Olá tenho 40 anos sou mãe/pai de um menino de 5 anos autista.. Desde que recebi o laudo, um medo e p

21 respostas
Olá tenho 40 anos sou mãe/pai de um menino de 5 anos autista.. Desde que recebi o laudo, um medo e pânico tomou conta de mim... Tenho muito medo de morrer, estou sempre angustiada.. Sempre me culpo por tudo até pelo transtorno do meu filho.. Não consigo me relaciona por que tenho meda da gravidez. Tenho medo de tudo mesmo. Como faço pra acabar ou diminuir esse medo?
 Valter Rodrigues
Psicanalista, Psicólogo
Contagem
Olá tenho 40 anos sou mãe/pai de um menino de 5 anos autista.. Desde que recebi o laudo, um medo e pânico tomou conta de mim... Tenho muito medo de morrer, estou sempre angustiada.. Sempre me culpo por tudo até pelo transtorno do meu filho.. Não consigo me relaciona por que tenho meda da gravidez. Tenho medo de tudo mesmo. Como faço pra acabar ou diminuir esse medo?

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 Débora Petersen
Psicólogo
Rio de Janeiro
Boa tarde. Esse medo após o diagnóstico do seu filho, provavelmente está relacionado a ideia de falta de autonomia e dependência dos cuidadores que costuma-se associar ao quadro de autismo. Acho importante pensarmos que nenhum diagnóstico deve ser visto como uma sentença de limitação permanente e total falta de autonomia. Apesar de sabermos que o Transtorno do Espectro Autista é uma condição que afeta o neurodesenvolvimento, comunicação e interações socias existem as singularidades de cada caso. Muitas pessoas com esse quadro desenvolvem inúmeras estratégias de superação e conseguem ser extremamente funcionais e capazes. Seria ótimo se além do tratamento do seu filho, você também buscasse uma psicoterapia para te auxiliar a lidar com esses medos, você também merece ter atenção e cuidado!
 Indayá Jardim de Almeida
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! Aconselho que busque um psicólogo/ psicanalista para que possa ter um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação, pois é natural, diante da situação de sobrecarga que parece existir que se sinta desamparada, surgindo então a angústia e a culpa na tentativa de explicação das situações pelas quais tem passado. Espero ter ajudado, estou á disposição!
Dra. Raffaella Perracini
Psicólogo
São Paulo
Olá, boa tarde!
É natural que tenhamos receio de um laudo e do que isso implica, mas é também a partir dele que podemos tomar atitudes mais acertadas em relação ao problema. Pelo que descreveu, parece que também tem estado bastante ansiosa e com um medo generalizado, creio que seria muito importante que vc tivesse acompanhamento psicológico para entender e lidar melhor com suas inseguranças e receios. Estou a disposição, caso tenha interesse! Espero ter ajudado.
Dr. Thiago Sales Lima
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Sua situação de fato é significativo, não desconsidere o fato de estar passando por tudo isso sozinha e isso traz inseguranças que podem se desdobrar em angustias em relação ao futuro. Sugiro que busque um apoio em Psicoterapia, isso pode auxiliar bastante em reestabelecer uma relação saudável com tudo que está vivendo. Espero ter ajudado, uma abraço!
Oi, tudo bem com você?
O medo vem quando estamos pisando em um solo que não conhecemos, porem não temos a certeza que não vai dar certo. O medo também potencializa culpas, que carregamos. E algumas vezes, são situações que não teríamos o controle.
A psicoterapia pode te ajudar a olhar com mais cuidado e calma para esse senário e aos poucos ir organizando a casa. Para que quando se sentir preparada, vai se permitir viver o que tem desejado.
Caso seja de seu interesse, me coloco a disposição para continuarmos essas conversa.
 Marisa Perini
Psicólogo
Caxias Do Sul
Entendo o que trouxe e é importante que você se permita ter um espaço de escuta e cuidado das tuas questões para melhorar como você lida com tudo isso. Lembre que para conseguir dar o suporte que o seu filho precisa, primeiro tem que oferecer isso a você mesma, você tem que estar bem primeiro. Não se esqueça de você nesse processo. Todas as questões mencionadas são importantes de serem trabalhadas em psicoterapia, com calma, abordando e aprofundando tudo isso. E trabalhar especialmente a aceitação, seja do diagnóstico, seja da incapacidade humana de resolver/controlar tudo.
Fico à disposição para maiores esclarecimentos, abraço da Psicóloga Marisa Perini!
É natural sentir medo e culpa após o diagnóstico de autismo do seu filho, mas é importante buscar apoio para lidar com essas emoções. Terapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar a manejar a ansiedade. Informe-se sobre o autismo, cuide de si mesmo com momentos de autocuidado, conecte-se com outros pais em grupos de apoio e lembre-se de que o autismo não é culpa sua. Trabalhar seus medos com um profissional é essencial para viver de forma mais tranquila e estar presente para seu filho. Você não está sozinho nessa jornada.
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Ola! Realmente não é fácil lidar com um diagnóstico de autismo em um filho. Seria muito importante tu ter acompanhamento psicológico para sustentar esta situação. A temática do relacionamento com homens também seria abordada para tu sair da culpa e do medo e ir encontrando alternativas para viver relações além da que tem com seu filho. Conhecer bem o autismo, encontrar algum grupo de apoio a pais também é recomendável. Busque ajuda!
 Patricia Andrade
Psicólogo
São Paulo
Olá. Antes de mais nada, quero reconhecer a coragem que você teve de buscar ajuda e falar sobre esses sentimentos tão difíceis. O que você está vivendo é um momento de luto psíquico, em que há uma necessidade de elaboração sobre o filho que você imaginou e o filho real que agora está diante de você. Paralelamente, há também um processo de revisitar a ideia de que tipo de mãe (ou pai) você é e gostaria de ser. Esses sentimentos são muito comuns em contextos como o seu, mas isso não diminui o sofrimento que você está enfrentando.

