Quais são exemplos de invalidação emocional na infância que podem contribuir para o Transtorno de Pe
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Quais são exemplos de invalidação emocional na infância que podem contribuir para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, tudo bem? Essa é uma pergunta muito importante, porque ajuda a entender que a invalidação emocional na infância nem sempre foi algo explícito ou mal-intencionado, mas pode ter sido repetida e silenciosa, deixando marcas profundas. No contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, o que pesa não é um episódio isolado, e sim a experiência contínua de sentir que aquilo que se sente não faz sentido, não é aceitável ou não merece atenção.
Alguns exemplos comuns aparecem quando a criança escuta frases como “isso é bobagem”, “você está exagerando”, “para de chorar por nada” ou “não foi nada demais”, especialmente quando está triste, com medo ou frustrada. Também há invalidação quando o adulto responde apenas ao comportamento, punindo ou criticando, sem tentar entender a emoção por trás dele. Em outros casos, a criança até é acolhida em alguns momentos, mas ignorada ou ridicularizada em outros, criando uma imprevisibilidade emocional que confunde e desorganiza.
A invalidação também pode acontecer de forma mais sutil, quando a criança precisa amadurecer cedo demais, cuidar emocionalmente dos pais ou aprender que só será aceita se for “forte”, “boazinha” ou “não der trabalho”. Nesses contextos, emoções intensas não encontram espaço, e a criança aprende a suprimi-las ou a expressá-las de forma extrema para ser percebida. O problema não é sentir muito, é não ter aprendido como lidar com o que se sente.
Talvez você possa refletir: quando você era criança, como os adultos reagiam às suas emoções difíceis? Você se sentia escutado ou precisava mudar o que sentia para ser aceito? Em quais situações você aprendeu que precisava se calar, se controlar ou aumentar a intensidade para ser levado a sério? E como essas experiências ainda ecoam nas suas relações hoje?
Em psicoterapia, esse tipo de história é trabalhado com cuidado, ajudando a pessoa a diferenciar o passado do presente e a desenvolver uma validação emocional que não foi aprendida lá atrás. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico pode ser um apoio adicional, mas o eixo central costuma ser a reconstrução dessa base emocional segura.
Entender a invalidação não é buscar culpados, é dar sentido ao que foi vivido para que novas formas de se relacionar consigo e com o outro possam surgir. Caso precise, estou à disposição.
Alguns exemplos comuns aparecem quando a criança escuta frases como “isso é bobagem”, “você está exagerando”, “para de chorar por nada” ou “não foi nada demais”, especialmente quando está triste, com medo ou frustrada. Também há invalidação quando o adulto responde apenas ao comportamento, punindo ou criticando, sem tentar entender a emoção por trás dele. Em outros casos, a criança até é acolhida em alguns momentos, mas ignorada ou ridicularizada em outros, criando uma imprevisibilidade emocional que confunde e desorganiza.
A invalidação também pode acontecer de forma mais sutil, quando a criança precisa amadurecer cedo demais, cuidar emocionalmente dos pais ou aprender que só será aceita se for “forte”, “boazinha” ou “não der trabalho”. Nesses contextos, emoções intensas não encontram espaço, e a criança aprende a suprimi-las ou a expressá-las de forma extrema para ser percebida. O problema não é sentir muito, é não ter aprendido como lidar com o que se sente.
Talvez você possa refletir: quando você era criança, como os adultos reagiam às suas emoções difíceis? Você se sentia escutado ou precisava mudar o que sentia para ser aceito? Em quais situações você aprendeu que precisava se calar, se controlar ou aumentar a intensidade para ser levado a sério? E como essas experiências ainda ecoam nas suas relações hoje?
Em psicoterapia, esse tipo de história é trabalhado com cuidado, ajudando a pessoa a diferenciar o passado do presente e a desenvolver uma validação emocional que não foi aprendida lá atrás. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico pode ser um apoio adicional, mas o eixo central costuma ser a reconstrução dessa base emocional segura.
Entender a invalidação não é buscar culpados, é dar sentido ao que foi vivido para que novas formas de se relacionar consigo e com o outro possam surgir. Caso precise, estou à disposição.
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Exemplos de invalidação emocional na infância que podem contribuir para o desenvolvimento do Transtorno de Personalidade Borderline incluem quando pais ou cuidadores dizem que a criança está exagerando, ignoram seus sentimentos, ridicularizam suas emoções ou a culpam por sentir raiva, tristeza ou medo. Também configura invalidação quando reações emocionais são minimizadas, negadas ou punidas, ou quando a criança não recebe apoio para compreender e lidar com o que sente. Essas experiências repetidas fazem com que a criança duvide de suas próprias emoções, tenha dificuldade em regular afetos e desenvolva medo intenso de abandono, vulnerabilidades centrais no TPB. A psicoterapia oferece espaço seguro para validar essas experiências, ajudando a pessoa a reconhecer e aceitar seus sentimentos e construir maior equilíbrio emocional.
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