Olá, há já uns 3 anos que eu não me reconheço quando olho para o espelho. Evito completamente tirar

20 respostas
Olá,
há já uns 3 anos que eu não me reconheço quando olho para o espelho. Evito completamente tirar fotos ou aparecer em câmaras, e quando por acaso me vejo na câmara do telemóvel, fico desconfortável. Parece que o meu nariz fica maior, e no geral todos os meus traços parecem exagerados, como se não fossem meus.
Quando isso acontece, fico mesmo mal. Já aconteceu várias vezes começar a chorar só por me ver ao espelho e não conseguir acreditar que aquela pessoa sou eu. É estranho e frustrante.
Além disso, a minha cara parece mudar de um dia para o outro. Às vezes dou por mim a tentar lembrar como era o meu rosto no dia anterior e simplesmente não consigo. Só sei que está diferente, e isso mexe comigo.
Sentir-se desconectado da própria imagem, com alterações na percepção do rosto e incômodo intenso ao se ver, pode estar ligado a processos de autoimagem distorcida, percepção corporal fragilizada ou mesmo quadros como a dismorfia corporal, conforme abordagens presentes na psicologia baseada em evidências. Embora cada caso deva ser avaliado com profundidade, é fundamental saber que você não está sozinho e que há caminhos possíveis de reconstrução e alívio. A psicoterapia é um espaço seguro onde é possível compreender as raízes desse sofrimento, fortalecer sua relação consigo mesmo e recuperar uma sensação de identidade e pertencimento ao próprio corpo. Como psicólogo posso ajuda-lo não apenas auxiliando a nomear e validar essas vivências, mas também construindo, junto com você, formas mais saudáveis de se perceber e se cuidar. Buscar ajuda é um gesto de coragem — e o início de uma jornada de reconexão com quem você é.

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 Bruno Dal Pasquale
Psicólogo, Psicanalista
Curitiba
O que você descreve pode estar relacionado a conflitos psíquicos internos, os quais podem gerar uma percepção da própria aparência fica distorcida, gerando muito sofrimento e desconexão com a própria imagem. A sensação de não se reconhecer no espelho, de ver traços alterados ou que mudam constantemente, é mais comum do que parece e pode ter raízes emocionais profundas. É importante destacar que esse tipo de experiência merece cuidado e não precisa ser enfrentado sozinho. Falar sobre isso em psicoterapia pode ajudar a compreender melhor essas percepções, trabalhar a relação com a própria imagem e aliviar esse sofrimento. Se sentir que é o momento, estou à disposição!
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você descreve carrega uma dor profunda e muitas vezes silenciosa, que vai muito além da aparência. Sentir-se desconectado da própria imagem no espelho pode ser uma experiência intensa, confusa e, às vezes, difícil até de colocar em palavras — mas você conseguiu fazer isso de forma sensível e clara. Essa sensação de estranhamento com o próprio rosto, de não se reconhecer ou de perceber mudanças constantes na própria fisionomia, pode indicar que algo mais interno está tentando ser ouvido, muito além do espelho.

Em alguns casos, esse tipo de experiência pode estar relacionado a uma desconexão com a própria identidade emocional ou corporal, algo que pode surgir como resposta a traumas, autocríticas severas ou experiências de instabilidade na autoestima. Quando a imagem que vemos não se alinha com a forma como nos sentimos por dentro — ou com o ideal de quem achamos que deveríamos ser — o espelho deixa de ser um reflexo neutro e passa a ser um campo de confronto interno.

Sob a ótica da neurociência, vale lembrar que o cérebro não acessa a imagem do nosso rosto como uma foto fixa, mas sim como uma construção que depende do estado emocional, do contexto e até mesmo da memória visual. Alterações na percepção da autoimagem podem estar associadas a redes neurais envolvidas em processamento visual, autopercepção e regulação emocional. É como se, em determinados momentos, o cérebro dissesse: "isso não combina com quem eu esperava ver hoje" — e isso pode provocar reações emocionais intensas.

Algumas perguntas que talvez ajudem a abrir caminhos de compreensão:
O que você sente que está "quebrando" dentro de você quando se olha no espelho?
Quando foi a última vez que se sentiu inteiro(a), reconhecível para si mesmo(a)?
A quem você gostaria de se parecer… ou de não se parecer?
Existe algum momento da sua história em que essa sensação começou a ganhar força?