O medo da morte, a culpa e a angústia que você menciona podem ser expressões de uma sensação de impotência diante do diagnóstico e das incertezas sobre o futuro. É importante lembrar que nenhuma mãe ou pai é responsável por condições como o autismo; elas não são fruto de ações ou escolhas individuais.

É essencial, também, que você encontre um espaço de acolhimento para esses sentimentos, um lugar onde possa falar livremente sobre suas angústias. Um processo terapêutico pode ser muito importante nesse sentido, ajudando você a compreender melhor as raízes desses medos, ressignificar a culpa e fortalecer sua capacidade de lidar com os desafios da maternidade/paternidade.

Além disso, talvez seja útil buscar redes de apoio, como grupos de mães e pais de crianças autistas, onde você poderá ouvir outras histórias e perceber que não está sozinha nessa jornada.

Esse momento, embora difícil, pode se tornar uma oportunidade de crescimento e transformação. A psicanálise nos ensina que o sofrimento, quando escutado e elaborado, pode abrir caminhos para novos significados e possibilidades.

Se puder, permita-se o tempo necessário para viver esse processo. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Dr. José Augusto Avelar
Psicólogo, Terapeuta complementar
Sarandi
Sua dor é explicativa e profundamente humana. Você é uma mãe/pai que, no coração do seu amor, carrega um peso imenso – um medo que parece maior que o mundo. Mas, por trás de toda essa angústia, é alguém que, acima de tudo, quer proteger, cuidar e oferecer o melhor para seu filho. Essa é uma prova de seu amor incondicional.

Receber o diagnóstico do seu filho deve ter sido como assistir a um sonho de mudança de forma. O que era conhecido se transformou em algo novo, repleto de incertezas. É natural sentir medo do desconhecido, especialmente quando envolve o futuro de quem você mais ama. Mas o que talvez você não veja agora é que, aos poucos, você já está se tornando mais forte do que imagina. Cada dia que você enfrenta, mesmo com o medo, é uma vitória.

O medo de morrer pode ser a forma do seu coração gritar: "Eu quero estar aqui para o meu filho, para sempre." Essa sensação é comum entre pais que enfrentam desafios, mas é importante lembrar que você não está sozinho. Seu filho não precisa que você seja perfeito ou que tenha todas as respostas. Ele precisa do que você já é: amoroso, presente e dedicado.

E quanto à culpa? Ela é uma visitante teimosa que insiste em entrar sem ser convidada. Mas a verdade é que você não é culpado pelo transtorno de seu filho. O autismo não é um erro. Ele faz parte da essência única de quem é seu filho, e ele é tão digno de amor e acessível quanto qualquer outra criança. Liberte-se dessa culpa que só pesa nos seus ombros.

Você disse como diminuir esses medos. Eu diria que o primeiro passo é dar-se permissão para sentir. Sim, sinta medo, tristeza e até mesmo exaustão. Esses sentimentos não te definem, mas precisam ser coletados para que você possa começar a trabalhar com eles.

