Olá! Tenho tdah e após a perda da minha mãe comecei a desenvolver o transtorno de ansiedade general
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Olá!
Tenho tdah e após a perda da minha mãe comecei a desenvolver o transtorno de ansiedade generalizada, faço tratamento para ambos transtornos, estava usando esc 10mg e concerta 18 mg mas depois de alguns meses tive recaída da ansiedade e a psiquiatra aumentou a dose do esc para 15mg. Como tratar os dois transtornos com mais eficiência? Tenho 44 anos e os dois transtornos causa problemas na minha vida diária.
Tenho tdah e após a perda da minha mãe comecei a desenvolver o transtorno de ansiedade generalizada, faço tratamento para ambos transtornos, estava usando esc 10mg e concerta 18 mg mas depois de alguns meses tive recaída da ansiedade e a psiquiatra aumentou a dose do esc para 15mg. Como tratar os dois transtornos com mais eficiência? Tenho 44 anos e os dois transtornos causa problemas na minha vida diária.
Oi! Primeiro, quero dizer que sinto muito pela perda da sua mãe. Um luto assim pode realmente mexer muito com a gente, especialmente quando já existe um TDAH e a ansiedade por perto.
Você está fazendo um tratamento muito alinhado com o que é recomendado: escitalopram para o TAG e Concerta para o TDAH. O aumento da dose do escitalopram para 15mg é uma medida comum quando a ansiedade volta a incomodar, e pode levar algumas semanas pra fazer mais efeito.
Agora, pra tratar os dois transtornos com mais eficiência, algumas estratégias costumam ajudar bastante:
Psicoterapia (principalmente TCC): Ajuda demais na ansiedade e também no TDAH, com foco em organização, gestão do tempo e estratégias pra lidar com o pensamento acelerado.
Rotina estruturada: O TDAH ama previsibilidade. Ter horários pra dormir, acordar, comer e trabalhar ajuda também na ansiedade.
Atividade física regular: Tem impacto positivo tanto no humor quanto na atenção e na ansiedade.
Sono de qualidade: Dormir mal piora os dois quadros, então vale cuidar disso com carinho.
Acompanhamento frequente com seu psiquiatra: Às vezes são necessários pequenos ajustes — da dose, do horário da medicação, ou até de combinação com outro remédio, como ansiolíticos pontuais ou moduladores do sono, dependendo do caso.
Você está fazendo um tratamento muito alinhado com o que é recomendado: escitalopram para o TAG e Concerta para o TDAH. O aumento da dose do escitalopram para 15mg é uma medida comum quando a ansiedade volta a incomodar, e pode levar algumas semanas pra fazer mais efeito.
Agora, pra tratar os dois transtornos com mais eficiência, algumas estratégias costumam ajudar bastante:
Psicoterapia (principalmente TCC): Ajuda demais na ansiedade e também no TDAH, com foco em organização, gestão do tempo e estratégias pra lidar com o pensamento acelerado.
Rotina estruturada: O TDAH ama previsibilidade. Ter horários pra dormir, acordar, comer e trabalhar ajuda também na ansiedade.
Atividade física regular: Tem impacto positivo tanto no humor quanto na atenção e na ansiedade.
Sono de qualidade: Dormir mal piora os dois quadros, então vale cuidar disso com carinho.
Acompanhamento frequente com seu psiquiatra: Às vezes são necessários pequenos ajustes — da dose, do horário da medicação, ou até de combinação com outro remédio, como ansiolíticos pontuais ou moduladores do sono, dependendo do caso.
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O correto é geralmente tratar a ansiedade primeiro, pensando que ela já caracteriza um transtorno e então ajustar o tratamento do TDAH. Assim evita-se que a ansiedade confunda a resposta real do tratamento de TDAH.
Olá, Sim, mesmo após um período curto de uso (como duas semanas), é recomendável fazer o desmame gradual da desvenlafaxina para minimizar o risco de efeitos colaterais ou sintomas de abstinência. A suspensão abrupta pode causar desconforto, como sintomas de descontinuação, que incluem tontura, irritabilidade, náusea, entre outros.
O médico pode orientar uma redução progressiva da dose, dependendo da situação clínica. Sempre é bom consultar seu psiquiatra antes de tomar qualquer decisão sobre a interrupção de medicamentos.
O médico pode orientar uma redução progressiva da dose, dependendo da situação clínica. Sempre é bom consultar seu psiquiatra antes de tomar qualquer decisão sobre a interrupção de medicamentos.
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