Existe um caminho possível para reconstruir essa ponte entre o que se sente por dentro e o que se vê por fora — e ele não precisa ser trilhado sozinho(a). Caso precise, estou à disposição.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! O espelho devolve uma imagem que não ecoa o que você sente, como se o reflexo fosse um estranho que insiste em habitar seu olhar. Esse mal-estar pode ser a voz de algo não elaborado, um desejo que ainda não encontrou seu percurso e se fixa no visível, como se a travessia para reconhecer-se dependesse apenas do que os olhos alcançam. Talvez o que falte não esteja no espelho, mas naquilo que ele não mostra — o que escapa à imagem e insiste em se fazer presente através desse desconforto.
Olá! Como você está hoje?
Imagino o quanto isso seja difícil! Obrigada por confiar e compartilhar algo tão delicado. O que você descreve fala muito sobre um processo de desconexão com a própria imagem, trazendo esse sofrimento emocional intenso. Na terapia, investigamos os pensamentos automáticos e distorções cognitivas que contribuem para essa percepção distorcida do corpo e da identidade. É possível desenvolver estratégias que ajudam a reconstruir uma relação mais acolhedora e realista com sua autoimagem. Você não está sozinho(a) nisso, e há caminhos para se sentir melhor. Caso deseje iniciar o processo terapêutico, minha agenda está aberta para te acolher e ajudar a entender o que está por trás dessa dor! :)
Fiquei na duvida se a questão relatada parte da realidade ou é uma distorção de imagem, de ambas as formas é interessante procurar um terapeuta para trabalhar estas questões sejam elas uma questão de autoestima ou uma distorção da realidade.
Olá. O que você contou não é fácil de viver, e dá pra sentir o quanto isso tem te feito mal. Essa sensação de estranhamento com a própria imagem, de não se reconhecer no espelho ou em fotos, pode ser muito angustiante e as vezes, difícil até de explicar pra outras pessoas.

Do ponto de vista da psicanálise, isso pode estar ligado a algo mais profundo do que apenas a aparência. O espelho não mostra só o rosto: ele também toca em como a gente se percebe, como se sente por dentro, como se reconhece (ou não) na própria história. Quando a imagem que aparece parece “não ser nossa”, pode ser sinal de que tem algo interno pedindo atenção, algo que precisa ser escutado com mais cuidado.

Muitas vezes, esse tipo de vivência aparece em momentos em que estamos mais vulneráveis, com a autoestima abalada, passando por mudanças ou conflitos que talvez nem estejam tão claros. E é justamente aí que a análise pode ajudar: criando um espaço seguro pra falar sobre isso sem pressa, sem julgamento, e começar a entender o que está por trás de tudo isso que você sente.

Pode parecer confuso agora, mas esse mal-estar tem um sentido, e ele pode ser descoberto, aos poucos, na fala. Procurar ajuda já é um passo importante. Você não está sozinho.
 Maisa Guimarães Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, querida… Obrigada por trazer com tanta coragem esse relato tão sensível. O que você está sentindo é real, e merece ser acolhido com muito cuidado e escuta. A sua dor, esse desconforto profundo com a própria imagem, não é exagero — ela revela um sofrimento que vai muito além da superfície, e que merece espaço para ser escutado.

Quando alguém descreve essa sensação de não se reconhecer no espelho, de ver o rosto mudar ou se estranhar ao se ver numa foto ou na câmera, estamos diante de algo que pode estar relacionado a uma vivência psíquica intensa, onde a percepção de si mesma está atravessada por afetos difíceis — angústia, autojulgamento, insegurança, talvez até experiências internas que não puderam ser bem elaboradas. E quando isso se torna frequente e doloroso, o corpo e a imagem que vemos deixam de ser um lugar de habitação segura e passam a ser fonte de sofrimento.

A psicanálise pode ser profundamente transformadora nesse processo porque ela não se apressa em corrigir, em julgar ou em propor respostas prontas. Pelo contrário: ela oferece um espaço onde você pode ir falando — com o tempo e no seu ritmo — sobre essas sensações, sobre como você se vê, como sente que os outros te veem, sobre sua história, suas dores e vivências que, muitas vezes, estão silenciosamente por trás desse espelho.

Esse estranhamento com a própria imagem pode estar conectado com questões emocionais que foram vividas lá atrás, na infância ou adolescência, e que seguem procurando um lugar para serem expressas. Às vezes, quando não conseguimos dizer com palavras o que sentimos, o corpo — e a forma como o percebemos — acaba se tornando o lugar onde essas angústias se manifestam.

Na análise, você pode começar a construir uma nova relação consigo mesma, com menos julgamento e mais escuta. Ao colocar em palavras o que hoje dói em silêncio, é possível que o que hoje parece fragmentado vá, aos poucos, ganhando contorno, sentido, e principalmente, acolhimento.

