar em intensidade e frequência. Algumas estratégias pode ajudar, como praticar atividade física, realizar atividades que lhe dão prazer. Você pode procurar ajuda profissional como psicólogo e médica para ajudar a superar esse momento.
Para algumas pessoas o cigarro tem como uma das funções trazer um pouco de prazer para amenizar pensamentos incômodos. Nesse tipo de situação, seria interessante investigar os sentimentos envolvidos tanto no desejo de fumar e também nos sentimentos por não fumar, descobrir quais as emoções envolvidas e a origem delas para poder elaborar o que for necessário. Um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança pode ser de grande ajuda para te ajudar com isso.
Sim é normal as crises de abstinência. O ideal é você fazer um programa para sofrer menos neste período com ajuda de algumas medicações e para não recair. O seu organismo irá levar um tempo até se acostumar com taxas mais baixas de nicotina e até que ele próprio volte a produzir a própria nicotina(sim isso existe). Nesse período se hidrate bastante. Podem ocorrer dores de cabeça, como você mesmo citou irritabilidade, insônia, tonturas e outras coisas que só quem para de fumar pode descrever. Mas vale a pena.
Olá, vc está enfrentando algo desafiador e com coragem, parabéns! e sim, é absolutamente normal sentir mais irritabilidade quando se para de fumar, especialmente depois de tantos anos de uso. O cigarro, além da dependência química da nicotina, também costuma ser um tipo de ‘válvula de escape’ para lidar com o estresse e as emoções. Quando a pessoa para, o corpo e a mente sentem falta desse recurso, e a irritação pode vir como parte do processo de abstinência.
Isso costuma melhorar com o tempo, mas é importante encontrar novas formas de lidar com o estresse e com as emoções. E claro, se estiver muito difícil, buscar apoio psicológico ou médico pode ajudar bastante. Se tiver difícil lidar sozinho, a terapia pode te ajudar, será um prazer te auxiliar nesse processo.
Isso costuma melhorar com o tempo, mas é importante encontrar novas formas de lidar com o estresse e com as emoções. E claro, se estiver muito difícil, buscar apoio psicológico ou médico pode ajudar bastante. Se tiver difícil lidar sozinho, a terapia pode te ajudar, será um prazer te auxiliar nesse processo.
Olá, é normal sintomas de abstinência assim que para o uso do cigarro, tendendo a ser mais forte na primeira semana e ir diminuindo ao longo das semanas. Os sintomas podem ser de dor de cabeça, tosse (que é uma limpeza dos alvéolos pulmonares), ansiedade, irritabilidasde, dificuldade de concentração, mas esses sintomas desaparecem ao longo do tempo, trazendo muitos benefícios ao seu corpo e mente. Se precisar, procure uma ajuda profissional como um psicólogo da área ou médico, que pode fazer avaliação para uso de medicamento, goma de mascar de nicotina ou adesivo. Espero ter lhe ajudado.
Sim, a fissura pode durar meses e aparece em ondas, mas tende a diminuir com o tempo e com estratégias de enfrentamento.
Olá, como tem passado?
A interrupção abrupta do uso da nicotina, especialmente após tantos anos de dependência, pode realmente provocar sintomas de abstinência intensos e persistentes, mesmo após um mês. Irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração e sensação de “surto” são comuns nessa fase. Isso acontece porque a nicotina provoca alterações químicas no cérebro que afetam o sistema de recompensa e o humor, e o corpo precisa de tempo para se reajustar.
Além disso, o cigarro pode ter funcionado como algo a mais aí para lidar com certas questões da própria vida mesmo, tanto no geral, quanto de maneira particular. É importante lembrar que essa fase vai passar, mas se os sintomas estão muito fortes e interferindo no seu bem-estar, buscar ajuda de um profissional, como um psicólogo ou psicanalista, presencial ou online, pode ser fundamental para atravessar esse momento com mais suporte. Além disso, vale considerar o acompanhamento médico, caso necessário.
Espero ter ajudado e até mais.