Algumas coisas que podem ajudar:
Busque apoio : Um psicólogo pode ser um parceiro nessa jornada. Compartilhar sua dor em um espaço seguro pode aliviar o peso no seu coração.
Pequenos passos : Tente não resolver tudo de uma vez. Escolha um medo e enfrente-o aos poucos, celebrando cada pequena vitória.
Autocuidado : Você merece descanso e momentos de alegria. Quando você cuida de si, cuide também do seu filho.
Redes de apoio : Procure grupos de pais de crianças autistas. Compartilhar experiências pode trazer estresse e força.
Mindfulness e respiração : Aprender a viver no presente, sem ser consumido pelo “e se” do futuro, pode ser libertador.
Acima de tudo, lembre-se de que você é mais forte do que imagina. O fato de você estar buscando ajuda e questionando como melhorar já mostra sua coragem. O amor que você sente pelo seu filho é a força mais poderosa que existe. Aos poucos, você encontrará maneiras de transformar esse medo em determinação.

Você não está sozinho. Existem mãos cruzadas, esperando para caminhar ao seu lado. Permita-se aceitá-las. E acredite: dias melhores virão.
 Maisa Guimarães Andrade
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Querida anônima, a sua experiência é profundamente tocante, e posso sentir o peso do que você está enfrentando. Receber o diagnóstico do seu filho pode ter despertado um turbilhão de emoções, incluindo medo, culpa e uma sensação de responsabilidade que, mesmo sendo compreensível, pode ser muito difícil de carregar. Esses sentimentos são comuns em pais e mães que se deparam com desafios como o autismo, mas é importante lembrar que você não está sozinha nessa jornada e que esses medos não precisam te definir.

O medo da morte, a culpa e a dificuldade de se relacionar estão ligados a questões emocionais profundas que podem estar associadas às suas vivências passadas, às expectativas que você tem sobre si mesma e à sensação de vulnerabilidade que acompanha o cuidado de um filho especial. A psicanálise pode ajudar oferecendo um espaço seguro para explorar essas emoções, entender suas origens e trabalhar para que esses sentimentos não te paralisem.

Com o tempo, vamos buscar compreender as raízes do seu medo e culpa, ressignificando essas vivências de forma que você se sinta mais leve e confiante. A psicanálise não oferece respostas prontas, mas te ajuda a encontrar o caminho para viver com menos angústia e mais equilíbrio, para que você possa cuidar de si mesma enquanto cuida do seu filho.

A sua dedicação e amor já mostram o quanto você é uma mãe e pai incrível. É possível aprender a viver de forma mais tranquila, e estou aqui para te apoiar nessa jornada.
Olá, eu imagino o grau do seu sofrimento.... Tem muita coisa acontecendo e você deve se sentir sobrecarregada. Para cuidar de tudo isso, o melhor caminho é procurar pela psicoterapia para olhar para todas essas questões de modo a entender o que está acontecendo e te ajudar a encontrar meios de lidar com os medos, cobranças e incertezas.
Procure alguém que você se sinta confortável para falar e em quem confie.
Olá, receber esse tipo de diagnóstico tem uma reação diferente em cada pessoa. Se você sente esse medo constante, recomendo psicoterapia para você conseguir lidar com as suas emoções e essa nova realidade. Quando a mãe fica bem, ela consegue até lidar melhor com as questões dos filhos. Cuide de você com carinho!
 Thauana Santos de Araújo
Psicólogo
Curitiba
Isso não é tão simples, pelo visto muitos gatilhos dispararam com o diagnóstico. O ideal seria fazer um processo terapêutico para te ajudar a tratar esse medo.
 Camila Mackert
Psicólogo
Ubatuba

