Olá, minha filha tem 2 anos e 10 meses, apresenta atrasos na fala. Fala algumas frases de 2 a 3 pala

Olá, minha filha tem 2 anos e 10 meses, apresenta atrasos na fala. Fala algumas frases de 2 a 3 palavras, ex “to com fome”, “quero sair”, sabe expressar Oq deseja mas tb repete palavras. Quando faço alguma pergunta ela repente a pergunta e não consegue responder. Pergunta simples “qual seu nome” e ela somente repete. Eventualmente anda na ponta dos pés, algumas vezes percebi ela enfileirando carrinhos. Ela atende quando chamam pelo nome, olha nos olhos, socializa muito bem com adultos e crianças, não se incomoda com barulhos, mudança de rotina ou ambientes. Frequenta escola, brinca e interage normalmente com as crianças. Ela pode ter TEA?

30 respostas


Olá, apesar de alguns itens descritos possam ser encontrados na internet características diagnósticas é sempre importante primeiro buscar um profissional para fazer uma avaliação particular de sua filha. Cada criança é uma e é importante que elas possam receber essa atenção individualizada. Existem diversos psicanalistas que podem estar te ajudando com essa investigação a depender de sua localidade.

Obtenha respostas com a consulta online

Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.


Olá! Sugiro buscar um profissional para uma avaliação da sua filha. O diagnóstico de TEA é realizado através de testes, conversa com os pais e observação da criança. Existem alguns critérios para o diagnóstico de autismo. Ele possui diferentes graus, por isso importante que o diagnóstico seja realizado por profissionais especializados. Se você tem essa desconfiança, busque ajuda.

Amanda Villela

Amanda Villela

Psicólogo

São Paulo

Agendar consulta

Olá, apesar de atualmente termos diversas informações de qualidade para todos os públicos e alguns do sinais citados podem remeter algum grau do TEA é interessante que se busque um profissional habilitado, preferencialmente em metodologias como o ABA para um diagnóstico e idealmente junto como um psiquiatra ou um neurologista.


Olá. Quando você refere que ela tem atrasos na fala, você a está comparando com quem ou com qual critério? O pediatra dela concorda com essa sua percepção? Outro ponto, esse seu questionamento surgiu de onde? Veio naturalmente de você ou alguém comentou algo a respeito? Caso tenha sido a segunda opção, essa pessoa é da área da saúde ou simplesmente deu alguma informação solta? Porque pelo seu relato, sua filha parece estar dentro do crescimento saudável, apresentando características comuns às crianças. Mas idealmente, até para aliviar sua preocupação, você poderia marcar uma consulta com algum Psicólogo Infantil ou algum médico para te dar um retorno mais adequado.

Stefano Caberlon

Stefano Caberlon

Psicólogo

Porto Alegre

Agendar consulta

Olá A ciência traça noções de desenvolvimento infantil juntando observações advindas de várias pesquisas e as catalogam. Isso é super importante para validar o quê se espera de uma criança em dada idade. Também é assim com manuais de desordens de saúde mental. Porém, além das tuas observações super detalharas, se faz necessária uma avaliação multidisciplinar para fechar um diagnóstico de autismo que é uma desordem global do desenvolvimento bem séria e que acomete crianças na mais tenra idade. Algumas desenvolvem neste período da sua criança. Porém, pode ser que seja o desenvolvimento dela, com características dela. Isto é importante distinguir: há a desordem descrita,fecham sintomas,mas ainda assim pode ser que sejam só as condições dela no momento. Busque um psicólogo e um neurologista para exames e testagem, importante dar atenção sem tornar isto mais estressante.

Rute Rodrigues

Rute Rodrigues

Psicólogo

Porto Alegre

Agendar consulta

Olá!! É importante ter calma e saber que cada pessoa é única, cada um tem suas particularidades, cada um desenvolve de uma maneira singular, onde importa até o ambiente em que vive. Isso quer dizer, que para obter um diagnóstico, é necessário acompanhamento criterioso de um profissional especializado e não comparações com pesquisas na Internet. Aconselho procurar um profissional qualificado, para um acompanhamento adequado e tirar todas as dúvidas. Boa sorte!