A interrupção abrupta do uso da nicotina, especialmente após tantos anos de dependência, pode realmente provocar sintomas de abstinência intensos e persistentes, mesmo após um mês. Irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração e sensação de “surto” são comuns nessa fase. Isso acontece porque a nicotina provoca alterações químicas no cérebro que afetam o sistema de recompensa e o humor, e o corpo precisa de tempo para se reajustar.
Além disso, o cigarro pode ter funcionado como algo a mais aí para lidar com certas questões da própria vida mesmo, tanto no geral, quanto de maneira particular. É importante lembrar que essa fase vai passar, mas se os sintomas estão muito fortes e interferindo no seu bem-estar, buscar ajuda de um profissional, como um psicólogo ou psicanalista, presencial ou online, pode ser fundamental para atravessar esse momento com mais suporte. Além disso, vale considerar o acompanhamento médico, caso necessário.
Espero ter ajudado e até mais.
Você não diz se está acompanhado por algum especialista e se está medicado.
Trabalho com cessação de tabagismo e no grupo orientamos que a vontade de fumar persiste, ela diminui com a cessação do tabagismo.
Na parte comportamental, porque o tabagismo é um tripé: dependência química, nicotina, dependência comportamental e psicológica.
Precisa avaliar se mudou gatilhos. Esses são estímulos que mobilizam a vontade de fumar. Por exemplo: café, álcool, ficar perto de quem fuma. Todas essas mudanças precisam ocorrer para que a cessação dê certo.
Trabalho com cessação de tabagismo e no grupo orientamos que a vontade de fumar persiste, ela diminui com a cessação do tabagismo.
Na parte comportamental, porque o tabagismo é um tripé: dependência química, nicotina, dependência comportamental e psicológica.
Precisa avaliar se mudou gatilhos. Esses são estímulos que mobilizam a vontade de fumar. Por exemplo: café, álcool, ficar perto de quem fuma. Todas essas mudanças precisam ocorrer para que a cessação dê certo.
Ei..
- Sim, algumas pessoas têm sintomas bem fortes. Recomendo que procure uma Unidade Básica de Saúde e pergunte se eles sem tem grupos de apoio para tabagismo e tratamento, podem te auxiliar muito, inclusive na recuperação da saúde de forma integral.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Sim, algumas pessoas têm sintomas bem fortes. Recomendo que procure uma Unidade Básica de Saúde e pergunte se eles sem tem grupos de apoio para tabagismo e tratamento, podem te auxiliar muito, inclusive na recuperação da saúde de forma integral.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Parabéns por ter tomado a decisão de parar com a nicotina!!! Essa é uma conquista muito significativa, especialmente após tantos anos de uso. Sim, é possível que os sintomas de abstinência ainda estejam intensos mesmo após 31 dias, principalmente em pessoas que fumaram por muitos anos. A irritabilidade, sensação de estar à beira de um "surto", mudanças de humor e ansiedade são reações comuns nessa fase. Isso acontece porque o cérebro está se ajustando à ausência da nicotina, substância que atuava diretamente no sistema de recompensa e regulava artificialmente seu humor. A boa notícia é que esses sintomas tendem a diminuir gradualmente. Ainda assim, o acompanhamento psicológico pode te ajudar a entender melhor essas reações e desenvolver estratégias para lidar com elas sem recaídas. Se quiser iniciar esse processo com apoio, minha agenda está aberta para terapia. Você não precisa passar por isso sozinho! :)
Olá! Sim, é normal ainda ter sintomas fortes de abstinência, especialmente após tantos anos fumando. Irritabilidade, ansiedade, alterações de humor, insônia ou alterações no sono (e sensação de “surtar”) são comuns. Esses sintomas vão diminuir com o tempo, mas o processo pode levar semanas ou meses.
Essa intensidade tende a diminuir gradualmente com o tempo, mesmo que agora pareça insuportável. O seu cérebro está lentamente se adaptando a funcionar sem a nicotina, e isso pode gerar um desconforto emocional e físico significativo. Atividade física, técnicas de relaxamento e buscar apoio psicológico podem ajudar muito. Se estiver muito difícil, procure um profissional especializado. Você está no caminho certo!