Você não está sozinha nisso. E há um caminho, sim, possível — de cuidado, de escuta e de reencontro com você mesma. Se sentir que chegou a hora de dar esse passo, estou aqui, pronta para te escutar, sem pressa, com empatia e respeito por tudo que você é e sente. Sua história importa, sua dor é legítima — e merece ser olhada com afeto.
Não se trata de vaidade ou exagero, mas sim de um sofrimento psíquico real, que muitas vezes vem acompanhado de ansiedade, baixa autoestima, dificuldades de identidade ou mesmo traumas que impactam a forma como nos percebemos no mundo.
Procurar um psicólogo ou psicóloga que possa te acompanhar nesse processo, com escuta sensível e sem julgamentos. Falar sobre o que você sente, nomear isso, pode aliviar muito e abrir caminhos para compreender suas vivências.
O que estás a viver tem nome, tem explicação e tem ajuda possível. E o mais importante: você não está sozinho. Esse tipo de experiência pode estar relacionado com algo chamado dismorfia corporal, especialmente se houver uma preocupação persistente com certos traços do rosto. Mas também pode ser algo relacionado a despersonalização, quando a pessoa se sente “desconectada” do próprio corpo ou da realidade. Esses sintomas podem estar associados a períodos de stress, ansiedade ou depressão. O nosso corpo e mente têm formas muito complexas de expressar sofrimento interno. Me chama a atenção, que você coloca um marco temporal de 3 anos, que foi quando tudo começou. Você consegue identificar algo que possa ter desencadeado isso? Enfim, o seu sofrimento não é não é uma “frescura” nem vaidade. Pelo contrário, é um sofrimento legítimo, e necessita de tratamento.
Dra. Karina Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá!
Sinto muito que esteja se sentindo assim.
É crucial que busque ajuda psicológica para avaliar uma disforia de imagem, investigar desde quando tem essa sensação/percepção e como se deu seu processo de constituição de uma imagem corporal.
O que você descreve não é apenas compreensível, mas também algo que muitas pessoas vivem em silêncio, com sofrimento real e muitas vezes sem saber nomear o que sentem.

O que você relata tem características que podem estar ligadas a um fenômeno chamado despersonalização ou desrealização, e mais especificamente, a uma experiência de dismorfia corporal — quando a percepção da própria aparência fica distorcida, causando angústia intensa. Não se trata de "vaidade", mas de um desconforto profundo e persistente com a imagem refletida, que pode se manifestar como estranhamento, como se você estivesse olhando para outra pessoa ou como se seus traços estivessem "errados" ou mudando constantemente.

Também é importante considerar que, quando há sofrimento emocional acumulado, ansiedade, depressão ou vivências traumáticas, a forma como nos percebemos pode ser profundamente afetada. O espelho, nesses casos, deixa de ser apenas um reflexo físico e passa a ser um campo de julgamento, medo e dor. Na terapia que utilizo com o EMDR consigo reprocessar e ressiginificar possíveis traumas ou condições adversas que podem ter afetado o seu emocional e causado esses sintomas, e dessa forma ocorre a remissão dos sintomas.

O mais importante agora é que isso tem nome, tem explicação e tem tratamento. Você não está sozinha(o), e não está “ficando louca(o)” — esses sintomas são reais, e a psicoterapia pode ajudar muito a entender suas causas, trabalhar a sua autoimagem e trazer alívio. Um passo importante você já iniciou que é o reconhecimento de que algo está fora do seu controle e agora é caminhar para a mudança.

