Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente lidam com uma angústia exi

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Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) frequentemente lidam com uma angústia existencial e uma sensação de vazio. Como a negação do diagnóstico pode amplificar essa angústia, e como podemos trabalhar para ajudar o paciente a encontrar um sentido mais saudável para sua vida?
A negação do diagnóstico em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline pode amplificar a angústia e a sensação de vazio ao impedir que compreendam suas dificuldades e desenvolvam estratégias de enfrentamento, mantendo padrões de sofrimento e acting out. O psicólogo pode trabalhar oferecendo uma escuta que valide o sofrimento sem reforçar a culpa, promovendo a reflexão gradual sobre o diagnóstico, identificando valores, interesses e metas pessoais, e estimulando experiências que reforcem agência e sentido na vida. Na perspectiva psicanalítica, isso envolve elaborar essas vivências na transferência, permitindo que o sujeito integre sua história e limites sem se reduzir à doença, construindo uma relação mais consistente consigo e com o mundo.

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A negação do diagnóstico no Transtorno de Personalidade Borderline tende a manter o sofrimento difuso e sem compreensão, intensificando a sensação de vazio. Por isso, o trabalho terapêutico começa pela validação da dor, criando segurança para o paciente. A partir daí, utiliza-se psicoeducação cuidadosa, apresentando o diagnóstico como uma forma de entender padrões, e não como um rótulo. Em seguida, busca-se fortalecer a identidade e o senso de sentido, diferenciando o que a pessoa sente de quem ela é. Paralelamente, desenvolvem-se habilidades de regulação emocional, reduzindo impulsividade e ampliando repertórios mais saudáveis. Por fim, o sentido é construído na prática, por meio de experiências concretas e relações mais estáveis, permitindo que a aceitação do diagnóstico ocorra de forma gradual e funcional.

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