Por que a co-regulação é considerada "essencial" no tratamento de Transtorno de Personalidade Border
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Por que a co-regulação é considerada "essencial" no tratamento de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
No TPB, a pessoa sente emoções muito intensas e, muitas vezes, ainda não sabe como lidar com isso sozinha.
A co-regulação é essencial porque, na relação terapêutica, ela aprende a se acalmar, entender o que está sentindo e não agir no impulso.
No meu trabalho com a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), uso esse apoio como um passo inicial, mas o foco é desenvolver autonomia emocional, para que a pessoa consiga lidar melhor com as próprias emoções no dia a dia e não sofrer com as oscilações de pensamentos e humor.
A co-regulação é essencial porque, na relação terapêutica, ela aprende a se acalmar, entender o que está sentindo e não agir no impulso.
No meu trabalho com a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), uso esse apoio como um passo inicial, mas o foco é desenvolver autonomia emocional, para que a pessoa consiga lidar melhor com as próprias emoções no dia a dia e não sofrer com as oscilações de pensamentos e humor.
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A co-regulação é considerada essencial porque muitas pessoas com TPB sentem emoções muito intensas e têm dificuldade de voltar ao equilíbrio sozinhas. Uma relação terapêutica estável, acolhedora e com limites claros ajuda a pessoa a se sentir segura enquanto aprende a reconhecer, nomear e manejar o que sente. Com o tempo, esse apoio externo pode se transformar em recursos internos de autorregulação.
Na Transtorno de Personalidade Borderline, a co-regulação é considerada essencial porque oferece ao sujeito uma experiência que muitas vezes faltou: a de ter seus afetos intensos reconhecidos, nomeados e sustentados por um outro que não se desorganiza nem abandona, permitindo que o que antes era vivido como excesso passe a ganhar contorno e sentido; mais do que acalmar, ela inaugura a possibilidade de construir internamente essa mesma função, o que convida o paciente a perceber como se relaciona com suas emoções e o que ainda precisa do outro para existir como experiência psíquica.
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