Pessoa Querida, está na hora de você procurar ajuda profissional para lidar com essa distorção que você está apresentando. Por favor, busque essa ajuda.
Pelo seu relato, há um conflito importante que lhe impede de viver um dia dia pleno e é por isso que você precisa dessa ajuda. Se achar feio, bonito, estranho ou qualquer adjetivo, é normal. Nem sempre gostamos da nossa imagem, isso pode acontecer por vários motivos, mas o seu relato vai além. Me parece que há uma desconexão entre você e você mesmo, por isso me preocupa que tenhas uma boa orientação, já que você relata que há 3 anos está passando por este sofrimento.
Por favor, busque ajuda.
Espero que fique tudo bem.
Abraços!
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá; o que você está descrevendo é muito significativo e merece ser acolhido com cuidado. Sentir-se desconectado da própria imagem, evitar espelhos, fotos, ou câmeras, e experimentar sofrimento intenso ao se ver pode ser extremamente angustiante. Esse tipo de experiência não é apenas uma questão de autoestima ou vaidade e pode estar relacionada a um fenômeno conhecido na psicologia como despersonalização ou desrealização. Quando você relata que seu rosto parece mudar, que seu nariz parece exagerado, ou que os traços “não são seus”, estamos diante de um sofrimento perceptivo e emocional importante. Esse tipo de desconexão com a autoimagem pode ter múltiplas causas (questões emocionais, traumas, ansiedade, experiências depressivas, ou vivências acumuladas de autocrítica intensa). Nenhuma dessas hipóteses invalida sua dor, ao contrário, ajuda a contextualizá-la. Chorar ao se ver no espelho e sentir que não consegue se reconhecer é um sinal de alerta; não é 'frescura' nem exagero; é um sintoma legítimo de algo mais profundo, que merece ser escutado em psicoterapia com acolhimento e seriedade. O mais importante agora é saber que há caminhos possíveis para entender e aliviar esse sofrimento. A psicoterapia pode ajudar você a investigar as origens dessa desconexão, restaurar uma relação mais segura com sua própria imagem e identidade, e também trabalhar com o corpo e a autoimagem de maneira mais integrada e compassiva. Busque ajuda isso pode ser um passo importante na direção do cuidado com sua saúde mental e emocional."
Essa é uma situação triste e que ocorre com outras pessoas também de maneira parecida. É importante descobrir a causa desse problema, que pode ter diferentes origens, para poder fazer um tratamento adequado. Para isso a ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, pode ser de grande importância.
Olá,

Obrigada por confiar em compartilhar algo tão sensível e profundo. O que você está vivendo, essa dificuldade de se reconhecer no espelho, o desconforto com sua imagem, a sensação de que seus traços estão distorcidos ou que seu rosto muda, são experiências que podem ser bastante angustiantes e solitárias.

Na psicanálise, sabemos que a relação com a própria imagem é complexa e está muito ligada à forma como nos percebemos e ao modo como nosso inconsciente se expressa. O espelho, para além do reflexo, pode ser um lugar onde se revelam conflitos internos, fragmentações do Eu, ou sensações de estranhamento consigo mesmo.

Essas mudanças que você sente, essa dificuldade de reconhecer o próprio rosto, podem estar falando de uma relação muito profunda com sua identidade, com como você se sente dentro de si — algo que talvez ainda não tenha um nome claro, mas que merece ser escutado com cuidado.

Criar um espaço para falar sobre isso, onde você possa trazer essas sensações e ir explorando o que está por trás delas, sem pressa, pode ser muito valioso. A psicanálise oferece um lugar de escuta onde essas experiências encontram voz, e onde você pode começar a entender melhor esse sofrimento e o que ele significa para você.

Se sentir que quer esse espaço, a porta está aberta para acolher sua história e caminhar junto nesse processo.
O que você descreve aponta para uma sensação de estranhamento e fragmentação da imagem de si, algo que pode indicar uma dificuldade na constituição do eu e na integração da própria identidade. Na psicanálise, essa dissociação pode estar ligada a experiências internas de angústia e à forma como o sujeito se relaciona com sua própria imagem e corpo. O sofrimento diante do espelho é um convite para escutar essas sensações e buscar um espaço terapêutico onde essa fragmentação possa ser elaborada, favorecendo uma relação mais acolhedora e integrada consigo mesmo
Você está descrevendo algo muito delicado e doloroso, uma sensação profunda de estranhamento com a própria imagem, que pode estar relacionada a questões emocionais mais profundas, como distorção da autoimagem, despersonalização ou até traços de dismorfia corporal.

O mais importante é que isso que você sente merece ser ouvido com cuidado e sem julgamento. Você não está sozinho(a), e não precisa seguir lidando com isso assim.

Se quiser, posso te acompanhar nesse processo. Entre em contato para agendar um atendimento psicológico.
 Esther Becker
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Parece que você está com alguma distorção de imagem corporal. Seria importante falar sobre essa questão e se aprofundar no tema abordando sua expectativas, medos, anseios e fantasias com relação a sua aparência. Iniciar um processo de psicoterapia seria fundamental. Fico á disposição.
O que você está sentindo é real e tem nome. Muitas pessoas passam por isso, e pode estar ligado a distorção da autoimagem, ansiedade, ou até algo chamado transtorno dismórfico corporal. É como se o cérebro “confundisse” a forma como você se enxerga, fazendo você se sentir estranha com a própria aparência.

Isso pode causar muito desconforto, mas tem tratamento. Conversar com um psicólogo pode te ajudar a entender melhor o que está acontecendo e a se sentir mais segura com sua imagem.

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