Olá! Recomendo procurar um médico Neuropediatra para avaliação. Ele irá orientar você e encaminhar sua filha, caso seja necessário, para avaliação com outros profissionais, como psicólogo ABA, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional. Um abraço.


Olá!! E importante lembrar que cada criança é única e tem o seu tempo para se desenvolver, mesmo tendo vários marcadores para um desenvolvimento adequado. Acho importante conversar com o pediatra dela e saber como ele avalia o seu desenvolvimento, havendo alguma suspeita ai sim procurar por profissionais especializados para uma avaliação mais completa.


Sugiro que procure um profissional para um diagnóstico adequado.


Olá! Entendo sua preocupação e considero importante que vc leve essas questões a um profissional qualificado, como neurologista ou neuropediatra. Uma avaliação multiprofissional, com observação, testagem, etc, vai poder esclarecer de forma única o que se passa com sua filha. Não permaneça com essas dúvidas, procure ajuda. Abraço!

Rita R. de Macedo

Rita R. de Macedo

Psicólogo

Rio de Janeiro

Agendar consulta

Olá. Todo o autismo está baseado na dificuldade e na falta de interesse em interações sociais. Decorre daí a falta de amizades e a limitação do rol de experiências disponíveis ao indivíduo—nosso mundo é um mundo inteiramente lastreado em socialização. Dado que sua filha não apresenta dificuldades nesse âmbito, acredito que você não tenha razões para se preocupar. Pelo seu relato é possível ver que sua filha constituiu bem a referência a si própria: "<eu> tenho fome", "<eu> quero sair". Ela ainda não se coloca no lugar do "você" quando alguém se dirige a ela. Esse aprendizado não é trivial, e o atraso não é motivo de preocupação. Você saberá que ele ocorreu quando ela dirigir a você perguntas desse mesmo tipo, que envolvam a noção de "você", de "tu". Se isso não ocorrer até os 3 anos, busque por um psiquiatra. Algo que seria motivo de preocupação seria se ela apresentasse qualquer tipo de perda ou regresso nas habilidades adquiridas. Não vejo nenhum indício de que isso pudesse ocorrer com sua filha, mas é a única coisa que considero uma prescrição universal para se procurar a ajuda de um psiquiatra, e que me parece certo referir aqui. No mais, envio-lhe meus melhores votos e lhe parabenizo pela família.

Dr. Luiz Bruder

Dr. Luiz Bruder

Psicólogo

São José do Rio Preto

Agendar consulta

Olá, o ideal seria você procurar um neuropediatra ou neuropsicólogo e passar a criança em avaliação. Algumas características podem até bater com alguns dos sintomas do TEA mas isso não significa que seja esse o diagnóstico. Somente um profissional da área poderá avaliar a criança. Busque ajuda para que você fique mais tranquila.


Olá, boa noite! Sendo o TEA um transtorno do neurodesenvolvimento com prejuízos no desenvolvimento, sugiro que sua filha seja avaliada por um profissional qualificado. Existem neuropsicólogos que podem realizar o rastreio do desenvolvimento com alguns testes psicológicos e verificar tal hipótese diagnóstica. Espero ter contribuído com mais informações, além dessas que os colegas da área já direcionaram. Se precisar tirar dúvidas estou a disposição.


É difícil dizer se sua filha tem ou não Transtorno do Espectro Autista (TEA) com base nas informações fornecidas. Os sintomas que você descreveu podem ser sinais de TEA, mas também podem ser sinais de outras condições. A melhor maneira de determinar se sua filha tem TEA é consultar um profissional de saúde qualificado, como um pediatra, um neurologista ou um psicólogo. Eles podem realizar testes e avaliações para determinar se sua filha tem TEA ou outra condição.