Entender o diagnóstico de seu filho pode trazer muitas preocupações, e é comum sentir medo, culpa e ansiedade em situações assim. Na terapia cognitivo-comportamental, ajudamos você a identificar esses pensamentos, reduzir a angústia e desenvolver estratégias práticas para lidar com os desafios emocionais. Lembre-se: cuidar de si mesma é essencial para cuidar de quem você ama.
Um abraço
Olá! Imagino seu sofrimento nesse momento. É muito difícil acabar ou diminuir seu medo sozinha... sugiro que procure um psicólogo. Em sua narrativa é possível perceber e inferir que está dominadas pela aflição, angústia, culpa e por pensamentos negativos que criam cenários catastróficos, com ideia fixa de perigo se ter relacionamento com alguém e engravidar, usando como verdade absoluta um ponto de vista superficial, distorcido e incompleto da situação. Cria uma turbulência mental de pensamentos, sem evidências que irão ocorrer. Fica se cobrando e tentando controlar tudo para evitar causar "mais danos" ao seu filho, ficando mais culpada por tudo, pois não conseguimos controlar e modificar fatores que não estão sob o nosso controle. É difícil se controlar e raciocinar sobre seus pensamentos, acreditando que tudo irá acontecer. Para obter o equilíbrio, há necessidade de diminuir a atividade mental, parando os pensamentos, reduzindo o estado ansioso por meio de técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios. Na psicoterapia irá obter o autoconhecimento, compreendendo e identificando esses pensamentos distorcidos, as crenças irracionais, aprenderá técnicas para modificar a forma de pensar e agir. Assim, passará a ter uma vida mais saudável e feliz! Procure ajuda!
Entendo que você está passando por um momento difícil e cheio de medos após o diagnóstico de seu filho. É natural sentir ansiedade e preocupação, mas é importante lembrar que você não é culpada pelo autismo dele. Sugiro que busque apoio profissional, como um psicólogo, para trabalhar essas emoções e desenvolver recursos para lidar com o medo. Além disso, conectar-se com grupos de apoio para pais de crianças autistas pode ser muito benéfico, pois você poderá compartilhar experiências e aprender com outros que estão em situações semelhantes. Lembre-se de que cuidar de si mesma é fundamental para poder cuidar bem do seu filho.
 Maria Fernanda Talarico
Psicanalista, Psicólogo
Paraty
Olá, boa tarde! O diagnóstico de autismo é mesmo algo difícil de receber. É bastante esperado que este fato mexa com você e te faça refletir sobre o futuro. Ainda assim, tem algumas coisas que podem ser organizadas pra garantir o cuidado ao seu filho e também a você . A construção de uma rede de apoio é fundamental! E nessa rede é importante que estejam incluídas pessoas ligadas afetivamente a vocês, como familiares e amigos, mas também profissionais da saúde e da educação. Indico que você busque tratamento multiprofissional para o seu filho, além de uma instituição de ensino que tenha experiência e ações direcionadas para crianças autistas. Além disso, e não menos importante, cuide também de você. Procure estar rodeada de pessoas que te apoiam, com quem você possa contar. E também busque um acompanhamento psicoterápico pra você. É muito importante que você esteja bem e que possa organizar toda essa rede de cuidados de forma saudável pra vocês dois. Pra isso, um espaço pra você falar das suas angústias e medos é fundamental!
Busque ajuda psicologica. Para vc ajudar o seu filho a ser uma criança autista e funcional, vc também precisa se auxiliar.
O medo diante do imprevisto é normal, ter um diagnostico inesperado pode nos ajudar e buscando apoio especializado vc conviverá de uma forma mais saudavel com o diagnostico de seu filho e o prognostico na sua vida.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você compartilha toca em algo muito profundo e humano: o medo de perder o controle diante do que mais importa. Receber o diagnóstico de um filho não é apenas sobre entender um laudo — é também sobre reestruturar sonhos, enfrentar incertezas e, muitas vezes, entrar em contato com um tipo de amor que vem acompanhado de vigilância constante. E é compreensível que, nesse cenário, o medo comece a se espalhar para outras áreas da vida, como uma névoa que não respeita limites.

A neurociência mostra que quando estamos expostos a situações que envolvem ameaça emocional — como o sentimento de impotência diante do sofrimento de um filho — nosso cérebro pode passar a operar em “modo de sobrevivência”. É como se o sistema de alarme interno estivesse constantemente ativado, fazendo com que você esteja sempre em estado de alerta, hipersensível a riscos, mesmo quando eles não estão realmente presentes. Isso explica por que seu corpo e sua mente podem reagir com tanta angústia, até mesmo diante de possibilidades distantes, como o medo da gravidez ou da morte.

Será que, em algum lugar dentro de você, existe uma parte que sente que precisa estar em vigilância o tempo todo para proteger seu filho? Será que o medo se tornou a forma que o seu cérebro encontrou para tentar garantir que nada de mal aconteça? E até quando essa forma de funcionar vai conseguir sustentar o cuidado sem adoecer quem cuida?

Talvez o caminho não seja exatamente "acabar" com o medo, mas sim criar um espaço seguro dentro de você para dialogar com ele. Um espaço onde culpa possa ser substituída por compreensão, e onde você possa reencontrar um modo de existir que não seja dominado pela sensação de ameaça constante. A terapia pode oferecer esse espaço, ajudando você a se reconectar com sua história emocional, entender os mecanismos do medo e encontrar novas formas de se relacionar com ele, sem ser refém.

Caso precise, estou à disposição.

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