Olá! Minha filha tem 5 anos e meio e está fazendo sessões com fonoaudiologa, pois está tendo troca d
2
respostas
Olá! Minha filha tem 5 anos e meio e está fazendo sessões com fonoaudiologa, pois está tendo troca de letras e fala muito acelerada. A fono levantou a possibilidade de altas habilidades/superdotação após a anamnese e sessões com minha filha e fez a sugestão de investigar para dar suporte adequado no futuro se necessário. A fono apontou discurso, coerencia e desempenho das atividades nas sessões de uma criança na casa dos 8 a 9 anos. Porém ao falar com a escola, se observaram alguma particularidade no desempenho dela, falaram que fala bem e tem impeto de liderança, mas muitas outras criancas na sala tambem falam bem e tem bom raciocinio, que não observaram nada diferente até então. Vale a pena fazer a investigação
Se uma profissional levantou essa possibilidade, é sempre bom investigar.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Compreendo sua preocupação. Quando surge uma hipótese como altas habilidades, é natural ficar em dúvida, principalmente quando as percepções entre profissionais e escola parecem diferentes.
Crianças com possíveis sinais de altas habilidades ou superdotação nem sempre se destacam de forma evidente no ambiente escolar, especialmente nessa faixa etária. Muitas vezes, o potencial aparece de forma mais clara em contextos individuais, como nas sessões com a fonoaudióloga, onde há maior oportunidade de expressão verbal, criatividade e elaboração de ideias. Fala avançada, discurso bem estruturado, raciocínio rápido e até certa aceleração na fala podem ser pistas, mas não fecham diagnóstico por si só.
Por outro lado, a escola costuma comparar a criança com um grupo maior. Se o ambiente tem outras crianças com bom desempenho, esse diferencial pode passar despercebido ou ser interpretado como dentro da média. Além disso, liderança, boa comunicação e raciocínio lógico são características que podem existir tanto em crianças típicas quanto em crianças com altas habilidades.
Diante desse cenário, a investigação vale, sim, muito a pena — mas da forma correta. O primeiro passo mais adequado é a avaliação neuropsicológica. Esse exame é profundo, estruturado e padronizado. Ele avalia inteligência, memória, linguagem, atenção, funções executivas e aspectos emocionais. É o método mais confiável para identificar se realmente existe um perfil de altas habilidades ou apenas um desenvolvimento acima da média em algumas áreas específicas.
Somente depois, com esse resultado em mãos, faz sentido levar ao neuropediatra. Assim, a consulta será muito mais objetiva, baseada em dados concretos, permitindo uma análise mais precisa e a definição de orientações adequadas, seja para estimular o potencial da criança, seja para ajustar estratégias educacionais e emocionais.
Mesmo que a avaliação não confirme superdotação, ela traz um ganho enorme. Ajuda a entender como sua filha aprende, como pensa, quais são seus pontos fortes e onde pode precisar de apoio. Isso orienta melhor a família e a escola.
E há um ponto importante: identificar precocemente, quando existe, evita problemas futuros. Crianças com altas habilidades podem desenvolver ansiedade, desmotivação ou dificuldades sociais se não forem compreendidas adequadamente.
Hoje, com a telemedicina, esse acompanhamento pode ser feito de forma prática e segura. Em uma teleconsulta é possível orientar todo esse processo, analisar os resultados da avaliação neuropsicológica, discutir condutas e esclarecer suas dúvidas com profundidade. Plataformas como o Doctoralia permitem encontrar médicos bem avaliados, com experiência e alto índice de satisfação dos pacientes.
Em um cenário em que ainda convivemos com doenças infecciosas como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes de influenza como o H5N1, o atendimento online se torna uma forma inteligente de proteger sua família. Evita deslocamentos, salas de espera e otimiza seu tempo, permitindo investir no que realmente importa.
A telemedicina também facilita o acesso à segunda opinião, de maneira rápida, discreta e com profissionais altamente qualificados. Se desejar, posso te orientar nesse processo em uma teleconsulta, desde o início da investigação até a interpretação dos resultados e definição dos próximos passos. Mesmo que não seja o momento, vale a pena conhecer o perfil, guardar o contato e se manter próxima dessa nova forma de cuidar da saúde.
Crianças com possíveis sinais de altas habilidades ou superdotação nem sempre se destacam de forma evidente no ambiente escolar, especialmente nessa faixa etária. Muitas vezes, o potencial aparece de forma mais clara em contextos individuais, como nas sessões com a fonoaudióloga, onde há maior oportunidade de expressão verbal, criatividade e elaboração de ideias. Fala avançada, discurso bem estruturado, raciocínio rápido e até certa aceleração na fala podem ser pistas, mas não fecham diagnóstico por si só.
