Quais as doenças mentais crônicas podem causar mudanças de comportamento e de personalidade ?
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Quais as doenças mentais crônicas podem causar mudanças de comportamento e de personalidade ?
Esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão maior persistente, transtornos de personalidade borderline e antissocial, forma grave do transtorno obsessivo-compulsivo e demências como Alzheimer são exemplos de doenças mentais crônicas que podem alterar o comportamento e a personalidade. Na esquizofrenia, há distorções na percepção da realidade e isolamento; no transtorno bipolar, surgem oscilações entre euforia e tristeza profunda que afetam decisões e relações. A depressão crônica se manifesta por apatia e retraimento, enquanto os transtornos de personalidade geram padrões rígidos e prejudicam vínculos. Casos graves de TOC consomem tempo com rituais repetitivos, e a demência provoca perda de memória e mudanças nos traços de caráter.
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De maneira geral, diversas doenças crônicas podem provocar mudanças no comportamento e até na personalidade da pessoa. Isso acontece não apenas pelos efeitos diretos da doença no organismo (por exemplo, doenças neurológicas que afetam o funcionamento cerebral), mas também pelas repercussões emocionais de conviver com uma condição de longa duração.
É interessante pensar que o corpo não está separado da psique. Muitas vezes, aquilo que aparece como sintoma físico já estava sendo sinalizado por comportamentos, afetos e modos de se relacionar. A maneira como cada sujeito lida com perdas, limites e frustrações pode anteceder o adoecimento, funcionando quase como um “solo psíquico” no qual a doença se instala.
O corpo e a mente estão em diálogo constante. A mudança de comportamento pode ser tanto um efeito do adoecimento quanto um prenúncio dele.
Espero ter contribuido!
De maneira geral, diversas doenças crônicas podem provocar mudanças no comportamento e até na personalidade da pessoa. Isso acontece não apenas pelos efeitos diretos da doença no organismo (por exemplo, doenças neurológicas que afetam o funcionamento cerebral), mas também pelas repercussões emocionais de conviver com uma condição de longa duração.
É interessante pensar que o corpo não está separado da psique. Muitas vezes, aquilo que aparece como sintoma físico já estava sendo sinalizado por comportamentos, afetos e modos de se relacionar. A maneira como cada sujeito lida com perdas, limites e frustrações pode anteceder o adoecimento, funcionando quase como um “solo psíquico” no qual a doença se instala.
O corpo e a mente estão em diálogo constante. A mudança de comportamento pode ser tanto um efeito do adoecimento quanto um prenúncio dele.
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A esquizofrenia , o transtorno bipolar e os transtorno de personalidade (como o borderline).
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