Os sintomas apresentados por sua filha, como atraso na fala, dificuldade em responder perguntas simples e repetição de palavras, são comuns em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto, é importante lembrar que somente um profissional capacitado pode fazer um diagnóstico preciso e adequado. Alguns comportamentos que você mencionou, como enfileirar carrinhos e andar na ponta dos pés, também podem ser indicativos de TEA. É recomendável que você converse com um médico ou psicólogo especializado em autismo para avaliar o desenvolvimento da sua filha e obter orientações sobre possíveis intervenções.


Os sintomas mencionados relacionados a expressão verbal, a princípio não fecham diagnóstico para Tea. Ela possui o recurso da comunicação no vínculo com crianças e expressão simbólica. No entanto, é importante realizar avaliação psicológica e talvez tratamento para favorecer a interação comunicativa no vínculo familiar e interferir no possível bloqueio que gera o atraso no desenvolvimento.

Ana Lucia Esteves

Ana Lucia Esteves

Psicanalista

São Paulo

Agendar consulta

Esses comportamentos isoladamente não são suficientes para fazer um diagnóstico de TEA. No entanto tanto o atraso na linguagem, quanto essa repetição (a chamada ecolalia) quanto ao andar na ponta dos pés e enfileirar carrinhos são comportamentos observados em algumas crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Além dos comportamentos mencionados, também é necessário observar outros sinais, como dificuldades de interação social, padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses intensos e dificuldades na comunicação não verbal. Para saber com certeza é necessário fazer um psicodiagnóstico completo inclusive com diagnostico diferencial que pode envolver diversos profissionais (e que eliminaria outras possíveis razões).

Ana Rebouças

Ana Rebouças

Psicólogo

Belo Horizonte

Agendar consulta

Olá, consigo entender sua preocupação, pois você está citando alguns comportamentos, como atraso de fala e a brincadeira de enfileirar brinquedos, que são associados com TEA. No entanto, é muito importante dizer que é preciso ter cuidado com a maneira com que essas associações são feitas, pois isso por si só não quer dizer que uma criança tenha TEA e não pode fechar um diagnóstico. Cada criança é única e é preciso pensar e tentar entender sua filha com suas particularidades. Você disse que ela frequenta a escola, brinca e socializa bem, esses são bons sinais. Na escola, ela também tem dificuldade de responder perguntas e apenas as repete? Como se comunica com as outras crianças? Como são as brincadeiras entre elas? O enfileirar carrinhos aparece apenas quando está sozinha, ou também quando está em grupo? Acredito que seria importante você buscar ajuda de um profissional que trabalhe com infância. Indico que converse com um(a) psicólogo(a) ou um(a) psicanalista, que provavelmente te orientará a investigar questões orgânicas da sua filha (como visão, audição, pensando na fala) e cuidará de seu desenvolvimento emocional e psíquico.


Boa noite!! Então, as características citadas podem sim dizer do TEA, porém não se pode, nem deve, diagnosticar apenas com estes. Para tal você deve procurar um profissional qualificado que aplicará testes direcionados para o possível diagnóstico. No caso, podem ser apenas traços da personalidade de sua filha, por isso indico que procure um psicólogo que faça aplicação de testes. Espero ter sanado a sua dúvida, e caso tenha qualquer outra dúvida, fique a vontade para entrar em contato.

Heloísa Carmen

Heloísa Carmen

Psicólogo

Juiz de Fora

Agendar consulta

Olá, tudo bem? Sua baby está muito novinha, pode ser várias coisas (inclusive nenhuma, rs). Mas pelo quadro que você descreveu acredito ser legal a procura de uma fono pra avaliar sobre o desenvolvimento da linguagem. Ela está numa idade excelente para desenvolvermos habilidades novas, a neuroplasticidade ajuda nessa fase. Busque também o auxílio de um neuropediatra, se possível, pra acompanhar o desenvolvimento e observar se tem algo patológico. Qualquer dúvida pode me chamar :)

Bruna Marques

Bruna Marques

Psicólogo

São Caetano do Sul

Agendar consulta

Os comportamentos de uma criança não podem ser olhados isoladamente de outros fatores que possam interferir no agir, pensar, falar dela. É sempre importante que seja feita uma escuta inicial tanto dos pais quanto da criança por um profissional para que se entende o real contexto dos comportamentos. Apesar de hoje as redes sociais facilitarem o acesso a algumas informações, há muitas desinformações que visam tornar fácil algo que é extremamente complexo. Sugiro que você converse com psicanalistas sobre o assunto, eles irão escutar a demanda da sua filha em vez de tentar diagnosticá-la de cara, e isso é fundamental para que sua filha recebe um acompanhamento adequado e individualizado.