Por outro lado, a escola costuma comparar a criança com um grupo maior. Se o ambiente tem outras crianças com bom desempenho, esse diferencial pode passar despercebido ou ser interpretado como dentro da média. Além disso, liderança, boa comunicação e raciocínio lógico são características que podem existir tanto em crianças típicas quanto em crianças com altas habilidades.
Diante desse cenário, a investigação vale, sim, muito a pena — mas da forma correta. O primeiro passo mais adequado é a avaliação neuropsicológica. Esse exame é profundo, estruturado e padronizado. Ele avalia inteligência, memória, linguagem, atenção, funções executivas e aspectos emocionais. É o método mais confiável para identificar se realmente existe um perfil de altas habilidades ou apenas um desenvolvimento acima da média em algumas áreas específicas.
Somente depois, com esse resultado em mãos, faz sentido levar ao neuropediatra. Assim, a consulta será muito mais objetiva, baseada em dados concretos, permitindo uma análise mais precisa e a definição de orientações adequadas, seja para estimular o potencial da criança, seja para ajustar estratégias educacionais e emocionais.
Mesmo que a avaliação não confirme superdotação, ela traz um ganho enorme. Ajuda a entender como sua filha aprende, como pensa, quais são seus pontos fortes e onde pode precisar de apoio. Isso orienta melhor a família e a escola.
E há um ponto importante: identificar precocemente, quando existe, evita problemas futuros. Crianças com altas habilidades podem desenvolver ansiedade, desmotivação ou dificuldades sociais se não forem compreendidas adequadamente.
Hoje, com a telemedicina, esse acompanhamento pode ser feito de forma prática e segura. Em uma teleconsulta é possível orientar todo esse processo, analisar os resultados da avaliação neuropsicológica, discutir condutas e esclarecer suas dúvidas com profundidade. Plataformas como o Doctoralia permitem encontrar médicos bem avaliados, com experiência e alto índice de satisfação dos pacientes.
Em um cenário em que ainda convivemos com doenças infecciosas como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes de influenza como o H5N1, o atendimento online se torna uma forma inteligente de proteger sua família. Evita deslocamentos, salas de espera e otimiza seu tempo, permitindo investir no que realmente importa.
A telemedicina também facilita o acesso à segunda opinião, de maneira rápida, discreta e com profissionais altamente qualificados. Se desejar, posso te orientar nesse processo em uma teleconsulta, desde o início da investigação até a interpretação dos resultados e definição dos próximos passos. Mesmo que não seja o momento, vale a pena conhecer o perfil, guardar o contato e se manter próxima dessa nova forma de cuidar da saúde.
Perguntas relacionadas
- Ola , boa tarde! uso lentes de contato a mais de 20 anos , tenho miopia e astigmatismo. meu grau eh de 15 graus e so uso as lentes . sinto meu grau fraco ja o que fazer??
- Estou no sétimo dia após a extração de Siso inferior. Foi uma extração complicada, que precisou cortar o dente, demorou 1h30 para sair tudo. Eu ainda estou com dor. E quando vou higienizar o bucaco que ficou com seringa e soro fisiológico dói bastante na hora. Depois de uns 5 a 10 minutos melhora. Será…
- Boa tarde! Fiz uma cirurgia para desobstrução intestinal a 11 dias e ainda não consegui evacuar, posso tomar óleo mineral para ver se ajuda?
- Olá. Tenho PTI, (Púrpura autoimune). Fiz exames no fim do ano passado e as plaquetas estavam estáveis, superior a 150 mil. No fim de janeiro deste ano comecei a tomar fluoxetina 20mg, tomei por 2 meses, no início de março fiz exames por outro motivo e, mesmo sem estar com hematomas, petéquias (é comum…
- Estou tomando venlafaxina 75 mg para transtorno misto ansioso depressivo durante 26 dias , fiz uma pausa de 6 dias , e voltei a tomar , é normal voltar a sentir os sintomas novamente ? Mesmo que eu tenha parado durante 6 dias e hoje fazem 36 dias que estou tomando a venlafaxina novamente. Existe…
- É normal sentir falta de foco, lentidão, perda de memoria recentes, falta de colocação nas palavras no início do tratamento com paroxetina 10 mg?
- Meu pai teve avc esquemico a 3 anos, mas de vez em quando reclamar de formigamento na área que foi afetada pelo AVC (lado direito do corpo). Ele adquiriu ansiedade,apos avc pois tem medo de ter um novo avc. Isso é normal?
- Olá. Escitalopram no desmame ao mesmo tempo iniciando duloxetina. Pode? OBG por responder.
- Estava usando o colirio Hyabak para olho seco, troquei para o Hyadrop sem conservantes. Tem algum problema?
- Oi. Mirtazapina e duloxetina podem ser usados juntos à noite? OBG.
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.