Essa intensidade tende a diminuir gradualmente com o tempo, mesmo que agora pareça insuportável. O seu cérebro está lentamente se adaptando a funcionar sem a nicotina, e isso pode gerar um desconforto emocional e físico significativo. Atividade física, técnicas de relaxamento e buscar apoio psicológico podem ajudar muito. Se estiver muito difícil, procure um profissional especializado. Você está no caminho certo!
Olá, parabéns pela decisão de parar, sei que não é fácil.
Sim, é possível que os sintomas de abstinência ainda estejam intensos após um mês, especialmente após tantos anos de uso contínuo. Irritabilidade, ansiedade e sensação de descontrole são comuns nesse processo. O cérebro leva tempo para se reajustar sem a nicotina. Buscar apoio psicológico pode ajudar a lidar melhor com esses efeitos e evitar recaídas. Você está num momento sensível, mas também muito importante — e isso pode melhorar com o tempo e o suporte certo.
Sim, é possível que os sintomas de abstinência ainda estejam intensos após um mês, especialmente após tantos anos de uso contínuo. Irritabilidade, ansiedade e sensação de descontrole são comuns nesse processo. O cérebro leva tempo para se reajustar sem a nicotina. Buscar apoio psicológico pode ajudar a lidar melhor com esses efeitos e evitar recaídas. Você está num momento sensível, mas também muito importante — e isso pode melhorar com o tempo e o suporte certo.
Parar de fumar, especialmente após tantos anos de consumo, é um grande desafio e os sintomas de abstinência podem ser intensos e prolongados. É completamente normal sentir irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração e até mesmo alterações no humor durante esse processo. Cada pessoa responde de maneira diferente, mas, como você parou abruptamente, seu corpo ainda está se ajustando à ausência da nicotina.
Os primeiros meses costumam ser os mais difíceis, pois o cérebro está se readaptando sem a substância. A intensidade dos sintomas pode variar, mas estratégias como atividades físicas, técnicas de relaxamento e acompanhamento médico ou psicológico podem ajudar nesse período.
Os primeiros meses costumam ser os mais difíceis, pois o cérebro está se readaptando sem a substância. A intensidade dos sintomas pode variar, mas estratégias como atividades físicas, técnicas de relaxamento e acompanhamento médico ou psicológico podem ajudar nesse período.
Olá! Dependendo da pessoa e do nível de dependência, os sintomas podem variar. Mas, no geral, são mais intensos nas primeiras semanas e tendem a diminuir com o tempo. Caso esteja sendo muito difícil para você lidar com esse processo sugiro que busque apoio psiquiátrico e psicológico para lhe ajudar a superar essa fase. Cuide-se bem!
Olá, tudo bem?
Antes de qualquer coisa: que passo corajoso e significativo você deu. Trinta e um dias sem nicotina, após tanto tempo de uso, é como se seu cérebro estivesse reaprendendo a viver sem aquele "atalho químico" que ele usava para regular emoções, aliviar tensões e criar uma falsa sensação de controle. E sim, é absolutamente compreensível que os sintomas de abstinência ainda estejam intensos.
A neurociência mostra que a nicotina age diretamente em circuitos de prazer, recompensa e autorregulação emocional. Quando ela sai do sistema, o cérebro entra em um tipo de reorganização — como se estivesse dizendo: “E agora? Como vou lidar com tudo sem aquela substância que me anestesiava?”. Por isso, é comum surgirem sintomas como irritabilidade, alterações de humor, ansiedade, insônia e até uma sensação de que se está “à beira de um surto”. Isso não significa que você está perdendo o controle, mas sim que seu corpo e mente estão em um esforço real de reequilíbrio.