Com base nas informações que você forneceu sobre sua filha de 2 anos e 10 meses, é compreensível que você tenha preocupações sobre a possibilidade de ela ter Transtorno do Espectro Autista (TEA). Aqui estão algumas considerações: Sinais Observados Atrasos na Fala: Sua filha fala frases curtas e consegue expressar desejos, mas repete perguntas em vez de respondê-las. Isso pode ser um indicativo de ecolalia, que é comum em crianças com autismo. Comportamentos Repetitivos: O fato de ela andar na ponta dos pés e enfileirar carrinhos pode ser considerado um comportamento repetitivo, que é um sinal frequentemente associado ao autismo. Interação Social: O fato de ela socializar bem com adultos e crianças, olhar nos olhos e atender quando chamada pelo nome são aspectos positivos. Muitas crianças com TEA podem ter dificuldades em interações sociais. Considerações sobre o Diagnóstico Embora alguns sinais que você mencionou possam estar associados ao autismo, a presença de habilidades sociais adequadas e a capacidade de se comunicar são fatores importantes a serem considerados. O diagnóstico de TEA é complexo e deve ser feito por um profissional qualificado, como um neuropediatra ou psicólogo especializado em desenvolvimento infantil. Próximos Passos É recomendável buscar uma avaliação profissional para obter uma opinião mais detalhada sobre o desenvolvimento da sua filha. Um especialista pode realizar uma avaliação abrangente e ajudar a determinar se ela está dentro do espectro autista ou se há outras razões para os comportamentos observados. Se você estiver interessada em discutir mais sobre o desenvolvimento da sua filha e explorar opções de avaliação, estou à disposição para agendar uma consulta!


É natural se preocupar quando notamos comportamentos que parecem diferentes do esperado para a idade de uma criança, especialmente em relação ao desenvolvimento da fala e outras habilidades sociais. Com base no que você descreveu, há alguns pontos que merecem atenção, mas é importante lembrar que apenas um profissional de saúde especializado pode fazer uma avaliação completa e dar um diagnóstico preciso. No entanto, vou destacar alguns pontos para ajudá-la a refletir sobre o que pode estar acontecendo: 1. Atraso na fala e repetição de palavras: A repetição de palavras (ecolalia) é comum em crianças pequenas, principalmente até os 3 anos. Algumas crianças, ao começarem a aprender a falar, podem repetir o que ouvem, mas com o tempo, isso tende a diminuir à medida que elas começam a usar as palavras de maneira mais autônoma. No entanto, se esse comportamento persistir por muito tempo ou interferir no desenvolvimento da comunicação, pode ser algo a ser monitorado. 2. Andar na ponta dos pés: O andar na ponta dos pés pode ser uma característica comum em crianças pequenas que estão desenvolvendo sua coordenação motora. No entanto, se isso se tornar um comportamento persistente, sem uma melhora à medida que a criança cresce, pode ser um sinal de um desenvolvimento motor atípico, algo que é observado em alguns casos de Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto, isso também pode ocorrer por outras razões, como questões neurológicas ou motoras que não estão necessariamente ligadas ao TEA. 3. Enfileiramento de objetos (carrinhos): O comportamento de enfileirar objetos (como carrinhos) pode ser observando em algumas crianças com TEA, mas também em crianças típicas em momentos de exploração. Isso não é um indicativo definitivo de TEA, mas se for um comportamento recorrente e acompanhado de outras características típicas, vale a pena prestar atenção. 4. Comportamento social: Você mencionou que sua filha socializa bem com adultos e crianças, olha nos olhos, atende ao nome e não se incomoda com barulhos, mudanças de rotina ou ambientes. Esses são sinais de que ela pode estar desenvolvendo habilidades sociais e emocionais de forma saudável. Muitas vezes, crianças com TEA podem ter dificuldades nessas áreas, como não olhar nos olhos ou se incomodar com mudanças de ambiente. 5. Respostas a perguntas: Repetir perguntas em vez de responder é algo que também pode ocorrer em crianças pequenas, mas se isso for persistente e dificultar a comunicação efetiva, pode ser uma indicação de que ela está tendo dificuldades em processar ou entender o que está sendo perguntado. Isso pode ser visto em algumas crianças com atrasos no desenvolvimento da linguagem, que pode estar relacionado a uma série de fatores, incluindo o TEA. O que fazer: Dado que você percebeu alguns desses comportamentos, o ideal é buscar uma avaliação profissional para avaliar melhor o desenvolvimento da sua filha. O pediatra ou um neuropediatra pode encaminhá-la para uma fonoaudióloga (para ajudar com o atraso na fala) e para um psicólogo ou psiquiatra infantil especializado em TEA, caso necessário. A avaliação precoce é fundamental para entender o que pode estar acontecendo e ajudar no desenvolvimento da sua filha, caso seja necessário. Se houver diagnóstico de TEA, as intervenções precoces, como terapia ocupacional, fonoaudiologia e intervenções comportamentais, podem ser muito eficazes para apoiar o desenvolvimento dela. Cada criança é única, e comportamentos como esses podem ter diversas explicações. Consultar profissionais qualificados ajudará a entender melhor o que está acontecendo e o que pode ser feito para apoiar sua filha da melhor maneira possível.


