Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline focam tanto no passado?
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Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline focam tanto no passado?
Olá, tudo bem?
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline tendem a focar intensamente no passado porque experiências emocionais precoces não foram suficientemente elaboradas nem simbolizadas. Esses vividos permanecem ativos no psiquismo como afetos brutos, retornando de forma repetitiva no presente.
Há, nesses sujeitos, uma dificuldade de integração do tempo psíquico: o passado não é vivido como algo concluído, mas como algo que se reatualiza nas relações atuais. Traumas de abandono, falhas no cuidado e vínculos instáveis produzem uma angústia primária que reaparece em cada situação de perda ou frustração.
Além disso, mecanismos como fixação, repetição compulsiva e clivagem fazem com que o sujeito tente, inconscientemente, “resolver” no presente aquilo que ficou em suspenso no passado. Assim, o foco no passado não é apego nostálgico, mas expressão de uma história psíquica ainda não simbolizada, que busca reconhecimento e elaboração.
A análise pode ajudar o sujeito a reelaborar esses traumas infantis.
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline tendem a focar intensamente no passado porque experiências emocionais precoces não foram suficientemente elaboradas nem simbolizadas. Esses vividos permanecem ativos no psiquismo como afetos brutos, retornando de forma repetitiva no presente.
Há, nesses sujeitos, uma dificuldade de integração do tempo psíquico: o passado não é vivido como algo concluído, mas como algo que se reatualiza nas relações atuais. Traumas de abandono, falhas no cuidado e vínculos instáveis produzem uma angústia primária que reaparece em cada situação de perda ou frustração.
Além disso, mecanismos como fixação, repetição compulsiva e clivagem fazem com que o sujeito tente, inconscientemente, “resolver” no presente aquilo que ficou em suspenso no passado. Assim, o foco no passado não é apego nostálgico, mas expressão de uma história psíquica ainda não simbolizada, que busca reconhecimento e elaboração.
A análise pode ajudar o sujeito a reelaborar esses traumas infantis.
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