Por que algumas mulheres autistas parecem ingênuas socialmente?
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Por que algumas mulheres autistas parecem ingênuas socialmente?
Geralmente aparece em mulheres tardiamente diagnosticadas. A ingenuidade social não é falta de inteligência nem maturidade. O cérebro autista tende a processar informações sociais de modo literal, que pode gerar uma impressao de ingenuidade, mas na verdade, é honestidade literal e confiança autêntica. Mas essa característica pode ser um apsecto positico. Com auxílio da psicoeducação e terapia para habilidades sociais, as mulheres autistas conseguem transformar essa ingenuidade em empatia consciente e sabedoria social.
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Essa é uma observação bastante sensível — e que toca em um ponto importante sobre como o cérebro autista percebe o mundo social. Algumas mulheres autistas podem parecer “ingênuas” não por falta de inteligência, mas porque processam pistas sociais de maneira diferente. Enquanto a maioria das pessoas capta nuances sutis de tom de voz, expressões faciais e intenções, muitas mulheres autistas interpretam as situações de forma mais literal, buscando coerência e clareza.
O cérebro autista tende a priorizar a lógica e a honestidade — o que é uma grande virtude —, mas em contextos sociais pode gerar mal-entendidos. Isso acontece porque nem todo mundo é tão direto assim. A mente autista, em geral, busca sentido e verdade; o problema é que o mundo social nem sempre é tão transparente. É como se houvesse um “jogo” com regras implícitas que nem sempre são explicadas, e isso pode fazer com que a pessoa se sinta deslocada ou vulnerável.
Vale refletir: quantas vezes você já se sentiu enganada ou mal compreendida por confiar demais? E o quanto isso te fez duvidar de sua própria percepção? Em terapia, exploramos justamente esse ponto — como desenvolver autoconfiança sem perder a essência genuína. Porque a sensibilidade e a honestidade, quando aliadas ao autoconhecimento, deixam de ser fragilidade e se tornam força.
O trabalho terapêutico ajuda a compreender essas dinâmicas, reconhecer sinais de manipulação ou de desconforto social e construir formas mais seguras de se relacionar, sem precisar “mudar quem se é”.
Caso precise, estou à disposição.
Essa é uma observação bastante sensível — e que toca em um ponto importante sobre como o cérebro autista percebe o mundo social. Algumas mulheres autistas podem parecer “ingênuas” não por falta de inteligência, mas porque processam pistas sociais de maneira diferente. Enquanto a maioria das pessoas capta nuances sutis de tom de voz, expressões faciais e intenções, muitas mulheres autistas interpretam as situações de forma mais literal, buscando coerência e clareza.
O cérebro autista tende a priorizar a lógica e a honestidade — o que é uma grande virtude —, mas em contextos sociais pode gerar mal-entendidos. Isso acontece porque nem todo mundo é tão direto assim. A mente autista, em geral, busca sentido e verdade; o problema é que o mundo social nem sempre é tão transparente. É como se houvesse um “jogo” com regras implícitas que nem sempre são explicadas, e isso pode fazer com que a pessoa se sinta deslocada ou vulnerável.
Vale refletir: quantas vezes você já se sentiu enganada ou mal compreendida por confiar demais? E o quanto isso te fez duvidar de sua própria percepção? Em terapia, exploramos justamente esse ponto — como desenvolver autoconfiança sem perder a essência genuína. Porque a sensibilidade e a honestidade, quando aliadas ao autoconhecimento, deixam de ser fragilidade e se tornam força.
O trabalho terapêutico ajuda a compreender essas dinâmicas, reconhecer sinais de manipulação ou de desconforto social e construir formas mais seguras de se relacionar, sem precisar “mudar quem se é”.
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