Quais são as questões centrais da análise existencial relacionadas às emoções?
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Quais são as questões centrais da análise existencial relacionadas às emoções?
Na análise existencial, as emoções não são vistas apenas como algo a ser controlado, mas como sinais importantes sobre a forma como estamos vivendo. Elas mostram nossas necessidades, medos, desejos e até aquilo que nos falta. O ponto central é aprender a escutar o que a emoção está dizendo sobre a relação que temos com nós mesmos, com os outros e com a vida. Assim, em vez de apenas tentar ‘eliminar’ uma emoção, é possível compreender o que ela revela e decidir como lidar com isso.
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As emoções, na perspectiva da análise existencial, são muito mais do que sentimentos passageiros: elas são sinais do que é importante para cada um de nós na vida. Elas nos mostram onde estamos em contato ou em conflito com nossos valores, nossos desejos e nossos limites.
Por exemplo, sentir ansiedade, tristeza ou frustração não é “estar errado” ou “falhar”; é um convite para olhar mais de perto: o que essa emoção está tentando me dizer sobre o que eu quero, sobre como eu me relaciono com os outros ou comigo mesmo? Quais escolhas eu estou fazendo, ou deixando de fazer, que me afastam de uma vida que eu considero significativa?
Na terapia, ter um espaço seguro para explorar essas emoções permite que elas se tornem fontes de autoconhecimento, e não apenas sinais de sofrimento. Aos poucos, é possível aprender a escutá-las, entendê-las e fazer escolhas mais conscientes que estejam alinhadas com quem você realmente é.
Quando você se permite olhar para suas emoções desse jeito, começa a sentir menos pressão e mais clareza sobre o caminho que quer seguir. E isso, muitas vezes, é um grande alívio para a vida cotidiana.
Se você sentir que alguma dessas palavras te tocou, estarei aqui para que juntos possamos construir esse olhar e espaço de cuidado para você e sua história.
Por exemplo, sentir ansiedade, tristeza ou frustração não é “estar errado” ou “falhar”; é um convite para olhar mais de perto: o que essa emoção está tentando me dizer sobre o que eu quero, sobre como eu me relaciono com os outros ou comigo mesmo? Quais escolhas eu estou fazendo, ou deixando de fazer, que me afastam de uma vida que eu considero significativa?
Na terapia, ter um espaço seguro para explorar essas emoções permite que elas se tornem fontes de autoconhecimento, e não apenas sinais de sofrimento. Aos poucos, é possível aprender a escutá-las, entendê-las e fazer escolhas mais conscientes que estejam alinhadas com quem você realmente é.
Quando você se permite olhar para suas emoções desse jeito, começa a sentir menos pressão e mais clareza sobre o caminho que quer seguir. E isso, muitas vezes, é um grande alívio para a vida cotidiana.
Se você sentir que alguma dessas palavras te tocou, estarei aqui para que juntos possamos construir esse olhar e espaço de cuidado para você e sua história.
Cada emoção tem um sentido, uma direção, uma mensagem sobre como o sujeito está situado diante de si mesmo, do outro e do mundo.
Perguntas centrais: O que esta emoção me mostra sobre mim?
O que ela revela sobre o que é importante para mim neste momento?
Exemplo: a raiva pode indicar a invasão de um limite; a tristeza, uma perda de sentido; a ansiedade, o confronto com a liberdade e a incerteza.
Perguntas centrais: O que esta emoção me mostra sobre mim?
O que ela revela sobre o que é importante para mim neste momento?
Exemplo: a raiva pode indicar a invasão de um limite; a tristeza, uma perda de sentido; a ansiedade, o confronto com a liberdade e a incerteza.
Na análise existencial trabalhamos com a fenomenologia, tanto para as emoções quanto para o que aparece, utilizamos então a redução fenomenológica de cada emoção, por exemplo. O que é alegria pra você? Como é para você se sentir alegre? Para que ficamos alegres?
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