Por que a dor da fibromialgia afeta a cognição? .
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Por que a dor da fibromialgia afeta a cognição? .
Devido a dor crônica, a sobrecarga e a diminuição do reparo do sono, a fibromialgia pode causar ao paciente acometido os seguintes sintomas: o esquecimento, a baixa concentração, a confusão mental, a dificuldade na execução da memória, a lentificação do raciocínio. Portanto, vale salientar a importância do descanso para a disposição corporal, mental e cognitivo.
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A dor da fibromialgia pode interferir no funcionamento cognitivo de várias maneiras, levando a redução da concentração, dificuldade de memória e sensação de confusão mental. Esses sintomas costumam estar relacionados à dor crônica, à sobrecarga física e emocional e ao sono não reparador.
A fibromialgia é uma síndrome dolorosa musculoesquelética crônica, e essas alterações cognitivas, frequentemente chamadas de “névoa mental”, estão entre as queixas mais comuns dos pacientes.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
A dor da fibromialgia pode interferir no funcionamento cognitivo de várias maneiras, levando a redução da concentração, dificuldade de memória e sensação de confusão mental. Esses sintomas costumam estar relacionados à dor crônica, à sobrecarga física e emocional e ao sono não reparador.
A fibromialgia é uma síndrome dolorosa musculoesquelética crônica, e essas alterações cognitivas, frequentemente chamadas de “névoa mental”, estão entre as queixas mais comuns dos pacientes.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Abraços
A dor da fibromialgia pode afetar a cognição porque dor crônica não é apenas uma experiência física — ela também exige um grande esforço do sistema nervoso e do cérebro.
Quando a pessoa vive com dor persistente, o organismo permanece em um estado de alerta contínuo. Isso pode sobrecarregar áreas cerebrais envolvidas em funções como:
• atenção
• memória
• concentração
• velocidade de processamento
• organização mental
• tomada de decisão
Por isso, muitas pessoas com fibromialgia relatam o que costuma ser chamado de “fibro fog” ou “névoa mental”, que pode se manifestar como:
• dificuldade de encontrar palavras
• esquecimentos frequentes
• sensação de mente lenta
• dificuldade para manter foco
• cansaço mental
• maior dificuldade para raciocinar sob estresse
Isso acontece porque a dor constante compete pelos recursos do cérebro. Em outras palavras: quando o cérebro está ocupado tentando lidar com a dor o tempo todo, sobra menos energia para funções cognitivas mais refinadas.
Além disso, outros fatores muito comuns na fibromialgia também podem intensificar esse impacto cognitivo, como:
• sono não reparador
• fadiga crônica
• ansiedade
• estresse prolongado
• sintomas depressivos
• hipervigilância corporal
Ou seja: muitas vezes não é apenas a dor isoladamente, mas o conjunto de dor + cansaço + sistema nervoso hiperativado + sofrimento emocional que compromete a cognição.
É importante destacar que isso não significa perda intelectual ou “fraqueza mental”.
Significa que o cérebro está funcionando sob sobrecarga.
Nesses casos, o acompanhamento psicológico pode ser muito importante, especialmente quando há associação entre dor crônica, estresse, ansiedade e impacto emocional. Na prática clínica, abordagens integrativas e intervenções focadas em regulação do sistema nervoso ajudam a reduzir a sobrecarga cerebral e emocional. O EMDR, por exemplo, pode ser útil quando a dor está associada a experiências traumáticas, estresse crônico ou memórias que mantêm o organismo em estado de alerta, favorecendo maior regulação emocional e melhor funcionamento global.
Com o tratamento adequado e um olhar multidisciplinar, muitas pessoas conseguem melhorar não apenas a dor, mas também a clareza mental, a atenção e a qualidade de vida.
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