Olá, sua filha está vivenciando a fase de ouro no ponto de vista neurológico. É de extrema importância você buscar uma avaliação com urgência. Entre os 2/3 anos ocorre uma grande poda neural, ou seja, todos os neurônios que não estão sendo utilizados (como no aprendizado de uma nova habilidade) irão ser desativados. A melhor hora de agir é agora. Pelo seu relato, ela apresenta sim alguns sinais de autismo, mas apenas esses sinais não são o suficiente para um diagnóstico. Procure uma equipe multidisciplinar: neuropediatra, psicólogo, terapeuta ocupacional, fono.

Carolina Machado

Carolina Machado

Psicólogo

São José dos Campos

Agendar consulta

A situação que você descreve envolve sinais que podem ser associados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas também podem estar relacionados a outras condições ou variações do desenvolvimento. Pois a ecolalia é comum no TEA, mas também ocorre em atrasos de linguagem sem autismo. É fundamental ressaltar que apenas um profissional qualificado (como neuropediatra, psiquiatra infantil ou equipe multidisciplinar) pode fazer um diagnóstico preciso. Pelos sinais descritos, há motivos para investigar, mas também aspectos positivos (socialização, adaptabilidade) que podem indicar um perfil fora do TEA. Não entre em pânico: muitas crianças com ecolalia e atrasos de fala evoluem bem com estimulação. O mais importante é agir proativamente para entender suas necessidades e oferecer suporte, seja qual for o diagnóstico.

Alan Pereira

Alan Pereira

Psicólogo

São José do Rio Preto

Agendar consulta

Bom dia,, precisa consultar com psiquiatra e neurologista e em paralelo com as especialidade de FONO e Psicológo

Katia Manoela Ferreira

Katia Manoela Ferreira

Psicólogo

Taboão Da Serra

Agendar consulta

Sim, pode, mas não necessariamente. Pelos sinais que você descreve (atraso de fala, ecolalia, dificuldade em responder perguntas, andar nas pontas dos pés, alinhamento de objetos), é importante investigar o TEA, porque esses comportamentos podem aparecer dentro do espectro. Por outro lado, sua filha também apresenta pontos pouco típicos de autismo: boa interação social, contato visual, brincadeira compartilhada e flexibilidade com rotina e ambientes. Ou seja: há sinais que merecem avaliação, mas nada aqui confirma o diagnóstico. O ideal é procurar um(a) fonoaudiólogo(a) e um(a) psicólogo(a) especialista em neurodesenvolvimento, para uma avaliação completa.


