Quais esquemas cognitivos frequentemente permanecem parcialmente ativos após remissão?
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Quais esquemas cognitivos frequentemente permanecem parcialmente ativos após remissão?
Oi, é um prazer te ter por aqui.
Mesmo após remissão clínica do TPB, alguns esquemas cognitivos desadaptativos tendem a permanecer parcialmente ativos, ainda que menos intensos e menos dominantes. Eles não desaparecem por completo, mas se tornam mais flexíveis, menos automáticos e mais sujeitos à reflexão.
Entre os esquemas que frequentemente permanecem, podemos destacar:
Abandono/instabilidade: medo de ser deixado, ainda que menos intenso;
Desvalor/defectividade: sensação residual de “não ser bom o suficiente”;
Desconfiança/abuso: tendência a interpretar algumas situações como potencialmente ameaçadoras;
Subjugação: dificuldade em se posicionar em alguns contextos, por medo de rejeição;
Privação emocional: crença de que, em algum nível, suas necessidades emocionais podem não ser plenamente atendidas.
Na remissão, esses esquemas não comandam mais o comportamento de forma impulsiva, mas podem ser ativados em situações específicas, como conflitos, críticas, rejeições ou mudanças importantes. A diferença é que o paciente, agora, consegue reconhecer a ativação do esquema, questionar seus pensamentos automáticos, usar habilidades de regulação emocional e responder de forma mais adaptativa.
A TCC e a Terapia dos Esquemas não buscam “apagar” completamente os esquemas, mas reduzir sua rigidez, intensidade e frequência de ativação, permitindo que o paciente tenha mais liberdade de escolha diante das situações. Assim, a presença residual de esquemas não significa fracasso terapêutico, mas sim uma vulnerabilidade manejável.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line em todo o Brasil e presencialmente em Vitória-ES
Abraços
Mesmo após remissão clínica do TPB, alguns esquemas cognitivos desadaptativos tendem a permanecer parcialmente ativos, ainda que menos intensos e menos dominantes. Eles não desaparecem por completo, mas se tornam mais flexíveis, menos automáticos e mais sujeitos à reflexão.
Entre os esquemas que frequentemente permanecem, podemos destacar:
Abandono/instabilidade: medo de ser deixado, ainda que menos intenso;
Desvalor/defectividade: sensação residual de “não ser bom o suficiente”;
Desconfiança/abuso: tendência a interpretar algumas situações como potencialmente ameaçadoras;
Subjugação: dificuldade em se posicionar em alguns contextos, por medo de rejeição;
Privação emocional: crença de que, em algum nível, suas necessidades emocionais podem não ser plenamente atendidas.
Na remissão, esses esquemas não comandam mais o comportamento de forma impulsiva, mas podem ser ativados em situações específicas, como conflitos, críticas, rejeições ou mudanças importantes. A diferença é que o paciente, agora, consegue reconhecer a ativação do esquema, questionar seus pensamentos automáticos, usar habilidades de regulação emocional e responder de forma mais adaptativa.
A TCC e a Terapia dos Esquemas não buscam “apagar” completamente os esquemas, mas reduzir sua rigidez, intensidade e frequência de ativação, permitindo que o paciente tenha mais liberdade de escolha diante das situações. Assim, a presença residual de esquemas não significa fracasso terapêutico, mas sim uma vulnerabilidade manejável.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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