Olá, tenho 36 anos. Estou com fração de ejeção de 35% fruto de um infarto na parede anterior do

5 respostas
Olá, tenho 36 anos. Estou com fração de ejeção de 35% fruto de um infarto na parede anterior do miorcárdio em 2013. Há possibilidade de aumentar esse valor?
Dr. Roberto Teixeira Apolinario
Médico clínico geral
Cabo Frio
Como já é um infarto bem antigo, as fibras cardíacas já se reorganizaram (algo que poderia piorar no evento subagudo a depender dessa reorganização), então por consequência desse infarto é mais difícil que haja piora da sua função cardíaca. Espero ter ajudado.

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Dr. Vinícius Pinheiro Santos
Cardiologista
São Paulo
Há sim!
A depender do motivo que levou seu coração a perder força de contração, varias linhas de tratamento podem ser usadas.
O tratamento clínico (medicações e orientações) é o pilar na busca da melhora na fração de ejecão. Mas podemos ter auxílio de outras terapias em casos selecionados, como por exemplo o Ressincronizador Cardíaco.
Dr. Ricardo Contesini Francisco
Cardiologista, Médico clínico geral
São Paulo
Definitivamente sim!!!!! Várias abordagens podem ser associadas para aumentar a forção do coração. Mas sem dúvida a associação das novas medicações juntamente com uma reabilitação cardiaca (realização de exercicios especificos para seu coração) são as melhores abordagens para se atingir esse objetivo.
Grande abc
A melhora da fração de ejeção depende de vários fatores, como a presença, ou não, de cicatrizes do infarto no músculo do coração (áreas de músculo morto), presença de Bloqueio de Ramo Esquerdo com assincronia, presença de outros entupimentos em vasos do coração (coronárias) e também existência de arritmias. Sugiro agendar uma consulta com cardiologista para melhor avaliação do caso e estudar todas estas possibilidades citadas acima para ajuste do tratamento.
 Emily Pilato
Especialista em clínica médica, Médico clínico geral
Curitiba
Olá. Sim, com os tratamentos mais modernos que temos hoje, muitas pessoas conseguem melhorar a fração de ejeção e a qualidade de vida. O mais importante é seguir o tratamento corretamente e manter o acompanhamento com seu cardiologista para definir qual a melhor estratégia para seu caso.

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