Pelos sinais que você descreve, existe sim a possibilidade de algumas características do TEA, mas nada que permita afirmar um diagnóstico apenas com essas informações. É importante lembrar que o autismo é um espectro, e cada criança pode apresentar combinações diferentes de comportamentos. O que chama atenção no relato: Ecolalia (repetir perguntas em vez de responder) Atraso na linguagem Alguns comportamentos repetitivos, como enfileirar objetos e andar eventualmente na ponta dos pés Ao mesmo tempo, ela apresenta pontos que normalmente estão preservados em crianças neurotípicas: Contato visual adequado Boa socialização com crianças e adultos Brinca de forma funcional Não apresenta desconfortos sensoriais marcantes Aceita mudanças de rotina sem dificuldades Ou seja, há sinais mistos: algumas características que podem aparecer no TEA, mas também fortes indicadores de boa socialização, algo que muitas vezes se altera mais significativamente no autismo. Também é possível que se trate de um atraso de linguagem, ou um quadro ligado à comunicação social, sem necessariamente ser TEA. O ideal é realizar uma avaliação completa com uma equipe especializada (psicólogo, fonoaudiólogo e neuropediatra). Quanto mais cedo essa avaliação acontecer, melhor, não porque signifique algo grave, mas porque possibilita estimular o desenvolvimento da linguagem de forma mais eficaz. O mais importante: você está observando, acompanhando e buscando ajuda, esse já é o melhor caminho para oferecer a ela todo suporte que precisar.


Entendo sua angústia — é muito natural se preocupar Pelo que você descreve, há sinais de atraso de linguagem, especialmente na resposta a perguntas e na ecolalia (repetir o que ouve), mas isso, isoladamente, não confirma TEA. Os pontos a favor do desenvolvimento socioemocional típico são muito importantes: atende pelo nome mantém contato visual socializa bem com adultos e crianças brinca, interage e frequenta a escola normalmente não apresenta sensibilidade a ruídos, rotina ou ambientes Alguns comportamentos que você citou (andar na ponta dos pés ocasionalmente, enfileirar brinquedos, repetir palavras) podem aparecer em crianças pequenas sem autismo, especialmente quando há atraso de fala. Conclusão breve e honesta: Ela pode não ter TEA, mas precisa ser avaliada, principalmente na área de linguagem. O mais indicado agora: fonoaudiólogo (prioritário) acompanhamento do pediatra ou neuropediatra, se necessário observação do desenvolvimento ao longo do tempo Intervir cedo faz muita diferença, independentemente do diagnóstico. Você está atenta e fazendo o melhor por ela — isso é fundamental


Entendo sua preocupação. Pelo que você descreve, sua filha apresenta bons indicadores de desenvolvimento social, como contato visual, resposta ao nome, interação com crianças e adultos, brincadeira compartilhada e boa adaptação a ambientes e rotinas. Esses são sinais importantes e não são típicos de quadros clássicos de TEA. As dificuldades que você relata estão mais relacionadas à linguagem, especialmente a presença de ecolalia (repetição de perguntas) e atraso na elaboração de respostas, algo relativamente comum nessa faixa etária e que pode aparecer em atrasos de linguagem sem estar associado ao autismo. Andar ocasionalmente na ponta dos pés e enfileirar brinquedos de forma pontual, quando não são comportamentos frequentes, rígidos ou exclusivos, não caracterizam TEA isoladamente. Com quase 3 anos, o mais indicado é buscar uma avaliação fonoaudiológica para investigar e estimular a linguagem, e uma avaliação do desenvolvimento global. Não há elementos suficientes no seu relato para afirmar TEA, mas o acompanhamento precoce é importante para favorecer o desenvolvimento.

Aline Gabriele Celini Nascimento

Aline Gabriele Celini Nascimento

Psicólogo

São João Da Boa Vista

Agendar consulta

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.