Talvez valha se perguntar: “O que exatamente me faz sentir que estou à beira de surtar? É o impulso, o pensamento ou a sensação física?” Outra reflexão importante: “Antes do cigarro, como eu costumava lidar com frustração ou tensão?” ou ainda “Que necessidade minha estava sendo atendida pela nicotina — e de que outras formas posso aprender a cuidar dela?”
Esse é um momento muito delicado, e buscar apoio profissional pode fazer toda diferença. Um psicólogo pode te ajudar a entender os gatilhos emocionais por trás da compulsão e trabalhar estratégias mais saudáveis para lidar com os afetos que a nicotina encobria. E, se os sintomas estiverem realmente insuportáveis, talvez valha conversar também com um médico psiquiatra. Às vezes, uma intervenção complementar é necessária — e não há nenhum demérito nisso.
Você está em um ponto crítico, mas também cheio de potência. Seu corpo está fazendo um esforço gigante... talvez o que ele mais precise agora seja de acolhimento, paciência e uma dose a mais de autocompaixão.
Caso precise, estou à disposição.
Antes de qualquer coisa: que passo corajoso e significativo você deu. Trinta e um dias sem nicotina, após tanto tempo de uso, é como se seu cérebro estivesse reaprendendo a viver sem aquele "atalho químico" que ele usava para regular emoções, aliviar tensões e criar uma falsa sensação de controle. E sim, é absolutamente compreensível que os sintomas de abstinência ainda estejam intensos.
A neurociência mostra que a nicotina age diretamente em circuitos de prazer, recompensa e autorregulação emocional. Quando ela sai do sistema, o cérebro entra em um tipo de reorganização — como se estivesse dizendo: “E agora? Como vou lidar com tudo sem aquela substância que me anestesiava?”. Por isso, é comum surgirem sintomas como irritabilidade, alterações de humor, ansiedade, insônia e até uma sensação de que se está “à beira de um surto”. Isso não significa que você está perdendo o controle, mas sim que seu corpo e mente estão em um esforço real de reequilíbrio.
Talvez valha se perguntar: “O que exatamente me faz sentir que estou à beira de surtar? É o impulso, o pensamento ou a sensação física?” Outra reflexão importante: “Antes do cigarro, como eu costumava lidar com frustração ou tensão?” ou ainda “Que necessidade minha estava sendo atendida pela nicotina — e de que outras formas posso aprender a cuidar dela?”
Esse é um momento muito delicado, e buscar apoio profissional pode fazer toda diferença. Um psicólogo pode te ajudar a entender os gatilhos emocionais por trás da compulsão e trabalhar estratégias mais saudáveis para lidar com os afetos que a nicotina encobria. E, se os sintomas estiverem realmente insuportáveis, talvez valha conversar também com um médico psiquiatra. Às vezes, uma intervenção complementar é necessária — e não há nenhum demérito nisso.
Você está em um ponto crítico, mas também cheio de potência. Seu corpo está fazendo um esforço gigante... talvez o que ele mais precise agora seja de acolhimento, paciência e uma dose a mais de autocompaixão.
Caso precise, estou à disposição.
Não sei de quais sintomas você está falando, mas a abstinência física e mental do hábito de fumar, inclusive após muitos anos de uso, podem ser muito fortes e fazem com que muitos voltem a fumar novamente. Recomendo fortemente falar com um médico sobre um protocolo para parar de fumar, que em geral envolve tratamento com medicação Bupropiona, adesivos de nicotina e psicoterapia (ou grupos de apoio) para ajuda a administrar os sintomas de abstinência que devem ficar mais leves após algumas poucas semanas. Esse tratamento existe no SUS também. Mas no teu caso parece estar mais intenso por motivos que não são necessariamente da abstinência química, pois após 31 dias, ela deveria estar menos intensa e apenas a abstinência psicológica seria a principal questão a ser entendida. psicoterapia pode ajudar muito a encontrar e manter a motivação para manter-se firme contra o vício. Espero que minha resposta tenha ajudado um pouquinho. Um abraço e fica aqui meus votos de que conquiste seu objetivo de parar de fumar.
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